O treinador do FC Porto, Francesco Farioli, alertou esta sexta-feira para o perigo da euforia, sublinhando que a equipa precisa de “voltar à realidade” e “reconectar” após a pausa para os compromissos das seleções. Na antevisão da receção ao Nacional, o técnico italiano usou uma imagem forte para travar o excesso de confiança: “Em tão pouco tempo, não passámos a ter 1,95 metros, com cabelo loiro e olhos azuis. Nem os jogadores eram tão maus na altura, nem são tão bons agora”.
No que diz respeito ao estado do plantel, Farioli deu boas e más notícias. Os médios Gabri Veiga e Stephen Eustáquio estão recuperados e aptos para o jogo de sábado. No entanto, o extremo William Gomes, herói do clássico em Alvalade, treinou individualmente e continua em “avaliação”. Com os dois laterais-direitos, Alberto Costa e Martim Fernandes, de fora, o treinador admitiu que terá de encontrar uma “opção de recurso”.
O técnico não poupou elogios a Viktor Froholdt, eleito o melhor jogador da Liga em agosto. Farioli admitiu que não conhecia o dinamarquês antes de chegar, mas que ficou rendido ao vê-lo jogar ao vivo. “É um jogador que corre por três ou quatro e contagia todos os seus colegas, representa bem o nosso espírito”, salientou.
Apesar do favoritismo, Farioli mostrou respeito pelo Nacional, descrevendo-o como um adversário “bem trabalhado” e com “variabilidade” tática. O líder do campeonato, com 12 pontos, recebe no sábado, às 18:00, a equipa madeirense, nona classificada, com quatro pontos.
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