Cinco militares dos GIPS da GNR que combatiam incêndio em Mourão, Évora, ficaram feridos: três com gravidade e dois com ferimentos ligeiros.
Cinco militares do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) da GNR ficaram feridos durante um combate a um incêndio em Mourão, Évora. As informações são, para já, escassas e ainda está a ser feita a confirmação dos números, mas os primeiros dados dão conta de que três dos feridos estarão em estado grave grave e os outros dois serão ligeiros, segundo apurou o Observador junto de fonte da GNR. Os feridos já terão sido transportados de helicóptero para o hospital.
De acordo com site da Proteção Civil, o incêndio começou às 16h30, no Monte do Canhão Novo, em Mourão, Évora e é de natureza agrícola. No local, segundo a proteção civil estão neste momento 71 operações, 21 viaturas terrestres e quatro meios aéreos.
Três dos militares são “feridos graves”, tendo um sido levado para o Hospital de Évora e os outros dois para Coimbra e Porto, revelou o INEM. Um deles, de 32 anos, seguiu para o Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) na ambulância de suporte imediato de vida (SIV) de Moura”. “Os outros dois, que inspiram maiores cuidados, foram helitransportados”, acrescentou, explicando que um deles, de 39 anos, foi levado para os Hospitais da Universidade de Coimbra e que o outro, de 30 anos, foi transportado para o Hospital de São João, no Porto.
A presidente da Câmara de Mourão, Maria Clara Safara, revelou à Lusa que os cinco militares da GNR pertencem à equipa do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) sediada em Moura, no distrito de Beja. Segundo a autarca, que tem o pelouro da Proteção Civil municipal, estes militares integravam a equipa do meio aéreo que participava nas operações de combate ao fogo. Porém, não soube explicar como foram atingidos pelas chamas.

Sara Antunes de Oliveira | Rui Pedro Antunes | Observador

