O comandante-geral da Guarda Nacional Republicana (GNR), tenente-general Rui Veloso, revelou que 51 militares foram expulsos da corporação nos últimos quatro anos devido a comportamentos inadequados, tanto em serviço como na vida civil.
Entre as causas destas exclusões figuram crimes como violência doméstica, burlas e violações dos direitos humanos. Rui Veloso sublinhou que a instituição mantém uma política de tolerância zero para condutas contra a dignidade humana, afirmando que os direitos humanos são “direitos absolutos” e não opções dentro da Guarda.
O responsável destacou ainda o rigor no recrutamento, indicando que cerca de um terço dos candidatos chumbam nas avaliações psicológicas por perfis de personalidade desajustados. Atualmente, a GNR conta com 800 novos recrutas em formação para colmatar a escassez de efetivos.
Outro anúncio relevante foi a reativação da Brigada de Trânsito, prevista para este ano, que deverá contar com cerca de 1.900 militares para assegurar o controlo das autoestradas e itinerários principais do país, com o objetivo de reduzir a sinistralidade rodoviária nacional.
Redação | Fonte: Fotografia cedida pela GNR (Comandante Geral Rui Veloso).

