O principal índice da Bolsa de Lisboa, o PSI, encerrou a sessão desta segunda-feira, 14 de setembro de 2026, com uma desvalorização de 1,52%, fixando-se nos 9.380,30 pontos. O mercado nacional acompanhou o sentimento pessimista vivido nas restantes praças financeiras da Europa, pressionado pelas perdas expressivas no setor da energia.
A Bolsa de Valores de Lisboa encerrou a sessão desta segunda-feira, 14 de setembro de 2026, em terreno negativo. O índice PSI cedeu 1,52% para os 9.380,30 pontos, numa perda de 144,43 pontos face à sessão anterior. O PSI Geral recuou 1,92% para os 6.343,95 pontos.
O desempenho foi condicionado pelo setor energético. A EDP Renováveis liderou as perdas com uma queda de 5,91% para 12,25 euros, enquanto a EDP recuou 3,82% para 4,613 euros. Na construção, a Mota-Engil perdeu 3,46% para 4,800 euros e a Teixeira Duarte desvalorizou 2,46% para 0,475 euros. Em baixa fecharam também a Altri (-1,49%), a Jerónimo Martins (-1,45% para 17,66 euros, após uma coima na Polónia que vai contestar), a REN (-1,43%), a Semapa (-1,21%) e os CTT (-1,03%).
Em sentido inverso, a Sonae destacou-se ao valorizar 1,25% para 2,030 euros. A NOS e a Corticeira Amorim somaram 0,57%, fixando-se em 5,285 euros e 7,05 euros. A Galp Energia avançou 0,23% para 21,55 euros, apoiada pelos preços do crude.
Na Europa, o sentimento foi afetado por descidas tecnológicas e pela subida do petróleo, após um ataque a um oleoduto na Arábia Saudita, gerando receios sobre inflação e juros.

