A aplicação digital criada pelo governo britânico para recolher dados biométricos dos europeus candidatos ao estatuto de residente no Reino Unido, obrigatório depois do ‘Brexit’ e pedido por 210 mil portugueses, pode ser pirateada, alertou hoje uma empresa de segurança.
A empresa norueguesa Promon descobriu as vulnerabilidades após testes à resiliência da aplicação contra “métodos e ferramentas de ataque básicos, que muitas vezes precisam de muito poucas competências técnicas”, afirmou o diretor de comunicação, Lars Birkeland, à agência Lusa.
Embora não tenha encontrado problemas em específico, descobriu que a aplicação pode ser pirateada e modificada para extrair informação remotamente.

