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A PRIORIDADE É APOIAR AS FAMÍLIAS DAS VÍTIMAS DA QUEDA DE HELICÓPTERO

A empresa operadora do helicóptero do INEM que caiu este sábado em Valongo, garantiu hoje à Lusa que a prioridade é apoiar as famílias dos tripulantes e a equipa médica, estando também a trabalhar com as autoridades.

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A Babcock Portugal, operadora do helicóptero do INEM que caiu este sábado em Valongo, garantiu hoje à Lusa que a prioridade é apoiar as famílias dos tripulantes e a equipa médica, estando também a trabalhar com as autoridades.

“Neste momento, a nossa primeira prioridade é fornecer suporte às famílias dos nossos tripulantes e equipa médica”, indicou a Babcock Portugal, numa nota enviada à Lusa.

Apesar de não adiantar mais pormenores, a operadora sublinhou ainda que está a trabalhar com as autoridades portuguesas “para determinar a causa do acidente, que estará sujeito a investigação”.

A queda de um helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), ao final da tarde de sábado, no concelho de Valongo, distrito do Porto, causou a morte aos quatro ocupantes.

A bordo do aparelho seguiam dois pilotos e uma equipa médica, composta por médico e enfermeira.

O ministro da Administração Interna determinou à Proteção Civil a abertura de um “inquérito técnico urgente” ao funcionamento dos mecanismos de reporte da ocorrência e de lançamento de alertas relativamente ao acidente com o helicóptero.

A avaliação preliminar dos destroços indica que a queda da aeronave aconteceu na sequência da colisão com uma antena emissora existente na zona, segundo o gabinete que investiga acidentes aéreos.

A aeronave em causa é uma Agusta A109S, operada pela empresa Babcock, e regressava à sua base, em Macedo de Cavaleiros, Bragança, após ter realizado uma missão de emergência médica de transporte de uma doente grave para o Hospital de Santo António, no Porto.

As 4 vítimas da queda de helicóptero ao serviço do INEM.

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VIANA DO CASTELO: CASO DA MORTE DE UTENTE COM “PULSEIRA VERDE” FOI ARQUIVADO

O inquérito instaurado na sequência da morte de um doente com pulseira verde no hospital de Viana do Castelo seguiu para arquivamento por proposta do instrutor que concluiu não ter ficado indiciado que o atendimento “mereça qualquer censura”.

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O inquérito instaurado na sequência da morte de um doente com pulseira verde no hospital de Viana do Castelo seguiu para arquivamento por proposta do instrutor que concluiu não ter ficado indiciado que o atendimento “mereça qualquer censura”.

“O instrutor do processo de inquérito concluiu que feita a análise crítica de todos os elementos recolhidos não ficou indiciado que o atendimento e acompanhamento do utente (…) no dia 17 de maio de 2024 mereça qualquer censura por parte de qualquer profissional hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo”, refere hoje uma nota emitida pela Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM).

De acordo com o relatório do processo de inquérito, instaurado no dia 21 e concluído a 27 de maio, o instrutor “propôs o arquivamento dos autos, o que foi aceite e homologado pelo conselho de administração da ULSAM”.

“Assim, entende o conselho de administração da ULSAM, sem prejuízo do que possa resultar do processo judicial que corre os seus termos, que o atendimento do utente no serviço de urgência no Hospital de Santa Luzia, no passado dia 17 de maio, que infelizmente faleceu, situação que se lamenta, terá decorrido de acordo com as boas práticas clínicas e as regras das ‘legis’ ‘artis’ aplicáveis”, acrescenta a nota.

No dia 17 maio, um homem de 57 anos morreu na urgência do Hospital de Santa Luzia, cerca de sete horas depois de lhe ter sido atribuída pulseira verde na triagem, para situações menos urgentes, que podem aguardar por atendimento durante um período de 120 minutos.

Além do processo de inquérito instaurado, dia 21 de maio pela ULSAM, a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) anunciou ter instaurado um processo de inspeção às circunstâncias em que ocorreu a morte do utente.

Em resposta a um pedido de esclarecimentos da agência Lusa, a IGAS adianta que o processo “tem como objeto avaliar a qualidade dos serviços prestados, na perspetiva da prontidão da assistência prestada ao utente no serviço de urgência”.

Para a IGAS, a inspeção instaurada à qualidade dos serviços prestados por despacho do Inspetor-Geral “não colide, nem prejudica, o inquérito aberto por determinação do órgão de gestão da Unidade Local de Saúde do Alto Minho, E.P.E. no âmbito das suas competências próprias”.

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LISBOA: ESTACIONAMENTO GRÁTIS EM 8 PARQUES DA EMEL NA NOITE DE SANTO ANTÓNIO

O estacionamento em cinco parques da EMEL, em Lisboa, com mais 1.900 lugares, vai ser gratuito na noite de quarta-feira, para facilitar a deslocação para os Santos Populares, anunciou a empresa esta terça-feira.

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O estacionamento em cinco parques da EMEL, em Lisboa, com mais 1.900 lugares, vai ser gratuito na noite de quarta-feira, para facilitar a deslocação para os Santos Populares, anunciou a empresa esta terça-feira.

Em comunicado, a EMEL – Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa indica que será possível “estacionar gratuitamente, entre as 18:00 de dia 12 [quarta-feira] e as 06:00 de dia 13 de junho [quinta-feira], em mais de 1.900 lugares, como forma de facilitar a deslocação para os ‘Santos'”.

De acordo com a EMEL, podem ser utilizados gratuitamente os parques do Colégio Militar, Estrada da Luz, Areeiro, Universidade, Campo Grande, Ameixoeira, Avenida de Pádua e HUB Criativo do Beato.

Os parques disponíveis encontram-se na proximidade de interfaces de transportes e, para assegurar a gratuitidade, os utilizadores necessitam apenas de validar no ponto de pagamento o talão que retiram da máquina na entrada do parque.

Os Casamentos de Santo António e o desfile de 24 marchas na Avenida da Liberdade marcam na quarta-feira o principal dia das festas da cidade, que celebra o feriado municipal na quinta-feira.

A festa começa com os tradicionais casamentos, uma celebração única, que este ano junta 15 casais: cinco numa cerimónia civil, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, às 11:30, e 10 na cerimónia religiosa, na Sé de Lisboa, a partir as 14:00.

Já à noite, quando dezenas de arraiais estiverem a animar os bairros da cidade, a Avenida da Liberdade volta a encher-se com o desfile tradicional das Marchas de Lisboa, este ano com o rio Tejo como tema central.

A Avenida da Liberdade vai estar encerrada ao trânsito a partir das 18:00 de quarta-feira devido ao desfile das Marchas de Populares, havendo também condicionamentos, na parte da manhã, na zona da Sé e baixa de Lisboa, segundo anunciou a PSP.

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