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ALMODÔVAR: GNR DETÉM CASAL POR SUSPEITAS DE TRÁFICO DE DROGA

A GNR deteve um casal suspeito de tráfico de droga, no concelho de Almodôvar, distrito de Beja, desmantelou uma área de processamento de liamba e apreendeu quase 38 mil doses deste produto, foi esta quinta-feira anunciado.

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A GNR deteve um casal suspeito de tráfico de droga, no concelho de Almodôvar, distrito de Beja, desmantelou uma área de processamento de liamba e apreendeu quase 38 mil doses deste produto, foi esta quinta-feira anunciado.

Em comunicado, o Comando Territorial de Beja da GNR indicou que o homem, de 50 anos, e a mulher, de 54, foram detidos, na quarta-feira, por militares do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Almodôvar desta força de segurança.

Segundo a Guarda, durante uma ação de patrulhamento numa zona rural conotada com o tráfico de droga, os militares detetaram “uma grande quantidade” de droga que estava “oculta numa zona de escoamento de águas“.

Os dois suspeitos foram detetados naquela área, pelo que foram abordados e detidos, indicou, referindo que as diligências policiais envolveram ainda a realização de uma busca domiciliária.

Esta busca, realçou a força de segurança, permitiu detetar “mais produto estupefaciente” e desmantelar “uma área de processamento” de droga num “armazém adjacente à residência” dos suspeitos.

De acordo com a GNR, foram apreendidas 37.998 doses de liamba, 31 garrafões de fertilizantes, quatro desumidificadores, duas máquinas de embalar em vácuo, duas balanças de precisão, dois telemóveis, um ventilador e 440 euros em numerário.

Os militares também apreenderam artigos alegadamente relacionados com o acondicionamento e comercialização da droga, disse, acrescentando que a operação contou com reforço dos destacamentos Territorial de Almodôvar e de Trânsito de Beja.

Os suspeitos vão ser presentes, ainda esta quinta-feira, no Tribunal Judicial de Almodôvar para primeiro interrogatório judicial e aplicação de eventuais medidas de coação.

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PENAFIEL: MÉDICO ORTOPEDISTA DO HOSPITAL ACUSADO DE VIOLAÇÃO E COAÇÃO SEXUAL

O Ministério Público acusou um médico ortopedista de, entre 2022 e 2023, ter violado duas mulheres durante consultas no Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, em Penafiel, no distrito do Porto, adianta hoje a Procuradoria-Geral Regional do Porto.

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O Ministério Público acusou um médico ortopedista de, entre 2022 e 2023, ter violado duas mulheres durante consultas no Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, em Penafiel, no distrito do Porto, adianta hoje a Procuradoria-Geral Regional do Porto.

Na sua página de Internet, a procuradoria refere que o suspeito está indiciado de dois crimes de violação e de um crime de coação sexual.

Na acusação, deduzida a 09 de maio, o Ministério Público considerou “suficientemente indiciado” que o médico, em três ocasiões diferentes, nomeadamente a 12 de abril de 2022, 29 de agosto de 2022 e 03 de maio de 2023, “constrangeu” duas mulheres a “contactos de natureza sexual”.

Esses “contactos de natureza sexual” aconteceram em contexto de consulta médica, sublinha.

“No contexto da sua atividade de médico ortopedista e a pretexto de estar a efetuar tratamentos necessários às vítimas decidiu tirar proveito dessa situação para as constranger a contactos de natureza sexual o que fez contra a vontade das vítimas”, descreve a procuradoria.

O médico encontra-se suspenso do exercício de funções em qualquer instituição e serviço público ou privado, frisa.

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PORTO: 31 CONDENADOS A PENAS DE 6 MESES A 13 ANOS DE PRISÃO

O Tribunal de S. João Novo, no Porto, condenou hoje a penas entre os seis meses e os 13 anos de prisão 31 arguidos acusados dos crimes de furto qualificado e receção cometidos entre 2019 e 2022.

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O Tribunal de S. João Novo, no Porto, condenou hoje a penas entre os seis meses e os 13 anos de prisão 31 arguidos acusados dos crimes de furto qualificado e receção cometidos entre 2019 e 2022.

Na leitura do acórdão, que decorreu esta tarde, a juíza presidente do coletivo que julgou aqueles 31 arguidos, “todos com relações familiares ou de amizade entre si”, deixou palavras de aviso aos arguidos mais jovens e de censura aos pais destes por “arrastarem miúdos” para uma vida de crime.

“O Tribunal esforçou-se por privilegiar a sociabilização em liberdade pelos arguidos mais jovens e lamenta que os mais velhos tenham arrastados miúdos para isto. É importante que os mais novos, pessoas com 20 e poucos anos, percebam que mais cedo ou mais tarde correm o risco de serem privados da liberdade”, avisou a magistrada.

E continuou: “Ainda estão a tempo, mas há um momento em que não vai ser possível fugir à privação da liberdade”.

Os 31 arguidos estavam acusados de “dezenas” de crimes de furto, furto qualificado, furto qualificado na forma tentada e de receção de material roubado.

O arguido a quem foi aplicada a pena mais pesada foi condenado a uma pena única de 13 anos de prisão efetiva, seguindo-se um arguido com uma pena única de 10 anos, quatro com penas únicas de oito anos e outros quatro com penas de sete anos de prisão efetiva.

Os restantes arguidos foram condenados com penas entre os seis meses de prisão e os seis anos de prisão efetiva, sendo que à maior parte dos arguidos o coletivo entendeu aplicar a suspensão da execução da pena.

Segundo a acusação, os arguidos terão arrombado diversos estabelecimentos comerciais e armazéns, em vários concelhos do Norte do país, e “em comunhão de esforços e repartição de tarefas”, furtado material diverso, desde roupa, sapatilhas, mobiliário, somas monetárias e artigos em alumínio.

O Ministério Publico sustentou que só num dos episódios de furto, desta feita a um armazém em Guimarães, no distrito de Braga, alguns dos arguidos “apropriaram-se, contra a vontade do seu legítimo dono, de diversas caixas contendo colchas, cobertores, lençóis e outros artigos de têxtil lar, novos e devidamente embalados, de valor total de 54.900 euros”.

A juíza salientou existirem “bastantes elementos de prova” contra os arguidos, conseguidas em “várias operações de buscas a domicílios e veículos, operações de vigilância e escutas”.

Naquelas buscas, refere a acusação, foram apreendidas centenas de peças de vestuário e calçado, cheques, dinheiro, automóveis, cartões de telemóvel, material eletrónico e informático, entre outros bens.

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