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ANTIGA PROCURADORA INTERNACIONAL PEDE MANDADO DE PRISÃO PARA PUTIN

A ex-procuradora internacional Carla Del Ponte pediu ao Tribunal Penal Internacional um mandado de prisão para o Presidente russo, Vladimir Putin, após a invasão à Ucrânia.

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A ex-procuradora internacional Carla Del Ponte pediu ao Tribunal Penal Internacional um mandado de prisão para o Presidente russo, Vladimir Putin, após a invasão à Ucrânia.

“Putin é um criminosos de guerra”, afirmou Del Ponte, em declarações ao diário suíço Le Temps, notando que a emissão de um mandado de detenção é necessária para responsabilizar Putin e outros dirigentes pelos crimes cometidos desde a invasão da Ucrânia.

Para Carla Del Ponte, a antiga procuradora que se tornou conhecida após lidar com casos como o genocídio no Ruanda, esta é a única forma de prender um “autor de um crime de guerra” e colocá-lo perante a justiça internacional.

No entanto, ressalvou que a emissão do mandado não garante a prisão de Putin, caso este continue na Rússia.

Contudo, o Presidente russo ficará impossibilitado de deixar o país, o que constitui “um sinal de que muitos estados estão contra ele”.

Por outro lado, defendeu ser preciso encontrar provas que incriminem altos funcionários políticos e militares.

“A dificuldade é justamente chegar ao topo da cadeia de comando para identificar quem planeou, ordenou e executou esses crimes de guerra”, concluiu.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que matou pelo menos 1.276 civis, incluindo 115 crianças, e feriu 1.981, entre os quais 160 crianças, segundo os mais recentes dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real de vítimas civis ser muito maior.

A guerra provocou a fuga de mais de 10 milhões de pessoas, incluindo mais de 4,1 milhões de refugiados em países vizinhos e cerca de 6,5 milhões de deslocados internos.

A ONU estima que cerca de 13 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

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TRUMP PROMETE A ZELENSKY “ACABAR COM A GUERRA NA UCRÂNIA” SE FOR PRESIDENTE

O ex-presidente norte-americano Donald Trump disse na sexta-feira que falou ao telefone com o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, e que lhe prometeu “acabar com a guerra” entre Ucrânia e Rússia se regressar à Casa Branca.

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O ex-presidente norte-americano Donald Trump disse na sexta-feira que falou ao telefone com o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, e que lhe prometeu “acabar com a guerra” entre Ucrânia e Rússia se regressar à Casa Branca.

Trump afirma frequentemente que seria capaz de colocar um termo ao conflito na Ucrânia, muito rapidamente, se regressar ao poder após as presidenciais de novembro, mas sem explicar como o faria.

Os seus frequentes elogios ao presidente russo, Vladimir Putin, bem como as suas críticas a outros países membros da NATO, causam preocupações entre os aliados ocidentais da Ucrânia.

Os Estados Unidos, sob a presidência de Joe Biden, são o maior doador de ajuda militar a Kiev e uma vitória de Donald Trump poderia colocar em risco qualquer ajuda e enfraquecer a posição ucraniana no campo de batalha.

Volodymyr Zelensky confirmou o telefonema, durante o qual felicitou o multimilionário pela sua investidura oficial como candidato republicado à presidência dos Estados Unidos.

“Frisei o apoio vital de ambos os partidos e de ambas as câmaras do Congresso norte-americano para proteger a liberdade e a independência da nossa nação. Acordámos com o presidente Trump discutir, numa reunião presencial, as medidas a tomar para uma paz justa e duradoura”, escreveu o presidente ucraniano no X.

Zelensky condenou ainda a tentativa “chocante” de assassinato que teve Donald Trump como alvo, no sábado, na Pensilvânia.

A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada a 24 de fevereiro de 2022, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Os últimos meses foram marcados por ataques aéreos em grande escala da Rússia contra cidades e infraestruturas ucranianas, ao passo que as forças de Kiev têm visado alvos em território russo próximos da fronteira e na península da Crimeia, anexada em 2014.

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RYANAIR COM PERTURBAÇÕES NA OPERAÇÃO DEVIDO A FALHA DA MICROSOFT

A Ryanair anunciou hoje que está “a enfrentar perturbações na rede devido a uma interrupção global de informática de um terceiro”, após ter sido anunciada uma falha no sistema da Microsoft que está a causar problemas em inúmeras empresas.

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A Ryanair anunciou hoje que está “a enfrentar perturbações na rede devido a uma interrupção global de informática de um terceiro”, após ter sido anunciada uma falha no sistema da Microsoft que está a causar problemas em inúmeras empresas.

“Aconselhamos todos os passageiros a chegarem ao aeroporto pelo menos três horas antes da hora prevista de partida”, acrescentou a companhia aérea irlandesa, nos seus canais oficiais.

A Ryanair disse ainda que quem vai viajar hoje e ainda não fez o ‘ckeck-in’ do voo, pode fazê-lo no aeroporto.

Já a Autoridade Britânica de Aviação Civil (CAA) avisou, nas redes sociais, que “uma falha nos sistemas informáticos pode levar a tempos de espera mais longos do que o normal nos aeroportos”.

Os anúncios surgem após a ‘gigante’ tecnológica Microsoft ter anunciado que estava a adotar “medidas de mitigação” depois de uma interrupção ter afetado várias empresas em diferentes países.

Também a gestora aeroportuária ANA, disse que são esperados constrangimentos nos aeroportos portugueses, já que há companhias aéreas e empresas de ‘handling’ (assistência em terra) afetadas pela falha global no sistema da Microsoft, pedindo aos passageiros que se informem sobre o estado dos seus voos.

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