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APROVADAS CINCO SUBSTITUIÇÕES NA I LIGA E SUBIDAS DE NACIONAL E FARENSE

A possibilidade de serem feitas cinco substituições na I Liga foi hoje aprovada por maioria dos clubes na Assembleia-Geral da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), que validou também a promoção de Nacional e Farense ao principal escalão.

Fonte oficial de um dos clubes presentes na reunião magna confirmou hoje à Lusa a aprovação da alteração temporária do Regulamento de Competições da LPFP para permitir a inscrição de nove suplentes e a realização de cinco substituições por equipa nos remanescentes jogos da I Liga.

A medida aprovada por larga maioria, de acordo com a mesma fonte, vai entrar em vigor a partir da 26.ª jornada, cujo primeiro jogo está marcado terça-feira e vai opor Gil Vicente a Famalicão, em Barcelos.

Segundo a mesma fonte, a AG também aprovou a decisão tomada pela direção da LPFP em 05 de maio último de indicar como promovidos os dois primeiros classificados da II Liga, Nacional e Farense, e os dois últimos, Cova da Piedade e Casa Pia, como despromovidos ao Campeonato de Portugal, na sequência do cancelamento do segundo escalão devido à pandemia de covid-19.

Esta decisão marca o regresso do Nacional à I Liga, após um ano de ausência, naquela que será a sua 20.ª presença entre os grandes. Os ‘alvinegros’ estrearam-se em 1988/89 na primeira divisão e têm como melhores classificações os quartos lugares em 2003/04, sob o comando de Casemiro Mior, e 2008/09, com Manuel Machado.

Já o Farense conta 23 participações no principal escalão, entre 1970/71 e 2001/02, voltando ao escalão maior 18 anos depois. O catalão Paco Fortes foi o ‘timoneiro’ dos algarvios no seu melhor resultado no campeonato, o quinto lugar em 1994/95.

O plano de apoio aos clubes do segundo escalão, através de um fundo de tesouraria da LPFP no valor de 1,52 milhões de euros (ME), complementar ao de um milhão criado pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), foi igualmente aprovado.

Os dois fundos ascendem a 2,52 ME, o que pode representar individualmente para cada clube cerca de 170 mil euros, 108.500 euros através do mecanismo criado pela LPFP e 62.500 euros pelo da FPF.

Ainda em discussão na AG está o modelo de governação do organismo presidido por Pedro Proença, que vai apresentar um modelo com uma direção executiva, sem clubes representados.

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