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BARCELOS: ATLETA DESAPARECIDO NA TRAVESSIA DO RIO MINHO

Um atleta com cerca de 23 anos, de Barcelos, desapareceu hoje quando fazia a travessia do rio Minho, durante o XII Triatlo da Amizade Cerveira-Tomiño, organizado pelos municípios de Vila Nova de Cerveira, Alto Minho, e Tomiño, Galiza.

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Um atleta com cerca de 23 anos, de Barcelos, desapareceu hoje quando fazia a travessia do rio Minho, durante o XII Triatlo da Amizade Cerveira-Tomiño, organizado pelos municípios de Vila Nova de Cerveira, Alto Minho, e Tomiño, Galiza.

Em declarações à agência Lusa, o comandante da Capitania de Caminha, Pedro Costa, adiantou que “o corpo do jovem, que iria completar 24 anos este mês, ainda não foi encontrado, sendo que as buscas vão continuar até que a luminosidade o permita”.

Pedro Costa adiantou que “a família do jovem se encontrava no cais de Vila Nova de Cerveira, a acompanhar a prova”. Desconhecem-se as causas do desaparecimento.

O presidente da Câmara de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, que se encontra no local a acompanhar as operações de busca, explicou que “a primeira parte da prova incluía a travessia do rio Minho, entre o Espaço Fortaleza, em Goián, na Galiza, e o parque de transição no Cais do Rio Minho, em Vila Nova de Cerveira”.

“No primeiro terço da prova, o jovem deixou de ser visto nadar. Os meios de socorro iniciaram de imediato as buscas, mas sem sucesso”, especificou Fernando Nogueira.

O autarca explicou que as operações de busca envolvem meios da Polícia Marítima, da Comandância Naval de Tui, um meio aéreo do Salvamento Marítimo de Espanha, os bombeiros de Vila Nova de Cerveira e das federações portuguesa e galega da modalidade.

Segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viana do Castelo, o alerta foi dado pelas 15:45 horas.

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CARRAZEDA DE ANSIÃES: HOMEM CONSTITUÍDO ARGUIDO POR PROVOCAR INCÊNDIO

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

O caso remonta a 16 deste mês, no distrito de Bragança. A investigação conduzida pela GNR permitiu perceber que a ignição aconteceu durante a realização de atividades agrícolas com uma motorroçadora, de forma negligente, num terreno junto a uma mancha florestal.

A GNR conseguiu identificar o responsável pelos trabalhos que estavam em curso, onde não foram mantidos os cuidados necessários de vigilância. Os factos foram remetidos para o tribunal de Vila Flor.

A Guarda relembrou que a Linha SOS Ambiente e Território – 808 200 520 – funciona em permanência, para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.

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COIMBRA: RECLUSOS VÃO TRABALHAR PARA AJUDAR OS SERVIÇOS AUTÁRQUICOS

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

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A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

O protocolo de colaboração foi hoje aprovado por unanimidade na reunião do executivo camarário, perspetivando a integração laboral de reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra em várias unidades orgânicas da autarquia.

“A Câmara de Coimbra pretende contribuir, assim, para a ressocialização e para a promoção da reinserção social, familiar e profissional desses reclusos, com vista à sua autonomização progressiva”, salientou o município.

O protocolo prevê que os presos possam trabalhar em tarefas como limpeza de matas e caminhos florestais, jardinagem e manutenção de espaços verdes, limpeza urbana, recolha de resíduos urbanos e obras de reparação e manutenção de edifícios, entre outras.

“Poderão, ainda, ser acrescentadas outras áreas de intervenção, consideradas necessárias e oportunas pela autarquia e passíveis de resposta pelos reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra”, acrescentou a autarquia.

Os trabalhos irão ocorrer em locais definidos pelos serviços municipais e dentro de um horário estabelecido.

Segundo o município, os presos terão direito a receber da autarquia “uma bolsa de ocupação mensal de montante igual ao valor do Indexante dos Apoios Sociais [cerca de 500 euros] e um subsídio de alimentação referente a cada dia de atividade, de valor correspondente ao atribuído à generalidade dos trabalhadores que exerçam funções públicas”.

O protocolo prevê ainda que os participantes possam integrar ações de formação.

Os reclusos que poderão trabalhar na autarquia serão selecionados pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

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