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CASTELO BRANCO: RECLUSOS FAZEM MANUTENÇÃO DE ESPAÇOS PÚBLICOS

Reclusos do Estabelecimento Prisional de Castelo Branco (EPCB) vão realizar trabalhos de limpeza e de manutenção de espaços públicos da cidade, anunciou hoje o município local.

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Reclusos do Estabelecimento Prisional de Castelo Branco (EPCB) vão realizar trabalhos de limpeza e de manutenção de espaços públicos da cidade, anunciou hoje o município local.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a Câmara de Castelo Branco refere que esta iniciativa, que resulta de um protocolo estabelecido entre a autarquia e a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP), visa a reinserção social dos reclusos colocados em regime aberto no exterior (RAE).

“Este é um acordo que tem como objetivo apoiar os reclusos na reintegração na sociedade. É um passo de extrema importância para a adaptação da vida fora do estabelecimento prisional”, afirma, coitado na nota, o presidente da Câmara de Castelo Branco, José Augusto Alves.

No âmbito do protocolo, o município vai fornecer o pagamento, o transporte, os materiais e as ferramentas de trabalho necessários ao desempenho da atividade.

Irá ainda promover a formação profissional e cívica dos trabalhadores reclusos.

Já a DGRSP, através do EPCB, assegura a alimentação e vai acompanhar de forma regular, o trabalho, nomeadamente através da participação em reuniões de avaliação conjuntas.

Citado na nota, o diretor-geral da DGRSP, Rómulo Augusto Mateus, refere que “o regime aberto no exterior é fundamental para o sucesso, de forma construtiva, positiva e empenhada, da vida normal depois da condenação”.

“Esta parceria com a autarquia é muito importante para que este regime se concretize”, conclui.

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VILA FLOR: AUTARQUIA DISPONIBILIZA WHATSAPP PARA COMUNICAR COM MUNÍCIPES

Vila Flor, no distrito de Bragança, vai ter em breve à disposição dos munícipes e visitantes uma plataforma que permite comunicar diretamente com a autarquia, informou hoje a Câmara Municipal.

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Vila Flor, no distrito de Bragança, vai ter em breve à disposição dos munícipes e visitantes uma plataforma que permite comunicar diretamente com a autarquia, informou hoje a Câmara Municipal.

O objetivo é aproximar e facilitar a comunicação com os munícipes e visitantes. A aplicação está em fase de testes, para serem afinados e otimizados os pormenores da utilização. A previsão é que possa entrar em pleno funcionamento em setembro.

“Qualquer ‘smartphone’ que tenha o WhatsApp instalado, ao entrar na zona de Vila Flor recebe uma mensagem e é convidado a entrar na plataforma, podendo ou não aderir. Se aceitar o convite, faz um breve registo onde pedimos que nos diga a sua origem, e depois pode comunicar diretamente com os serviços ou com o executivo de Vila Flor”, explicou o presidente da Câmara Municipal, Pedro Lima.

Para o autarca, esta ferramenta é uma forma prática e atual de comunicar.

“É uma inovação na gestão autárquica que ainda existe muito pouco nos nossos municípios portugueses. Hoje em dia, todos, à parte de uma franja que está um pouco infoexcluída, usam WhatsApp. Por isso vimos como uma oportunidade”, considerou Pedro Lima.

Se a mensagem for dirigia ao presidente da câmara, o município explicou que primeiro é enviada uma mensagem de boas-vindas e que depois Pedro Lima responde ao solicitado.

“Questões que envolvam alguma consulta, como do foro jurídico ou regulamentar da câmara, tenho de pedir apoio nesse departamento. Mas a resposta virá sempre através de mim (…)”, garantiu o autarca.

A nova funcionalidade vai estar disponível 24 horas, todos os dias do ano, e é interativa, ao permitir ainda “comunicar ocorrências, aceder a informação institucional, colocar dúvidas e fazer sugestões e até falar diretamente com o presidente da Câmara Municipal ou agendar uma reunião”, detalhou o município.

Por exemplo, para reportar uma ocorrência, o programa apresenta uma lista com várias opções predefinidas, para facilitar a comunicação. Pode até ser anexada uma fotografia e as coordenadas de localização, para uma resposta mais eficiente.

A plataforma vai estar disponível em português e em inglês, a pensar também nos visitantes, que podem obter informações sobre onde dormir, onde comer ou qual a farmácia de serviço.

Esta é também uma forma, segundo Pedro Lima, de recolher informação sobre a faixa etária ou o local de residência de quem aceder à aplicação, o que vai permitir dar uma resposta mais adequada às necessidades e perceber o perfil de quem visita o concelho.

Vila Flor é um dos 12 concelhos do distrito de Bragança, tem uma área de 265,81 quilómetros quadrados e 14 freguesias. De acordo com os últimos censos, conta com cerca de seis mil habitantes.

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MOVIMENTO EXIGE QUE FELGUEIRAS E AMARANTE FIQUEM FORA DO “MAPA DO LÍTIO”

O Movimento Seixoso-Vieiros-Lítio Não exigiu esta quarta-feira, em comunicado, que o Governo retire aquele território de Felgueiras e Amarante das áreas incluídas na “estratégia nacional para matérias-primas críticas”, alertando a população para os impactos ambientais negativos.

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O “Movimento Seixoso-Vieiros-Lítio Não” exigiu esta quarta-feira, em comunicado, que o Governo retire aquele território de Felgueiras e Amarante das áreas incluídas na “estratégia nacional para matérias-primas críticas”, alertando a população para os impactos ambientais negativos.

“É crucial que estejamos cientes das repercussões ambientais e sociais que acompanham tais iniciativas”, acentua aquele movimento, recordando que a tutela anunciou recentemente uma estratégia nacional para matérias-primas críticas, que inclui a exploração de lítio e cobre.

“Não podemos esquecer que a nossa região Seixoso-Vieiros está na mira desde 2019”, recordam ainda os ativistas.

Em fevereiro de 2022, o Governo autorizou a prospeção e pesquisa de lítio em seis zonas do país, nomeadamente na denominada “Seixoso-Vieiros”, que abrange território de Felgueiras e Amarante e, em menores áreas, os concelhos de Fafe, Celorico de Basto e Guimarães.

Para o Movimento Seixoso-Vieiros-Lítio Não, “é essencial que os interesses económicos não se sobreponham à proteção do meio ambiente e ao bem-estar das populações”, reforçando que “as decisões sobre a exploração de recursos naturais devem ser tomadas com base em evidências científicas sólidas e na consulta das comunidades locais afetadas”.

No comunicado, apela-se também a todos os cidadãos para estarem atentos. “É crucial que a nossa voz seja ouvida e que possamos influenciar as decisões que afetarão o nosso futuro e o das próximas gerações”, lê-se ainda.

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