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CHAPACOENSE: SOBREVIVENTE REGRESSA

A hospedeira Ximena Suárez, sobrevivente da queda do avião da Lamia que causou a morte de 71 pessoas, recebeu alta médica e regressou à Bolívia, informou hoje a clínica colombiana onde esteve internada. Vê mais aqui. Partilha com os teus amigos !

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A hospedeira Ximena Suárez, sobrevivente da queda do avião da Lamia que causou a morte de 71 pessoas, recebeu alta médica e regressou à Bolívia, informou hoje a clínica colombiana onde esteve internada.

De acordo com Ana María González, a diretora clínica da Clínica Somer de Rionegro, Suárez, a última dos seis sobreviventes a regressar ao seu país, registou uma “evolução médica satisfatória”, o que lhe permite ir diretamente para a sua casa em Santa Cruz de la Sierra (Bolívia).

A hospedeira da companhia boliviana Lamia gravou um vídeo de agradecimento ao povo colombiano, assegurando que regressava feliz ao seu país.

“Agradeço a Deus por uma nova oportunidade de vida, a todo o povo colombiano, a todos aqueles que estiveram presentes no meu resgate e à clínica pelo excelente atendimento”, disse.

A 29 de novembro, a queda do avião da companhia boliviana Lamia perto de Medellín (Colômbia) causou a morte a 71 das 77 pessoas que seguiam a bordo, incluindo a maioria dos jogadores da Chapecoense, dirigentes e jornalistas que acompanhavam a equipa de futebol brasileira, que se preparava para disputar a primeira mão da final da Taça sul-americana com os colombianos do Atlético Nacional.

CHAPACOENSE: SOBREVIVENTE REGRESSA

CHAPACOENSE: HOSPEDEIRA DE BORDO SOBREVIVENTE, REGRESSA A CASA.

LUSA

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DIA 21 DE JULHO FOI O DIA MAIS QUENTE DE SEMPRE NO PLANETA

O dia 21 de julho foi o mais quente no mundo desde que os registos começaram em 1940, com uma temperatura média global à superfície da Terra de 17,09 graus Celsius, adiantou na terça-feira o programa europeu Copernicus.

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O dia 21 de julho foi o mais quente no mundo desde que os registos começaram em 1940, com uma temperatura média global à superfície da Terra de 17,09 graus Celsius, adiantou na terça-feira o programa europeu Copernicus.

O registo excede ligeiramente (0,01°C) o máximo anterior, datado de 06 de julho de 2023.

Segundo o Copernicus, este novo recorde diário, que surge numa altura em que as ondas de calor atingem partes dos Estados Unidos e da Europa, poderá voltar a ser ultrapassado nos próximos dias, antes de as temperaturas baixarem, embora possa haver flutuações nas próximas semanas.

“O que é verdadeiramente surpreendente é a magnitude da diferença entre a temperatura dos últimos 13 meses e os recordes de temperatura anteriores”, frisou o diretor do Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S), Carlo Buontempo, citado num comunicado.

“Estamos agora em território desconhecido e à medida que o clima continuar a aquecer, veremos certamente novos recordes a serem batidos nos próximos meses e anos”, alertou.

Antes de julho de 2023, o anterior recorde diário de temperatura média global era de 16,8°C, atingido a 13 de agosto de 2016, de acordo com os dados do Copernicus.

Desde 03 de julho de 2023, 57 dias ultrapassaram o recorde de 2016.

Depois de um ano de 2023 recorde de calor, junho de 2024 foi o mês de junho mais quente já medido, tornando-se o 13.º mês consecutivo a estabelecer um recorde de temperatura média mais elevada do que meses equivalentes.

A temperatura média global dos últimos 12 meses é, portanto, a “mais elevada alguma vez registada (…), 1,64°C acima da média pré-industrial de 1850-1900”, quando a desflorestação e a queima de carvão , gás ou petróleo ainda não tinham aquecido o clima da Terra, sublinhou o Copernicus no início de julho.

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KAMALA HARRIS ESPERA NOMEAÇÃO DEMOCRATA CONTRA TRUMP

A vice-presidente norte-americana, Kamala Harris, afirmou hoje pretender “merecer e ganhar” a nomeação do Partido Democrata às eleições presidenciais e derrotar o republicano Donald Trump, após ter recebido o apoio do desistente Joe Biden.

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A vice-presidente norte-americana, Kamala Harris, afirmou hoje pretender “merecer e ganhar” a nomeação do Partido Democrata às eleições presidenciais e derrotar o republicano Donald Trump, após ter recebido o apoio do desistente Joe Biden.

“É uma honra receber a recomendação do Presidente e a minha intenção é merecer e ganhar esta nomeação”, disse Harris, numa declaração em que qualifica a decisão de Joe Biden abandonar a corrida de um “ato abnegado e patriótico”.

A desistência de Joe Biden a uma reeleição no cargo, hoje anunciada, acontece um mês antes da convenção dos Democratas, na qual deverá ser escolhido novo candidato. A convenção está marcada de 19 a 22 de agosto, em Chicago, e o que deveria ser uma confirmação de Joe Biden na corrida à Casa Branca transformou-se num “concurso aberto”, como escreveu a Associated Press, no qual 4.700 delegados vão votar num candidato para defrontar o republicano Donald Trump nas presidenciais de novembro.

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