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NACIONAL

CRISE: ‘CALAMIDADE É A SITUAÇÃO EM QUE SE ENCONTRA A ECONOMIA’ DIZ O CDS-PP

O presidente do CDS-PP considerou hoje que “calamidade é a situação” da economia portuguesa e que o Governo deve apresentar um plano para a reativar, defendendo que o alívio das medidas “tem de ser feito por passos seguros”.

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O presidente do CDS-PP considerou hoje que “calamidade é a situação” da economia portuguesa e que o Governo deve apresentar um plano para a reativar, defendendo que o alívio das medidas “tem de ser feito por passos seguros”.

“O CDS, nesta reunião com o senhor primeiro-ministro, teve ocasião de lhe transmitir que calamidade é a situação em que se encontra a nossa economia e emergência é o momento que muitas famílias vivem de uma verdadeira crise social”, disse aos jornalistas o líder centrista Francisco Rodrigues dos Santos, em São Bento, em Lisboa.

Na perspetiva do presidente do CDS-PP, “este processo de alívio das medidas de contingência tem que ser feito por passos seguros, que devolvam confiança aos portugueses”.

“O CDS teve ocasião de alertar ao senhor primeiro-ministro que também deve ser acompanhado por medidas no âmbito da saúde pública que sejam claras e estabelecidas de forma obrigatória, setor a setor, de modo a não colocar em causa os grupos de risco principais da sociedade”, avisou.

Para os centristas, “este é o momento do primeiro-ministro, em nome do Governo, apresentar para o país aquilo que o CDS tem vindo a defender há muito tempo”, ou seja, “um plano para reativar a nossa economia”, que deve passar por minimizar a perda de rendimentos das famílias, injetar liquidez no mercado e um choque de tesouraria nas empresas.

“Este plano também deve ter linhas vermelhas e na opinião do CDS não pode levar ao aumento dos impostos, não pode conduzir a cortes nas pensões, nem permitir que pelo Orçamento do Estado adentro entrem preconceitos ideológicos próprios do socialismo e do comunismo como são a coletivização da economia e as nacionalizações”, apontou.

Francisco Rodrigues dos Santos foi mais longe: “no que diz respeito à saúde a verdade é que somos todos portugueses, mas em matéria de economia não somos todos socialistas”.

O presidente do CDS-PP pediu ainda uma “robustez importante na parte dos sistemas de vigilância, testes e algumas medidas ao nível da ocupação dos espaços e utilização de equipamentos de proteção individual”.

NACIONAL

SINISTRALIDADE: 16 MORTOS E 593 FERIDOS NAS ESTRADAS EM APENAS UMA SEMANA

Dezasseis mortos, 43 feridos graves e 550 ligeiros resultaram dos 1.761 acidentes registados durante a campanha “2 Rodas: Agarre-se à Vida”, que decorreu entre 10 e 16 deste mês, informou hoje a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

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Dezasseis mortos, 43 feridos graves e 550 ligeiros resultaram dos 1.761 acidentes registados durante a campanha “2 Rodas: Agarre-se à Vida”, que decorreu entre 10 e 16 deste mês, informou hoje a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

Em relação ao período homólogo, aumentou o número de vítimas mortais (mais cinco), mas diminuiu o número de acidentes (menos 1.194), assim como o de feridos graves (menos 28) e de ligeiros (menos 464).

“As 16 vítimas mortais, 11 do género masculino e cinco do género feminino, tinham idades compreendidas entre os 18 e os 73 anos”, precisa a ANSR em comunicado.

Os acidentes com mortos, registados durante a semana em que decorreu a campanha conjunta da ANSR, da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP), consistiram em oito colisões e seis despistes e ocorreram nos distritos de Aveiro (2), Bragança (2), Coimbra, Guarda, Lisboa, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo (4) e Viseu (2).

No mesmo período, “foram fiscalizados em controlo de velocidade por radar 5,3 milhões de veículos, 5,2 milhões dos quais pelo SINCRO – Sistema Nacional de Controlo de Velocidade”, da ANSR, e presencialmente 46,2 mil.

“Do total de 5,4 milhões de veículos fiscalizados durante a campanha, registaram-se 22,9 mil infrações”, segundo o comunicado.

A Campanha de Segurança Rodoviária “2 Rodas: Agarre-se à Vida” foi a sétima das 12 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas no âmbito do Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2024 e até ao final do ano serão realizadas mais cinco, uma por mês.

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NACIONAL

SAÚDE: ENFERMEIROS EM GREVE NACIONAL DIA 02 DE AGOSTO – SINDICATOS

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) convocou hoje uma greve para 02 de agosto, alegando que a apresentação da proposta de alteração das grelhas salariais “continua por cumprir”.

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O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) convocou hoje uma greve para 02 de agosto, alegando que a apresentação da proposta de alteração das grelhas salariais “continua por cumprir”.

“O compromisso de apresentação de uma proposta de alteração à grelha, por parte do Ministério da Saúde, continua por cumprir”, salientou o sindicato, ao adiantar que a paralisação vai abranger os turnos da manhã e da tarde.

Em comunicado, o SEP salientou ainda ser “obrigatório que a valorização dos enfermeiros e a melhoria das suas condições de trabalho se inicie já a 18 de julho”, dia do arranque das negociações com o Ministério da Saúde, após as duas partes terem acordado, no início do mês, o protocolo negocial, ou seja, o calendário e as matérias a negociar.

Segundo o sindicato, a resolução das “injustiças relativas” a que esses profissionais estão sujeitos passa por orientações para as administrações das Unidades Locais de Saúde, o que continua por “cumprir, colocando em causa o desenvolvimento profissional e salarial dos enfermeiros”.

O SEP alega também que os enfermeiros são convocados, a nível nacional, para trabalharem horas a mais que, na “maior parte dos casos, não são pagas ou são pagas como trabalho normal”.

“É obrigatório que lhes seja permitido” tempo de descanso, reivindica a estrutura sindical, ao alertar que o sistemático recurso a trabalho extraordinário para colmatar a carência de enfermeiros agrava o “risco e a penosidade do exercício da profissão”.

O SEP defendeu ainda as 35 horas semanais como o regime de trabalho dos enfermeiros.

Nas últimas semanas, têm-se realizado várias greves setoriais de enfermeiros, caso de paralisações nos centros de saúde da região de Lisboa e nos hospitais privados.

Ainda na área da Saúde, a Federação Nacional dos Médicos (Fnam) já convocou uma greve nacional para 23 e 24 de julho, depois de ter manifestado o seu desacordo com o calendário proposto pelo Governo para as negociações das tabelas salariais.

Além desta greve nacional, a Fnam também marcou uma paralisação ao trabalho extraordinário nos cuidados de saúde primários a partir de 23 de julho e até 31 de agosto.

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