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NACIONAL

DENÚNCIAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA A MAIORES DE 65 ANOS AUMENTARAM 3,7% EM 2020

Os crimes de violência doméstica participados à Polícia de Segurança Pública (PSP) em 2020 aumentaram 3,7% face a 2019, o que se deve, sobretudo, ao aumento das denúncias de violência executada por descendentes.

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Os crimes de violência doméstica participados à Polícia de Segurança Pública (PSP) em 2020 aumentaram 3,7% face a 2019, o que se deve, sobretudo, ao aumento das denúncias de violência executada por descendentes.

Segundo os mais recentes dados divulgados à Lusa, a PSP registou em 2020 1.418 denúncias de violência doméstica a maiores de 65 anos, quando no ano anterior tinha recebido 1.368.

Em 2020, 684 denúncias são relativas a violência exercida por descendentes, representando 48,2% do total, enquanto em 2019 o mesmo tipo de violência deu origem a 630 denúncias (46,1% do conjunto).

No ano passado, “a violência ocorrida nas relações entre ascendentes e descendentes alcançou o valor mais próximo dos registos da violência conjugal ou análoga”, explicita a PSP.

Do total das denúncias, a maioria foi apresentada presencialmente (43%) ou através de ações de policiamento de proximidade (41%), e as restantes por telefone (7%), pelo 112 (2%), outro (5%) ou de forma não definida (2%).

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A maioria das vítimas nesta faixa etária é mulher (75%), entre os 65 e os 74 anos (55%), e independente economicamente do abusador (88%).

Os dados fornecidos revelam que 40% dos denunciados têm problemas com o consumo de bebidas alcoólicas e 20% com estupefacientes.

A quase totalidade (entre 85% a 90%) das ocorrências acontecem na residência particular e a forma de violência predominante é a psicológica (surge em 90% das ocorrências), seguida da violência física (em 65% dos casos denunciados).

Dos casos apresentados à PSP, um em quatro contava já com denúncia nos seis meses anteriores.

Em paralelo, a Polícia de Segurança Pública realizou entre 18 de maio e 25 de setembro de 2020 a nona edição da operação “Solidariedade Não tem idade”, a qual é direcionada para os cidadãos seniores e da qual resultaram 6.286 contactos pessoais.

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No comunicado, as autoridades informam que, “dos cidadãos contactados, 991 foram sinalizados às entidades parceiras nas redes sociais locais, porquanto 891 foram considerados em contexto de risco e, destes, 508 foram de imediato encaminhados para instituições de apoio”.

“Encontravam-se nestas situações pessoas em situação de total isolamento e ou vitimização, suscetíveis de iminente perigo para a sua integridade física, mental ou psicológica”, acrescentam.

A PSP sublinha que “para denunciar qualquer situação” se pode fazer o contacto através do 112, telefone da Esquadra local, ou dos endereços eletrónicos [email protected] ou [email protected].

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NACIONAL

POLÍCIA: MAIS DE 336 MIL DENÚNCIAS CRIMINAIS EM DOIS ANOS

A Polícia de Segurança Pública (PSP) registou no biénio 2022-2023 mais de 336 mil denúncias criminais, segundo dados divulgados pela força de segurança para assinalar hoje o Dia Europeu das Vítimas de Crime.

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A Polícia de Segurança Pública (PSP) registou no biénio 2022-2023 mais de 336 mil denúncias criminais, segundo dados divulgados pela força de segurança para assinalar hoje o Dia Europeu das Vítimas de Crime.

Em comunicado, a PSP adianta que no ano de 2023, o serviço 112 recebeu um total de 6.953.906 chamadas.

“Importa ainda referir que no biénio 2022-2023, a PSP registou mais de 336 mil denúncias criminais, que tiveram o devido apoio, acompanhamento e encaminhamento.”, é referido na nota.

Estes dados são divulgados hoje, o Dia Europeu das Vítimas de Crime, que foi “criado no ano de 1990 em Estocolmo pela Victim Support Europe, com o propósito de sensibilizar e alertar para a proteção e salvaguarda dos direitos das vítimas de crime, bem como dar a conhecer os mecanismos disponíveis a que podem recorrer, caso sejam vítimas de crime ou tenham presenciado um crime, independentemente da sua natureza”.

A PSP disponibiliza a nível nacional mais de duas centenas de locais para apresentação de denúncias e apoio a vítimas de crimes, entre centenas de esquadras, 19 espaços de atendimento especializado e dedicado a vítimas de violência doméstica (vítimas especialmente vulneráveis), quatro postos policiais localizados nos principais hospitais da Área Metropolitana de Lisboa e três Esquadras de Turismo.

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Podem ser feitos contactos ainda através da queixa eletrónica https://queixaselectronicas.mai.gov.pt para formalizar qualquer denúncia criminal via internet, bem como os endereços eletrónicos [email protected], [email protected], [email protected], [email protected].

A APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima registou no ano passado 30.950 crimes, a maioria relacionados com violência doméstica e crimes sexuais contra crianças e jovens.

Segundo dados da APAV, divulgados hoje no jornal Público, nos últimos cinco anos, foram registados 6.776 crimes sexuais contra crianças e jovens, sendo o ano de 2023 aquele em que mais crimes deste género foram reportados, totalizando 1.760 situações.

No entanto, os crimes de violência doméstica continuam a dominar a maioria do total dos crimes relatados pela APAV ao longo de 2023: foram sinalizados 23.465 crimes deste tipo, representando 75,8% do total de 30.950 crimes reportados.

Os dados da APAV, citados pelo Público e cujo relatório vai ser divulgado hoje, indicam que os crimes relacionados com a violência sexual contra menores (1.760) surgem logo a seguir, representando 5,7% dos crimes reportados.

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Os 1.760 casos representam um aumento de quase 30%, que se traduzem em 404 situações, no número de crimes contra crianças contabilizados pela APAV ao longo de 2022.

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SETE MIL CRIMES SEXUAIS CONTRA CRIANÇAS E JOVENS NOS ÚLTIMOS CINCO ANOS

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“Importa ainda referir que no biénio 2022-2023, a PSP registou mais de 336 mil denúncias criminais, que tiveram o devido apoio, acompanhamento e encaminhamento.”, é referido na nota.

Estes dados são divulgados hoje, o Dia Europeu das Vítimas de Crime, que foi “criado no ano de 1990 em Estocolmo pela Victim Support Europe, com o propósito de sensibilizar e alertar para a proteção e salvaguarda dos direitos das vítimas de crime, bem como dar a conhecer os mecanismos disponíveis a que podem recorrer, caso sejam vítimas de crime ou tenham presenciado um crime, independentemente da sua natureza”.

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No entanto, os crimes de violência doméstica continuam a dominar a maioria do total dos crimes relatados pela APAV ao longo de 2023: foram sinalizados 23.465 crimes deste tipo, representando 75,8% do total de 30.950 crimes reportados.

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