MAGAZINE

DESDE O INÍCIO DO ANO 22 JOVENS MUDARAM DE SEXO E DE NOME

Vinte e dois jovens entre os 16 e os 18 anos mudaram de nome e de sexo no cartão de cidadão em 2019 depois de há um ano a lei da autodeterminação da identidade de género ter sido alargada a menores de 18 anos.

De acordo com dados do Instituto de Registos e Notariado (IRN) enviados à agência Lusa, este ano 19 raparigas pediram para passar a ter nome masculino e três rapazes solicitaram a alteração para um nome feminino.

A lei de identidade de género permite, desde 08 de agosto de 2018, o direito à autodeterminação da identidade e expressão de género e a mudança da menção do nome e do sexo no registo civil a partir dos 16 anos, mas com a obrigatoriedade de um relatório médico para atestar a vontade dos menores com idades entre os 16 e os 18 anos.

Este relatório médico, que pode ser subscrito por qualquer médico ou psicólogo inscrito nas respetivas Ordens, foi incluído para corresponder a um pedido feito pelo Presidente da República, que, inicialmente, vetou a lei.

Globalmente, e segundo os dados do IRN, este ano 135 pessoas com idades entre os 16 e os 58 anos fizeram pedidos para alterar o nome e o género no cartão do cidadão. O maior número de pedidos foi recebido em Lisboa, com 39, seguido do Porto, com 12.

VEJA AINDA:

CORONAVÍRUS: SALÃO ERÓTICO DO PORTO TOMA MEDIDAS DE PREVENÇÃO

Lusa

VIOLÊNCIA SEXUAL: UMA ‘PANDEMIA’ QUE JÁ LEVOU 136 MULHERES A PEDIR AJUDA

Lusa

EDUCAÇÃO: 20% DAS ESCOLAS NÃO CUMPRE A LEI DA EDUCAÇÃO SEXUAL

Lusa

MADEIRA: HOMEM ACUSADO DE 139 MIL CRIMES DE PORNOGRAFIA DE MENORES

Lusa

BRASIL REGISTOU O RECORDE DE 66 MIL VIOLAÇÕES SEXUAIS EM 2018

Lusa

ASAE ‘FISCALIZOU’ MAIS DE 40 SEX-SHOP RESULTANDO EM QUATRO ‘CONTRAORDENAÇÕES’

Lusa