Mais de 443 mil hectares ficaram completamente destruídos em Portugal, por causa de 17.131 incêndios que deflagraram este ano.
Cerca de 20% (2500) dos incêndios foram postos por mão criminosa, e 34% (4372) deflagraram devido a comportamentos negligentes – queimadas, fogueiras, uso de maquinaria agrícola, etc -, no entanto, 34% (4358) das investigações não apuraram as causas, escreve esta manhã o Jornal de Notícias, que teve acesso a dados da GNR.
A origem em causas naturais, como o de Pedrógão Grande, que começou por causa de um raio, representa apenas 1% (116 fogos). Ocorreram ainda 1306 (10%) de casos de reacendimento.
O ano em que se registaram mais casos de fogo posto foi em 2009, com 27% (3553). O JN escreve ainda que todos os anos, uma grande parte dos incêndios ficam com as causas por apurar. Desde janeiro e até 18 de outubro, 34% dos incêndios ficaram sem as causas apuradas, um número que chegou aos 52% do total em 2007.

