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ECONOMIA & FINANÇAS

EXPORTAÇÕES: VINHOS PORTUGUESES ‘DISPARAM’ 4% NO MERCADO INTERNACIONAL

As exportações de vinhos portugueses totalizaram 447,6 milhões de euros na primeira metade do ano, uma subida de 3,9% relativamente ao primeiro semestre de 2022, segundo dados da associação ViniPortugal hoje divulgados.

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As exportações de vinhos portugueses totalizaram 447,6 milhões de euros na primeira metade do ano, uma subida de 3,9% relativamente ao primeiro semestre de 2022, segundo dados da associação ViniPortugal hoje divulgados.

“Nos primeiros seis meses do ano, as exportações totais de vinho atingiram os 447,6 milhões de euros, 158,3 milhões de litros, a um preço médio de 2,83 euros por litro”, indicou, em comunicado, a ViniPortugal.

Em comparação com o mesmo período de 2022, verificou-se um crescimento de 3,4 milhões de litros nas exportações em volume, 16,8 milhões de euros em valor e 0,05 euros no preço médio.

No período em análise, destaca-se um crescimento das exportações de vinho para o Reino Unido no valor de 13,3 milhões de euros, para o Brasil, com 6,1 milhões de euros, e para Angola, com quatro milhões de euros.

Excluindo o vinho do Porto, observa-se um aumento das exportações em volume de 3,2 milhões ou de mais 2,44% e de 12,2 milhões de euros em valor (+4,9%).

Por sua vez, no preço médio por litro há um aumento de 0,03 euros (1,61%) comparativamente ao mesmo período de 2022.

Aqui destaca-se o Brasil, com uma progressão de 6,3 milhões de euros (+22,52%), bem como Angola, com 3,9 milhões de euros (+22,24%).

O ganho verificado entre janeiro e junho “pode explicar-se pelo aumento da matéria-prima disponível e uma certa normalização dos mercados externos após o início do conflito na Ucrânia”, apontou, citado na mesma nota, o presidente da ViniPortugal, Frederico Falcão.

De acordo com o mesmo responsável, o valor médio dos vinhos tem vindo a crescer e Portugal “já começa a ser reconhecido como país produtor” nos mercados onde trabalha.

“Foi, de facto, um crescimento acima das expectativas e acreditamos que se este ritmo se mantiver iremos terminar 2023 com resultados muito positivos”, assinalou.

A ViniPortugal é a Associação Interprofissional do Vinho, que tem por objetivo promover a imagem de Portugal enquanto produtor de vinhos.

ECONOMIA & FINANÇAS

BANCÁRIOS CHEGAM A ACORDO PARA AUMENTOS SALARIAIS DE 3% ESTE ANO

O Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários (SNQTB) chegou a acordo com o Grupo Negociador das Instituições de Crédito (GNIC/APB), que integra várias entidades, para aumentos de 3% este ano, segundo um comunicado.

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O Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários (SNQTB) chegou a acordo com o Grupo Negociador das Instituições de Crédito (GNIC/APB), que integra várias entidades, para aumentos de 3% este ano, segundo um comunicado.

Na nota, hoje divulgada, a estrutura sindical disse que “na sequência da reunião realizada nesta segunda-feira, 27 de maio, os sócios cujas Instituições de Crédito são representadas pelo GNIC/APB (nomeadamente, Bankinter, BBVA, BPI, Credibom, Haitong, novobanco e Santander) terão aumentos de 3%”, com retroativos a janeiro de 2024, “para as tabelas salariais, pensões de reforma e de sobrevivência, bem como das demais cláusulas com expressão pecuniária”.

O sindicato considera que “após um crescendo de intervenção por parte do SNQTB e dos seus sócios, que culminou com a manifestação da passada quarta-feira durante a Assembleia Geral do BCP”, o GNIC/APB “acabou por vir ao encontro das posições” da estrutura.

O SNQTB lembrou que “as negociações estavam bloqueadas desde março, com o GNIC/APB a propor um aumento de apenas 2,5%, valor que era inaceitável para o SNQTB”, considerando que o acordo hoje alcançado demonstra que a sua proposta “era perfeitamente razoável e comportável”.

Depois de encerrado este processo, o “SNQTB vai continuar a atuar nas restantes mesas negociais (BCP, Montepio, CCAM, entre outras) para salvaguardar os interesses de todos os bancários, ativos e reformados”, assegurou.

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ECONOMIA & FINANÇAS

APOIO A INQUILINOS COM CONTRATO ALTERADO QUE SE MANTENHAM NA MESMA CASA

O Conselho de Ministros aprovou hoje uma mudança no apoio às rendas para que as pessoas que perderam este subsídio, por ter havido alteração ao contrato, possam voltar a recebê-lo, anunciou o ministro da Presidência, Leitão Amaro.

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O Conselho de Ministros aprovou hoje uma mudança no apoio às rendas para que as pessoas que perderam este subsídio, por ter havido alteração ao contrato, possam voltar a recebê-lo, anunciou o ministro da Presidência, Leitão Amaro.

Em causa está o cumprimento de uma das medidas previstas na nova estratégia para a habitação, aprovada pelo Governo no início de maio, em que se permite recuperar para o apoio extraordinário às rendas as pessoas que tinham um contrato anterior a 15 de março de 2023 e que o perderam por ter havido uma alteração e esta ter sido classificada como sendo um novo contrato de arrendamento.

“O que dizemos é que se havia um contrato antes de 15 março de 2023 e se [este se] mantém entre as mesmas partes e no mesmo imóvel, faz-se esta equiparação e permite-se corrigir esta iniquidade”, afirmou o ministro.

Desta forma, mantendo-se as partes e o imóvel, o inquilino que teve o apoio vai voltar a recebê-lo mesmo que tenha havido uma alteração, renovação ou substituição do contrato existente antes de 15 de março de 2023, desde que a pessoa mantenha os requisitos como ter uma taxa de esforço com o pagamento da renda superior a 35%.

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