Ligue-se a nós

REGIÕES

FC PORTO: AS NOVAS BUSCAS E O QUE REALMENTE ESTÁ EM CAUSA ? A INVESTIGAÇÃO

Porto Comercial é o novo alvo das buscas ao universo FC Porto. Em 10 de maio o DIAP do Porto despachou  os mandados de buscas e apreensão de elementos probatórios no âmbito da “Operação Pretoriano”. A Rádio Regional vai explicar-lhe o que realmente está em causa.

Online há

em

Porto Comercial é o novo alvo das buscas ao universo FC Porto. Em 10 de maio o DIAP do Porto despachou  os mandados de buscas e apreensão de elementos probatórios no âmbito da “Operação Pretoriano”. A Rádio Regional vai explicar-lhe o que realmente está em causa.

O pecado original parece ser aquilo que já se suspeitava, o envolvimento de Fernando Madeira (Macaco) e Sandra Madureira por alegada distribuição (leia-se comercialização ilícita) de bilhetes irregulares para jogos do FC Porto aos quatro mil associados oficiais dos “Super Dragões”. Pelo autêntico esquema de pessoas, locais e relações familiares que levaram as autoridades a realizar novas buscas.

Tudo acontece após as primeiras detenções da “Operação Pretoriano”.

Novas investigações colocaram na mira da justiça novos suspeitos e novas provas que chegaram agora à Porto Comercial, uma empresa do universo FC Porto. Em causa está uma “teia” de locais onde se desenrolava um verdadeiro “Mercado Negro” de bilhetes de futebol debaixo do nariz da direção então liderada por Jorge Nuno Pinto da Costa.

Diz o Ministério Público que há um conluio entre Fernando Madureira, Sandra Madureira e agora junta-se Fernando Saúl e Cátia Guedes na gestão e apropriação do dinheiro resultante da venda de bilhetes aos “Super Dragões”. Tal situação prejudicaria patrimonialmente o FC Porto.

Novas provas obtidas por vigilância entre 21 de fevereiro e 28 de abril (já depois das eleições no FC Porto) apuraram-se novas linhas de investigação que colocam Cátia Susana Silva Madureira (funcionária da Loja do Associado) Márcia Raquel Fonseca (nova oficial de ligação com adeptos) Manuel António Magalhães (funcionário da Loja do Associado e cobrador de bilhetes) no olho do furacão.

Questiona a Rádio Regional ? A direção de Jorge Nuno Pinto da Costa tinha conhecimento? Provavelmente sim, porque não há como milhares de bilhetes passarem despercebidos na contabilidade do Dragão.

Vítor Oliveira está fortemente indiciado com os muitos bilhetes alegadamente destinados a “Recursos Humanos”, “Relações Públicas”, “Sócios”, “Atletas” e até “Gratuitos” fazem parte daquilo que o Ministério Publico chamou de “Mercado Negro” cujos proventos acabam na “Família Madureira”.

Das vigilâncias agora conhecidas, as autoridades apuraram que a filha de “Macaco” dedicou-se a substituir os seus pais no negócio ilícito de bilhetes. Foi vista pelas autoridades “à paisana” a negociar bilhetes e a receber dinheiro. O “esquema” funcionava como um verdadeiro Polvo com ramificações a várias pessoas e locais. Novos suspeitos, tais como João Miguel Barros Vasconcelos (mais conhecido como “Gato”), Vítor Manuel Oliveira, Vitor Bruno Oliveira, Manuel de Barros (mais conhecido como (Manuel do Bombo”) são alguns dos que comparticipavam num esquema de venda de bilhetes (alguns acima do valor facial que também é crime).

Catarina Vale Madureira é agora a “herdeira” dos negócios ilícios dos pais (Fernando e Sandra Madureira) ora detidos.

Segundo as investigações os visados agiam de uma forma organizada, nomeadamente evitando concentrações de dinheiro por forma a “contornar ações policiais”. Também os sogros de Fernando Madureira (Macaco) serviram de fieis depositários de quantias financeiras avultadas que resultaram do esquema ilícito da venda de bilhetes.

No processo a que a Rádio Regional teve acesso parece claro que Fernando Madeira estavam vinculado parecia assentar em bilhetes (grátis) a quem se juntasse a ele na vassalagem à então Direção liderada por Pinto da Costa e Adelino Caldeira. Da contabilidade paralela que aparentemente foge ao controlo do FC Porto resultam proventos (avultados) para Madeireira (e seus familiares) que discretamente usavam um estabelecimento comercial na Rua São Roque da Leira – geograficamente bem posicionado – como sede informal dos Super Dragões de onde saiam quantidades consideráveis de dinheiro. Também pelo WhatsApp se transacionavam bilhetes e pagamentos à margem da lei.

A Porto Comercial assume agora um novo envolvimento – leia-se cumplicidade de funcionários e responsáveis – que justificou a realização de buscas, recolha de novas provas e realização de perícias forenses com apreensão de documentos e registos informáticos; envolvendo assim uma empresa do universo FC Porto num ardiloso esquema criminoso.

(Notícia em Atualização)


Vítor Fernandes

 

 

 

REGIÕES

PORTO: AUTARQUIA DÁ INÍCIO À CLASSIFICAÇÃO DO CENTRO COMERCIAL STOP

A Câmara Municipal do Porto lançou a abertura do procedimento de classificação do centro comercial Stop como imóvel de interesse municipal, segundo um edital publicado hoje em Diário da República.

Online há

em

A Câmara Municipal do Porto lançou a abertura do procedimento de classificação do centro comercial Stop como imóvel de interesse municipal, segundo um edital publicado hoje em Diário da República.

Consultado pela Lusa, o edital indica que o despacho do presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, determina “a abertura do procedimento de classificação para monumento de interesse municipal do CCStop”.

O Stop, onde maioritariamente funcionam salas de ensaio e estúdios, viu a maioria das frações serem seladas em 18 de julho de 2023, deixando quase 500 artistas e lojistas sem terem para onde ir, mas reabriu a 04 de agosto, com um carro de bombeiros à porta.

Neste momento, o centro comercial está a funcionar por tempo indeterminado, na sequência de uma providência cautelar interposta pelos proprietários à decisão da câmara de encerrar o edifício, confirmou Rui Moreira a 22 de setembro.

Em novembro, o executivo da Câmara do Porto aprovou por unanimidade avançar com a classificação do centro comercial Stop, que implica, ao abrigo da Lei de Bases do Património Cultural, a constituição de uma zona geral de proteção de 50 metros.

Segundo o edital, os interessados poderão reclamar ou interpor recurso do ato, conforme estabelece o Código do Procedimento Administrativo, “sem prejuízo da possibilidade de impugnação contenciosa”.

No início deste ano, Rui Moreira adiantou que estavam a ser concretizadas todas as intervenções de segurança exigidas para o funcionamento do centro comercial e que a única situação por resolver prendia-se com uma porta de segurança.

Já quanto à Escola Pires de Lima, solução apresentada pelo município aos músicos em alternativa ao Stop, Rui Moreira esclareceu que o projeto está a ser desenvolvido e exibiu aos vereadores a maquete do edifício.

Também o vereador do Urbanismo, Pedro Baganha, esclareceu que não existiam desenhos atualizados da escola e que teve de ser feito “um levantamento integral do edifício”, estando, neste momento, o município a terminar a contratação de um consultor em acústica e espaços de ensaio.

Já quanto às patologias identificadas no edifico, Pedro Baganha esclareceu que as mais evidentes, como a entrada de chuva e infraestruturas partidas, “estão resolvidas”.

Segundo o vereador, a escola contempla cinco torres e um edifício central, sendo que três torres vão ser utilizadas para espaços de gravação.

O espaço central, que será desenvolvido numa segunda fase do projeto, também contará com estúdios de gravação e espaços de armazenamento de material.

Pedro Baganha adiantou que o projeto vai desenrolar-se “edifício a edifício”, uma vez que se trata de um “projeto completamente atípico”.

“Nunca fizemos nada disto, temos de ir desbravando caminho”, afirmou, recusando comprometer-se com prazos, mas dizendo ter expectativa de que no final do ano os músicos possam ocupar as primeiras torres.

LER MAIS

REGIÕES

RIBEIRA DE PENA: EX-AUTARCA VAI SER JULGADO POR PREVARICAÇÃO E FALSIFICAÇÃO

O ex-presidente da Câmara de Ribeira de Pena, Rui Vaz Alves, começa a ser julgado terça-feira, no Tribunal de Vila Real, pelos crimes de prevaricação, participação económica em negócio e falsificação de documento, disse fonte judicial.

Online há

em

O ex-presidente da Câmara de Ribeira de Pena, Rui Vaz Alves, começa a ser julgado terça-feira, no Tribunal de Vila Real, pelos crimes de prevaricação, participação económica em negócio e falsificação de documento, disse fonte judicial.

Conjuntamente com o antigo autarca socialista, vão ser também julgados, por um coletivo de juízes, um chefe de divisão das obras municipais, uma empresária e a empresa construtura que esta última representava.

De acordo com o despacho de acusação, divulgado em março de 2023 pela Procuradoria-Geral Regional do Porto (PGR-P), os três arguidos — antigo presidente da câmara, chefe de divisão das obras municipais e empresária — estão acusados em coautoria, em concurso real, por um crime de prevaricação, um crime de participação económica em negócio e um crime de falsificação de documento.

A empresa está indiciada de um crime de falsificação de documento.

Segundo o MP, entre 2016 e 2017, o antigo autarca e chefe de divisão, em conluio com a empresária e construtora, determinaram e executaram 13 obras públicas sem qualquer procedimento de contratação pública prévio, num total de 111 mil euros.

“Tais obras foram negociadas e apenas acompanhadas e fiscalizadas pelos arguidos, além disso, em quatro dessas obras, foram inflacionados os respetivos preços ou quantidades no valor global de 28.901 euros suportados por autos de medição falsos”, pode ler-se no despacho de acusação.

Contudo, acrescentou o MP, essas obras não foram pagas pela autarquia, porque o antigo presidente não foi reconduzido no cargo.

Rui Vaz Alves foi eleito pelo PS para a presidência da Câmara de Ribeira de Pena em 2013, não se tendo recandidatado a um segundo mandato em 2017.

A acusação referiu que a construtora, através da empresária que a representava, recorreu ao Tribunal Administrativo e Fiscal para obter o respetivo pagamento das obras.

O MP requereu a perda a favor do Estado de 28.901 euros correspondendo aos trabalhos faturados e não realizados, assim como a perda a favor do Estado do “património incongruente” apurado entre os anos de 2015 e 2021 na esfera patrimonial dos arguidos, nomeadamente de 198.024 euros ao ex-presidente, 96.910 euros ao chefe de divisão e 219.365 euros à empresária.

Para garantia de tais valores, o Ministério Público requereu, e foram determinados, arrestos preventivos ao património destes três arguidos particulares.

LER MAIS
Subscrever Canal WhatsApp
RÁDIO ONLINE
ASSOCIAÇÃO SALVADOR, HÁ 20 ANOS A TIRAR SONHOS DO PAPEL

LINHA CANCRO
DESPORTO DIRETO

RÁDIO REGIONAL NACIONAL: SD | HD



RÁDIO REGIONAL VILA REAL


RÁDIO REGIONAL CHAVES


RÁDIO REGIONAL BRAGANÇA


RÁDIO REGIONAL MIRANDELA


MUSICBOX

WEBRADIO 100% PORTUGAL


WEBRADIO 100% POPULAR


WEBRADIO 100% LOVE SONGS


WEBRADIO 100% BRASIL


WEBRADIO 100% OLDIES


WEBRADIO 100% ROCK


WEBRADIO 100% DANCE


WEBRADIO 100% INSPIRATION

KEYWORDS

FABIO NEURAL @ ENCODING


NARCÓTICOS ANÓNIMOS
PAGAMENTO PONTUAL


MAIS LIDAS