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SÉRGIO CONCEIÇÃO: ‘NÃO ME CONVIDEM MAIS PARA REUNIÕES’ (VÍDEO)

O Rio Ave surpreendeu hoje o FC Porto, com uma vitória por 3-1, em partida da quarta jornada da I Liga, que os vila-condenses resolveram ainda na primeira parte, repetindo um feito com 18 anos.

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O Rio Ave surpreendeu hoje o FC Porto, com uma vitória por 3-1, em partida da quarta jornada da I Liga, que os vila-condenses resolveram ainda na primeira parte, repetindo um feito com 18 anos.

Com um ‘bis’ de Aziz, assinado aos 22 e 43 minutos, e um tento Pedro Amaral, as 33, a que o FC Porto ainda respondeu com o tento de honra apontado por Toni Martínez, já nos descontos, aos 90+3, a equipa da foz do Ave conseguiu o seu terceiro triunfo no longo historial de 67 jogos frente ‘dragões’, sendo que o último êxito tinha sido conquistado, também em casa, em 2004.

Neste jogo, os vila-condenses fizeram da eficácia a sua maior arma, marcando três golos em cinco remates na etapa inicial, e conseguindo o primeiro triunfo no campeonato, que lhe rende agora quatro pontos e a subida ao 14.º lugar da classificação.

Já os ‘azuis brancos’, que tiveram um primeiro tempo desastrado, e uma segunda metade de desperdício, nomeadamente com um penálti de Taremi aos ‘ferros’, encaixaram o primeiro desaire da temporada, e caíram para o terceiro lugar da I Liga, com nove pontos, os mesmos que Portimonense e Benfica, embora as ‘águias’ com menos um jogo, e a um ponto do novo líder Sporting de Braga.

O Rio Ave, que na jornada passada tinha conquistado o primeiro ponto da época, no duelo com o Estoril Praia, apresentou-se para este desafio com apenas uma alteração na equipa titular, com Amine a entrar no lugar de Vítor Gomes.

Essa estabilidade encaminhou a formação da foz do Ave para uma entrada atrevida no desafio, com o jovem Fábio Ronaldo a mostrar irreverência, e logo no primeiro minuto a alvejar a baliza portista.

O FC Porto, que repetiu os mesmos titulares da vitória (3-0) no clássico com Sporting, com Taremi a recuperar de lesão, demorou um pouco a estancar a inicial audácia dos locais, e tentou responder, logo depois, com um remate de Evanilson.

Nesta fase inicial, os ‘dragões’ até avolumaram a presença na área do Rio Ave, tentando esticar o jogo, e povoando a frente de ataque, mas sentiam dificuldades na altura da finalização, muito por culpa de uma coesa cortina defensiva dos vila-condenses com cinco elementos.

Respaldados por essa solidez na defesa, os comandados de Luís Freire começaram a investir nos contra-ataques e aos 22 minutos desenharam uma jogada tão simples, como eficaz, que resultou no golo inaugural.

Costinha descobriu Fábio Ronaldo sem adversários por perto, e o jovem extremo soltou rápido para Aziz, que, no frente a frente, com Diogo Costa teve suficiente frieza para assinar o 1-0.

O tento do conjunto da foz do Ave pesou animicamente nos ‘azuis e brancos’, que tentaram responder, mas quase sempre de forma ‘atabalhoada’.

Evanilson, já perto da meia hora, ainda chegou a introduzir a bola na baliza vila-condense, num lance anulado por fora de jogo do brasileiro.

A resposta dos locais foi letal, e novamente em contra-ataque, com Aziz, aos 33 minutos, a assumir-se como o protagonista do jogo, tirando com classe Marcano do caminho e servido Pedro Amaral, que, com parca oposição, desviou para o 2-0.

Este segundo golo expôs um FC Porto a jogar apenas com coração, tanto nas manobras ofensivas, como na defesa, onde nova fissura se abriu, já perto do intervalo, para o surpreendente terceiro golo do insaciável Rio Ave.

Desta feita, os papéis inverteram-se, sendo Pedro Amaral a ludibriar o defesa portista João Mário, e servir Aziz, que, com um belo cabeceamento, assinou o 3-0 com que se chegou ao intervalo.

A insatisfação do técnico portista, Sérgio Conceição no tempo de descanso, foi logo corporizada com três alterações no reatamento, promovendo as entradas de Galeno, Gabriel Veron e Toni Martínez, para os lugares de João Mário, Evanilson e Bruno Costa.

A mexida teve efeito práticos na postura da equipa ‘azul e branca’, que surgiu com bem mais embalo ofensivo, mas numa pressão que tardava em dar efeitos práticos, porque o Rio Ave fechava-se com um bloco baixo.

Aos 62 minutos, surgiu o primeiro deslize da equipa da casa, com Costinha a desviar com o braço um cruzamento de Galeno, num lance que, após análise das imagens do videoárbitro (VAR), foi sancionado com grande penalidade.

No entanto, a noite de pouco acerto do FC Porto foi mais uma vez evidenciada, desta feita por Taremi, que, na cobrança do castigo, desperdiçou a oportunidade atirando aos ferros da baliza vila-condense.

O esbanjar do iraniano encheu de confiança os donos do terreno na missão de segurar o resultado, numa tarefa facilitada pela inconsequente pressão dos visitantes, que tiveram num ‘tiro’ de Toni Martínez, para boa defesa de Jhonatan, uma das melhores oportunidades.

Os nervosos ‘dragões’ ainda tentaram o tudo por tudo na parte final, abdicando do central Marcano para estreia de André Franco, e depois de várias tentativas chegaram o golo de honra, num desvio Toni Martinéz, após cruzamento de Pepe.

Os portistas, mesmo com tempo escasso, ainda acreditaram em algo mais, mas ora pela falta de pontaria, ora pelas intervenções do guarda-redes contrário, já não conseguiram mexer no 3-1 final.

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PORTUGAL PERDE COM ESPANHA E FALHA ‘FINAL FOUR’ DA LIGA DAS NAÇÕES

A seleção portuguesa de futebol foi hoje afastada da ‘final four’ da Liga das Nações, ao perder por 1-0 com a Espanha, em encontro da sexta e última jornada do Grupo A2, no Estádio Municipal de Braga.

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A seleção portuguesa de futebol foi hoje afastada da ‘final four’ da Liga das Nações, ao perder por 1-0 com a Espanha, em encontro da sexta e última jornada do Grupo A2, no Estádio Municipal de Braga.

Um golo de Álvaro Morata, aos 88 minutos, selou o triunfo da ‘roja’, finalista vencida em 2021, que ganhou o agrupamento, com 11 pontos, contra 10 de Portugal e nove da Suíça, que venceu em casa a República Checa (2-1), regelada à Liga B, com quatro.

Portugal, vencedor em 2019, só precisava de empatar com a Espanha para selar um lugar na ‘final four’ da terceira edição da Liga das Nações, que se disputará de 14 a 18 de junho de 2023, com Espanha, Croácia, Itália e Países Baixos.

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LIGA NAÇÕES: PORTUGAL DEFRONTA ESPANHA COM A ‘MIRA’ NA SEGUNDA FINAL FOUR

A seleção portuguesa de futebol precisa apenas de empatar hoje na receção à Espanha, em Braga, no derradeiro encontro do Grupo A2, para conseguir, pela segunda vez em três edições, um lugar na ‘final four’ da Liga das Nações.

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A seleção portuguesa de futebol precisa apenas de empatar hoje na receção à Espanha, em Braga, no derradeiro encontro do Grupo A2, para conseguir, pela segunda vez em três edições, um lugar na ‘final four’ da Liga das Nações.

O triunfo na República Checa (4-0), no sábado, deixou Portugal a depender apenas de si próprio para alcançar a próxima fase da competição, uma vez que, à entrada para a sexta e última jornada, lidera o grupo, com mais dois pontos do que a Espanha, que perdeu na receção à Suíça (1-2).

A formação comandada por Fernando Santos tem, assim, tudo a seu favor para voltar – três anos depois de conquistar a primeira edição, no Dragão – à ‘final four’ da prova da UEFA, até porque o histórico recente com a Espanha só ostenta empates.

Com João Félix recuperado dos problemas físicos que o afastaram do encontro com os checos, o selecionador luso tem disponíveis os 25 jogadores que se encontram às suas ordens, inclusive João Cancelo, que cumpriu suspensão e falhou o duelo em Praga.

Portugueses ou espanhóis vão fechar o lote das seleções presentes na ‘final four’, para a qual já se apuraram Croácia, Itália e Países Baixos, que venceram os grupos A1, A3 e A4, respetivamente.

O encontro entre Portugal e Espanha, da sexta e última jornada do Grupo A2 da Liga das Nações de 2022/23, tem início marcado para as 19:45, no Estádio Municipal de Braga, com arbitragem do italiano Daniele Orsato.

Após cinco rondas, a formação das ‘quinas’ lidera o agrupamento, com 10 pontos, contra oito da Espanha, seis da Suíça e quatro da República Checa, sendo que o primeiro classificado segue para a ‘final four’ e o último é despromovido à Liga B.

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TRÊS ADEPTOS DO ESTORIL FORA DOS ESTÁDIOS POR INTOLERÂNCIA

Os três adeptos do Estoril Praia acusados de intolerância com apoiantes do FC Porto estão impedidos de entrar em estádios, devido aos incidentes no encontro entre os dois clubes para a I Liga de futebol, em 16 de setembro.

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Os três adeptos do Estoril Praia acusados de intolerância com apoiantes do FC Porto estão impedidos de entrar em estádios, devido aos incidentes no encontro entre os dois clubes para a I Liga de futebol, em 16 de setembro.

Em comunicado, a Autoridade para a Prevenção e Combate à Violência no Desporto (APCVD) deu hoje conta da decisão proferida na semana passada, relativamente ao caso dos insultos a um homem, com uma criança ao colo, ambos vestidos com camisolas do FC Porto, que terão sido cuspidos enquanto se encontravam numa zona da bancada destinada aos adeptos anfitriões.

“Os três adeptos do Estoril identificados pela GNR, a propósito dos incidentes do jogo Estoril Praia-FC Porto de 16 de setembro, estão já proibidos de entrar em recintos desportivos. Os suspeitos foram notificados pela PSP da decisão da APCVD, que impõe medida cautelar de interdição de acesso a recintos desportivos, e assim aguardarão a conclusão do respetivo processo de contraordenação”, lê-se na referida nota.

Estes três indivíduos podem ser punidos com coimas entre os 1.000 e os 10.000 euros e com pena de interdição de acesso a recintos desportivos até dois anos.

Na sequência do incidente ocorrido no recinto cascalense, e segundo apurado pela APCVD, o pai e a criança com a camisola do FC Porto, vítimas de atos de intolerância, mantiveram-se na mesma bancada, ainda que com a necessidade de os deslocar alguns metros para manter salvaguardada a sua integridade física.

Criança e pai continuaram assim com a camisola do respetivo clube, acolhidos entre adeptos do Estoril, que se demarcaram e mostraram indignados com os atos de intolerância ocorridos.

No dia seguinte, o Estoril Praia lamentou o ocorrido, condenando “todo e qualquer ato de violência, seja ele de que natureza for”.

“Lamentamos profundamente a situação vivida pela filha do adepto do FC Porto no Estádio António Coimbra da Mota, pedindo-lhe desculpas e desejando que nunca deixe de apreciar a verdadeira essência do Desporto. Condenamos as atitudes de quem não consegue controlar as suas emoções e permite que atitudes provocatórias de supostos adeptos de futebol se transformem num momento lamentável de agressividade que não tem lugar num estádio de futebol”, lê-se no comunicado do emblema cascalense.

O Estoril Praia rematou a nota disponibilizando-se “para continuar a colaborar com as entidades competentes na procura das soluções adequadas que possam impedir este género de episódio de voltar a ocorrer num recinto desportivo”.

Antes, já o secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Correia, e o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Pedro Proença, tinham repudiado este incidente.

Esta foi a segunda vez no espaço de uma semana que tanto o secretário de Estado da Juventude e do Desporto como o presidente da LPFP lamentaram incidentes ocorridos com adeptos em estádios da I Liga.

Em 10 de setembro, uma criança foi obrigada a despir uma camisola do Benfica no estádio do Famalicão, por se encontrar, juntamente com o pai, numa bancada com maioria de adeptos locais.

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PORTUGAL JÁ NÃO PERDE COM A ESPANHA HÁ MAIS DE UMA DÉCADA

A seleção portuguesa de futebol está invicta face à Espanha há mais de uma década e os últimos quatro encontros acabaram empatados, mas a desvantagem luso, no total de todos os duelos, ainda é ‘imensa’.

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A seleção portuguesa de futebol está invicta face à Espanha há mais de uma década e os últimos quatro encontros acabaram empatados, mas a desvantagem luso, no total de todos os duelos, ainda é ‘imensa’.

Em 42 encontros, entre oficiais e particulares, a ‘roja’ lidera claramente, com 17 vitórias — mas outros tantos empates -, contra apenas oito lusas, duas nem reconhecidas pela FIFA, devido à Guerra Civil espanhola, e mais 31 golos marcados (79 contra 48).

A superioridade assenta, sobretudo, nos jogos disputados em solo espanhol (11 triunfos, contra um), sendo que, em matéria de jogos oficiais, também só há registo de uma vitória de Portugal contra quatro da Espanha, mais cinco empates.

O encontro de sábado, o 43.º entre as duas seleções, é, porém, em solo luso, onde Portugal lidera o histórico, com mais uma vitória (seis contra cinco), em 19 jogos, não incluindo nestes contas o 1-0 em ‘campo neutro’ (Alvalade) no Euro2004.

A formação das ‘quinas’ tem vantagem em casa e está também, estatisticamente, invicta desde o desaire por 1-0, selado por um golo de David Villa, nos oitavos de final do Mundial de 2010, precisamente a edição que a Espanha arrebatou.

Na ‘ressaca’ desse encontro, meses volvidos, Portugal goleou na Luz por 4-0, com um ‘bis’ de Hélder Postiga e tentos de Carlos Martins e Hugo Almeida, seguindo-se cinco igualdades, ainda que a primeira tenha redundado numa derrota lusa nos penáltis.

Em 2012, nas meias-finais do Europeu, num embate disputado em Donetsk, os 120 minutos chegaram sem golos, ficando para a estatística uma igualdade, mas quem seguiu para a final foi a Espanha, ao impor-se por 4-2 na ‘lotaria’.

Os quatro últimos encontros não tiveram tempo extra ou penáltis e acabam mesmo empatados, o primeiro dos quais na estreia das duas formações no Europeu de 2018, em Sochi, na Rússia, marcado por um ‘hat-trick’ de Cristiano Ronaldo.

Num encontro frenético, com seis golos, Portugal esteve a vencer por 1-0 e 2-1, mas Diego Costa respondeu a Ronaldo e Nacho selou a reviravolta, antes do ‘capitão’ luso ter a última ‘palavra’, aos 88 minutos, empatando o jogo de livre direto.

Em contraste com este ‘jogão’, os dois confrontos que se seguiram acabaram como começaram, com empates a zero, o primeiro em Alvalade, em 07 de outubro de 2020, e o segundo no Wanda Metropolitano, em Madrid, em 04 de junho de 2021.

O derradeiro jogo entre as duas seleções aconteceu em 02 de junho de 2022 e acabou empatado a um, na primeira jornada do Grupo A2 da edição 2022/23 da Liga das Nações.

No Estádio Benito Villamarín, em Sevilha, a casa do Betis, os espanhóis adiantaram-se no marcador aos 25 minutos, por Álvaro Morata, mas a formação lusa ainda conseguiu resgatar a igualdade, com um tento do suplente Ricardo Horta, aos 82.

Caso volte a empatar com a Espanha, na terça-feira, Portugal segue para a ‘final four’ da Liga das Nações 2022/23, repetindo o que conseguiu em 2019. Então, em solo luso, a seleção das ‘quinas’ impôs-se (3-1 à Suíça e 1-0 aos Países Baixos).

Em matéria de jogos em casa com os espanhóis, e antes do 4-0 de Alvalade, em 2010, Portugal venceu por 1-0 em 1938, 4-1 em 1947, 3-1 em 1956, 2-1 em 1964 e 2-0 em 1981, sempre em particulares.

Há ainda a registar o triunfo, por 1-0, conseguido também na casa do Sporting, na terceira e última jornada da fase de grupos do Europeu de 2004, que é considerado, estatisticamente, como sendo disputado em campo neutro.

Em 20 de junho, num embate decisivo, a formação comandada por Luiz Felipe Scolari levou a melhor, seguindo para os quartos de final, graças a um golo do suplente Nuno Gomes, que, aos 57 minutos, bateu Casillas com um remate de fora da área.

O 43.º encontro entre Portugal e Espanha, e 11.º oficial, da sexta e última jornada do Grupo A2 da Liga das Nações 2022/23, está marcado para terça-feira, no Estádio Municipal de Braga, a partir das 19:45, com arbitragem do italiano Daniele Orsato.

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