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INTERNACIONAL

GAZPROM FAZ NOVOS CORTES NO FORNECIMENTO DE GÁS À UE (FRANÇA)

A empresa russa Gazprom vai proceder a novos cortes nas suas entregas de gás à Engie devido a um desacordo sobre a execução dos contratos, anunciou esta terça-feira a principal fornecedora de gás em França.

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A empresa russa Gazprom vai proceder a novos cortes nas suas entregas de gás à Engie devido a um desacordo sobre a execução dos contratos, anunciou esta terça-feira a principal fornecedora de gás em França.

Os fornecimentos de gás russo à Engie diminuíram consideravelmente desde o início da guerra na Ucrânia, em 24 de fevereiro, caindo recentemente para apenas 1,5 terawatt-hora (TWh), disse a empresa francesa em comunicado, citado pela agência AFP.

Este valor deve ser visto no contexto de “fornecimentos anuais totais na Europa de mais de 400 TWh“, acrescentou a Engie, na qual o Estado francês detém quase 24%.

O grupo afirmou já ter posto em prática medidas para poder fornecer os seus clientes mesmo no caso de uma interrupção nos fluxos da Gazprom. “A Engie já tinha assegurado os volumes necessários para assegurar o abastecimento dos seus clientes e para as suas próprias necessidades”, disse a empresa.

Na quinta-feira passada, as reservas de gás da França excederam o limite de 90% de enchimento para o inverno, de acordo com a plataforma do Inventário Europeu de Armazenamento de Gás Agregado (AGSI), e estão no bom caminho para cumprir a meta de 100% até novembro, segundo a AFP.

O porta-voz do Governo, Olivier Véran, confirmou esta terça-feira na rádio Franceinfo que o objetivo será alcançado “até ao fim do verão“, mas avisou que isto não significa que a França terá gás suficiente para passar o inverno se os russos o cortarem e se o consumo for elevado.

No final de julho, a Engie disse ter reduzido significativamente a sua “exposição financeira e física ao gás russo“, que já representava apenas cerca de 4% dos seus aprovisionamentos. “Está completamente dentro da margem de flexibilidade das nossas carteiras, por isso não estamos nada preocupados”, disse a presidente executiva da Engie, Catherine MacGregor.

Desde o início da guerra na Ucrânia, a Rússia tem reagido às sanções dos países ocidentais com cortes nos fornecimentos de gás, alegando problemas técnicos ou alterações contratuais relativamente ao pagamento na moeda russa, o rublo.

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INTERNACIONAL

TRUMP PROMETE A ZELENSKY “ACABAR COM A GUERRA NA UCRÂNIA” SE FOR PRESIDENTE

O ex-presidente norte-americano Donald Trump disse na sexta-feira que falou ao telefone com o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, e que lhe prometeu “acabar com a guerra” entre Ucrânia e Rússia se regressar à Casa Branca.

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O ex-presidente norte-americano Donald Trump disse na sexta-feira que falou ao telefone com o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, e que lhe prometeu “acabar com a guerra” entre Ucrânia e Rússia se regressar à Casa Branca.

Trump afirma frequentemente que seria capaz de colocar um termo ao conflito na Ucrânia, muito rapidamente, se regressar ao poder após as presidenciais de novembro, mas sem explicar como o faria.

Os seus frequentes elogios ao presidente russo, Vladimir Putin, bem como as suas críticas a outros países membros da NATO, causam preocupações entre os aliados ocidentais da Ucrânia.

Os Estados Unidos, sob a presidência de Joe Biden, são o maior doador de ajuda militar a Kiev e uma vitória de Donald Trump poderia colocar em risco qualquer ajuda e enfraquecer a posição ucraniana no campo de batalha.

Volodymyr Zelensky confirmou o telefonema, durante o qual felicitou o multimilionário pela sua investidura oficial como candidato republicado à presidência dos Estados Unidos.

“Frisei o apoio vital de ambos os partidos e de ambas as câmaras do Congresso norte-americano para proteger a liberdade e a independência da nossa nação. Acordámos com o presidente Trump discutir, numa reunião presencial, as medidas a tomar para uma paz justa e duradoura”, escreveu o presidente ucraniano no X.

Zelensky condenou ainda a tentativa “chocante” de assassinato que teve Donald Trump como alvo, no sábado, na Pensilvânia.

A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada a 24 de fevereiro de 2022, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Os últimos meses foram marcados por ataques aéreos em grande escala da Rússia contra cidades e infraestruturas ucranianas, ao passo que as forças de Kiev têm visado alvos em território russo próximos da fronteira e na península da Crimeia, anexada em 2014.

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RYANAIR COM PERTURBAÇÕES NA OPERAÇÃO DEVIDO A FALHA DA MICROSOFT

A Ryanair anunciou hoje que está “a enfrentar perturbações na rede devido a uma interrupção global de informática de um terceiro”, após ter sido anunciada uma falha no sistema da Microsoft que está a causar problemas em inúmeras empresas.

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A Ryanair anunciou hoje que está “a enfrentar perturbações na rede devido a uma interrupção global de informática de um terceiro”, após ter sido anunciada uma falha no sistema da Microsoft que está a causar problemas em inúmeras empresas.

“Aconselhamos todos os passageiros a chegarem ao aeroporto pelo menos três horas antes da hora prevista de partida”, acrescentou a companhia aérea irlandesa, nos seus canais oficiais.

A Ryanair disse ainda que quem vai viajar hoje e ainda não fez o ‘ckeck-in’ do voo, pode fazê-lo no aeroporto.

Já a Autoridade Britânica de Aviação Civil (CAA) avisou, nas redes sociais, que “uma falha nos sistemas informáticos pode levar a tempos de espera mais longos do que o normal nos aeroportos”.

Os anúncios surgem após a ‘gigante’ tecnológica Microsoft ter anunciado que estava a adotar “medidas de mitigação” depois de uma interrupção ter afetado várias empresas em diferentes países.

Também a gestora aeroportuária ANA, disse que são esperados constrangimentos nos aeroportos portugueses, já que há companhias aéreas e empresas de ‘handling’ (assistência em terra) afetadas pela falha global no sistema da Microsoft, pedindo aos passageiros que se informem sobre o estado dos seus voos.

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