Hoje foi conhecida uma decisão do Comando Territorial do Porto da GNR, que assume constrangimentos orçamentais para a manutenção e reparação das suas viaturas. Um dos seus destacamentos avançou com medidas concretas, como a opção pelo do patrulhamento a pé.
Ainda na referida notícia, o destacamento do Comando Territorial do Porto terá avançado ainda com mais medidas concretas nos seus postos. Entre as medidas estará a recomendação de que os soldados privilegiem o patrulhamento “apeado, moto ou ciclo”, em detrimento do patrulhamento automóvel.
A notícia integralmente pode ser lida aqui:
GNR: PATRULHAS A PÉ … PARA POUPAR
Horas depois, a GNR reage à notícia enviando um comunicado às redacções, que esclarece a noticia adiantada pela comunicação social.
Da nota de esclarecimento, pode ler-se que:
Na sequência da notícia publicada em alguns órgãos de comunicação social relativamente a restrições orçamentais no Comando Territorial do Porto, a Guarda Nacional Republicana esclarece que as orientações dadas pelo Comando Territorial foram no sentido de reforçar o cabal cumprimento dos princípios legais e respectivos procedimentos administrativos para a realização de despesa pública.
O Comando da Guarda não transmitiu qualquer instrução no sentido da não utilização de viaturas para o cumprimento da sua missão, bem como quanto à reparação da mesmas.
De salientar que, pese embora o parque automóvel da Guarda ter uma média de idade superior a 10 anos, a operacionalidade das viaturas tem-se mantido na ordem dos 80%, o que se considera de muito positivo, tendo em conta a idade e quilometragem das mesmas.
A nota é assinada pelo Major Bruno Marques, que em nome das Relações Públicas da GNR reage à notícia hoje difundida pela Comunicação Social.

