Vários setores da administração pública e do setor privado enfrentam esta sexta-feira fortes perturbações devido a uma greve convocada por diversas estruturas sindicais. A paralisação coincide com uma manifestação nacional da CGTP em Lisboa contra o pacote laboral em discussão na Concertação Social.
Estão previstos constrangimentos significativos em áreas como educação, saúde, administração local, IPSS, restauração e espetáculos. Estruturas como a Fenprof e a FESAHT emitiram pré-avisos de greve para permitir a participação dos trabalhadores no protesto, que terá início às 14h30 na zona do Saldanha.
Os serviços públicos essenciais deverão ser os mais afetados, admitindo-se o encerramento total ou parcial de algumas escolas e atrasos em consultas não urgentes nos hospitais. Também a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) poderá registar condicionamentos no atendimento.
A CGTP antecipa uma forte adesão à greve, que o secretário-geral Tiago Oliveira classifica como uma resposta necessária contra o que considera ser um retrocesso nas condições laborais. A UGT não se associou ao protesto.
