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GUERRA: PORTUGAL VAI TREINAR MILITARES UCRANIANOS – NUNO MELO

O ministro da Defesa anunciou esta quinta-feira que Portugal vai treinar militares ucranianos na utilização de carros de combate, à semelhança do que está a ser feito para os caças F-16, e que a disponibilidade “é imediata”.

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O ministro da Defesa anunciou esta quinta-feira que Portugal vai treinar militares ucranianos na utilização de carros de combate, à semelhança do que está a ser feito para os caças F-16, e que a disponibilidade “é imediata”.

“Implica treino naquilo que é o desempenho da artilharia, em carros de combate, em Portugal. Como sabe, nós temos já militares ucranianos a serem treinados em Portugal, no universo F-16 […], e agora também no que tem que ver com terra e os carros de combate, que são uma prioridade”, disse Nuno Melo, no final do primeiro dia de um encontro ministerial da Aliança Atlântica, em Bruxelas.

Falando aos jornalistas no quartel-general da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), o ministro da Defesa Nacional revelou que a assinatura do protocolo para instrução de militares em carros de combate vai ser “hoje à tarde”.

“A disponibilidade de Portugal é imediata”, completou.

Nuno Melo disse que durante a reunião do Grupo de Contacto para a Defesa da Ucrânia, encabeçado pelos Estados Unidos, foi consensual a opinião de que “as dificuldades para a Rússia continuam a aumentar”.

“Isso são más notícias para a Rússia, melhores notícias para a Ucrânia”, reconheceu, considerando que o conflito é também uma luta pelos “valores civilizacionais”.

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INTERNACIONAL

DIA 21 DE JULHO FOI O DIA MAIS QUENTE DE SEMPRE NO PLANETA

O dia 21 de julho foi o mais quente no mundo desde que os registos começaram em 1940, com uma temperatura média global à superfície da Terra de 17,09 graus Celsius, adiantou na terça-feira o programa europeu Copernicus.

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O dia 21 de julho foi o mais quente no mundo desde que os registos começaram em 1940, com uma temperatura média global à superfície da Terra de 17,09 graus Celsius, adiantou na terça-feira o programa europeu Copernicus.

O registo excede ligeiramente (0,01°C) o máximo anterior, datado de 06 de julho de 2023.

Segundo o Copernicus, este novo recorde diário, que surge numa altura em que as ondas de calor atingem partes dos Estados Unidos e da Europa, poderá voltar a ser ultrapassado nos próximos dias, antes de as temperaturas baixarem, embora possa haver flutuações nas próximas semanas.

“O que é verdadeiramente surpreendente é a magnitude da diferença entre a temperatura dos últimos 13 meses e os recordes de temperatura anteriores”, frisou o diretor do Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S), Carlo Buontempo, citado num comunicado.

“Estamos agora em território desconhecido e à medida que o clima continuar a aquecer, veremos certamente novos recordes a serem batidos nos próximos meses e anos”, alertou.

Antes de julho de 2023, o anterior recorde diário de temperatura média global era de 16,8°C, atingido a 13 de agosto de 2016, de acordo com os dados do Copernicus.

Desde 03 de julho de 2023, 57 dias ultrapassaram o recorde de 2016.

Depois de um ano de 2023 recorde de calor, junho de 2024 foi o mês de junho mais quente já medido, tornando-se o 13.º mês consecutivo a estabelecer um recorde de temperatura média mais elevada do que meses equivalentes.

A temperatura média global dos últimos 12 meses é, portanto, a “mais elevada alguma vez registada (…), 1,64°C acima da média pré-industrial de 1850-1900”, quando a desflorestação e a queima de carvão , gás ou petróleo ainda não tinham aquecido o clima da Terra, sublinhou o Copernicus no início de julho.

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KAMALA HARRIS ESPERA NOMEAÇÃO DEMOCRATA CONTRA TRUMP

A vice-presidente norte-americana, Kamala Harris, afirmou hoje pretender “merecer e ganhar” a nomeação do Partido Democrata às eleições presidenciais e derrotar o republicano Donald Trump, após ter recebido o apoio do desistente Joe Biden.

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A vice-presidente norte-americana, Kamala Harris, afirmou hoje pretender “merecer e ganhar” a nomeação do Partido Democrata às eleições presidenciais e derrotar o republicano Donald Trump, após ter recebido o apoio do desistente Joe Biden.

“É uma honra receber a recomendação do Presidente e a minha intenção é merecer e ganhar esta nomeação”, disse Harris, numa declaração em que qualifica a decisão de Joe Biden abandonar a corrida de um “ato abnegado e patriótico”.

A desistência de Joe Biden a uma reeleição no cargo, hoje anunciada, acontece um mês antes da convenção dos Democratas, na qual deverá ser escolhido novo candidato. A convenção está marcada de 19 a 22 de agosto, em Chicago, e o que deveria ser uma confirmação de Joe Biden na corrida à Casa Branca transformou-se num “concurso aberto”, como escreveu a Associated Press, no qual 4.700 delegados vão votar num candidato para defrontar o republicano Donald Trump nas presidenciais de novembro.

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