HIPERTENSÃO: AFECTA 1/3 DOS PORTUGUESES

Hipertensão, a realidade de um em cada três portugueses; e que tem como consequências o aumento do risco de enfarte agudo do miocárdio e constitui o principal factor de risco para o acidente vascular cerebral. Vê mais aqui. Partilha com os teus amigos !

HIPERTENSÃO: AFECTA 1/3 DOS PORTUGUESES

Sabias que um em cada três portugueses sofre de hipertensão arterial? Neste artigo um especialista fala sobre os riscos da hipertensão na saúde e no dia-a-dia.

“As doenças cardiovasculares continuam a ser a principal causa de morte em Portugal e um dos principais fatores de risco destas doenças é, de facto, a hipertensão arterial”, revela Severo Torres, coordenador da Unidade de Cardiologia do Hospital Lusíadas Porto.

E acrescenta: “O estilo de vida é determinante na subida dos valores da pressão arterial. Diminuir o consumo de sal e de álcool, não fumar, evitar alimentos salgados ou ricos em gorduras e açúcar e recorrer à prática regular de exercício físico, pelo menos três vezes por semana, podem ser excelentes aliados no controlo da hipertensão arterial, reduzindo o risco de complicações graves”.

Embora seja quase sempre assintomática, a hipertensão arterial pode, em alguns casos, manifestar-se através de sintomas como tonturas, visão turva, dores de cabeça, sonolência e falta de ar.

A sua causa pode ser desconhecida, sendo classificada como primária ou essencial, ou pode surgir como consequência de, por exemplo, doença renal, perturbações hormonais ou utilização de determinados fármacos.

O diagnóstico precoce é fundamental até porque “a hipertensão poderá ser reversível se forem identificadas e corrigidas as causas desencadeantes e adotadas as medidas terapêuticas adequadas”, explica o cardiologista em comunicado enviado ao Notícias ao Minuto.

Se não for tratada “a pressão arterial elevada pode causar alterações do ritmo do coração e da sua estrutura, contribuindo para o desenvolvimento, a longo prazo, de insuficiência cardíaca.

Ao provocar lesões na parede das artérias, aumenta o risco de enfarte agudo do miocárdio e constitui o principal fator de risco para o acidente vascular cerebral”, conclui o especialista.

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