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LUANDALEAKS: EURODEPUTADOS DEBATEM BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS

As revelações dos esquemas financeiros da empresária angolana Isabel dos Santos, no âmbito do ‘Luanda Leaks’, vão hoje estar em debate no Parlamento Europeu numa discussão sobre branqueamento de capitais na União Europeia (UE).

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As revelações dos esquemas financeiros da empresária angolana Isabel dos Santos, no âmbito do ‘Luanda Leaks’, vão hoje estar em debate no Parlamento Europeu numa discussão sobre branqueamento de capitais na União Europeia (UE).

O debate realiza-se ao final do dia, na cidade francesa de Estrasburgo, no âmbito da sessão plenária da assembleia europeia, que decorre até quinta-feira.

À semelhança do que acontece normalmente nos debates realizados em plenário, este contará com declarações iniciais do Conselho Europeu e da Comissão Europeia, que ainda não se pronunciaram sobre os ‘Luanda Leaks’.

O Consórcio Internacional de Jornalismo de Investigação revelou no dia 19 de janeiro mais de 715 mil ficheiros, sob o nome de ‘Luanda Leaks’, que detalham esquemas financeiros de Isabel dos Santos e do marido, Sindika Dokolo, que terão permitido retirar dinheiro do erário público angolano utilizando paraísos fiscais.

Isabel dos Santos foi constituída arguida pelo Ministério Público de Angola, mas já veio negar as acusações, dizendo-se vítima de um ataque político.

Ao nível da UE, as regras mais recentes de combate ao branqueamento de capitais e crimes fiscais datam de 2015, tendo reforçado as obrigações de vigilância dos bancos, instituições financeiras, consultores fiscais, auditores, advogados, agentes mobiliários, entre outros, sobre as transações suspeitas dos seus clientes.

Estas leis comunitárias vieram também clarificar que as regras se aplicam às “pessoas politicamente expostas”, isto é, indivíduos que, pelo facto de exercerem ou terem exercido funções públicas importantes, podem representar um risco mais elevado de corrupção.

Aqui incluem-se chefes de Estado e de Governo, ministros, membros dos órgãos de direção de partidos políticos, juízes de tribunais supremos e deputados.

Já no caso das operações ou relações de negócio ou familiares com estas pessoas, as mais recentes leis comunitárias aconselham à adoção de medidas de diligência adicionais para determinar, por exemplo, a origem do património e a origem dos fundos envolvidos.

Nesta legislação, foi ainda incluída uma disposição para proteger os denunciantes.

Previsto está agora que a Comissão Europeia apresente, no final de março, um novo plano de ação contra o branqueamento de capitais.

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PAPA FRANCISCO PEDE QUE SE REZE PELA PAZ NO MUNDO

O Papa Francisco pediu hoje que se continue a rezar pela paz na República Democrática do Congo, na Ucrânia, na Terra Santa, no Sudão, em Mianmar e em todos os lugares onde a guerra está a causar sofrimento.

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O Papa Francisco pediu hoje que se continue a rezar pela paz na República Democrática do Congo, na Ucrânia, na Terra Santa, no Sudão, em Mianmar e em todos os lugares onde a guerra está a causar sofrimento.

Na oração dominical do Angelus na praça de São Pedro, no Vaticano, o Papa Francisco falou das “tristes notícias de confrontos e massacres” que tem recebido e apelou à paz no mundo.

“Tenho recebido tristes notícias na parte oriental da República Democrática do Congo. Apelo às autoridades nacionais e às comunidades internacionais para que façam todo o possível para acabar com a violência e salvaguardar as vidas dos civis”, disse.

Debruçado na janela do palácio papal, Francisco disse que entre as vítimas “muitas são cristãs e morreram como mártires”.

“O seu sacrifício é uma semente que germina e nos ensina a dar testemunho do Evangelho com coragem e coerência”, referiu.

Mais tarde, pediu também para se continuar a rezar pela paz na “martirizada” Ucrânia, na Terra Santa, no Sudão, em Mianmar e “em todos os lugares onde as pessoas sofrem com a guerra”.

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ZELENSKY AGRADECE ATRIBUIÇÃO DE 50 MIL MILHÕES DE DÓLARES PELO G7

A cimeira do grupo dos sete países mais ricos do mundo (G7) deu um apoio claro à Ucrânia com um pacote de 50 mil milhões de dólares, anunciou na rede social X o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

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A cimeira do grupo dos sete países mais ricos do mundo (G7) deu um apoio claro à Ucrânia com um pacote de 50 mil milhões de dólares, anunciou na rede social X o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

“Cimeira do G7. Apoio inequívoco à Ucrânia, ao direito internacional e a uma paz justa”, afirmou o líder ucraniano, publicando uma foto com os líderes mundiais durante o encontro, que decorre em Itália.

“Todos os dias reforçamos as nossas posições e a nossa defesa da vida”, afirmou.

O pacote de apoio de 46,3 mil milhões de euros será financiado pelos juros sobre os ativos russos congelados.

“Cada reunião serve o objetivo de dar à Ucrânia novas oportunidades de vitória. Estou grato a todos os nossos parceiros”, acrescentou ainda Zelensky.

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