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MURÇA: 10 DE ABRIL ABRE O CENTRO INTERPRETATIVO DEDICADO AO SOLDADO MILHÕES

O Centro Interpretativo que homenageia e quer dar a conhecer o soldado Milhões, herói da Primeira Guerra Mundial, vai ser inaugurado a 10 de abril, em Valongo de Milhais, concelho de Murça, anunciou hoje a autarquia.

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O Centro Interpretativo que homenageia e quer dar a conhecer o soldado Milhões, herói da Primeira Guerra Mundial, vai ser inaugurado a 10 de abril, em Valongo de Milhais, concelho de Murça, anunciou hoje a autarquia.

“É, acima de tudo, uma homenagem à memória do que o soldado Milhões representa: um herói da Grande Guerra”, afirmou à agência Lusa o presidente da Câmara de Murça, no distrito de Vila Real, Mário Artur Lopes, referindo-se ao Centro Interpretativo Soldado Herói Milhões que foi instalado na casa onde Aníbal Augusto Milhais viveu.

Milhais, que passou a ser conhecido como Milhões e deu o nome à sua aldeia, foi um soldado raso que combateu na Primeira Guerra Mundial e ganhou fama quando se bateu sozinho contra os alemães para ajudar à retirada das forças aliadas, durante a Batalha de La Lys. No dia 09 de abril assinalam-se os 105 anos desta batalha que ocorreu na Flandres, Bélgica.

A sua casa na aldeia de Valongo de Milhais foi recuperada para ser transformada num centro interpretativo onde se possa conhecer a sua história, a vida da época na localidade e momentos da Grande Guerra.

O autarca disse que a “melhor forma de preservar essa memória e conhecer o herói Milhões, que era um homem simples, é visitar o espaço onde ele viveu”.

“E, portanto, aquilo que ali se vai encontrar depois do dia 10 de abril, aquando da inauguração do espaço pelo senhor Presidente da República, é o local que acima de tudo permanece na memória dos murcenses e de alguma forma daquilo que são os heróis nacionais”, acrescentou.

Mário Artur Lopes salientou que a obra tem “um simbolismo tremendo” e acredita que “se vai transformar em mais um ponto de atração turística a este município”.

O presidente referiu que já são muitas as pessoas que vão a Murça para “saber sobre a vida do herói Milhões” e tentar perceber quem ele foi.

A intervenção representou um investimento de cerca de 300 mil euros, com financiamento do programa Valorizar, e sofreu um atraso que o município justifica com a pandemia de covid-19.

Por causa do estado de degradação, a habitação foi demolida e foi reconstruída, preservando os traços originais exteriores.

No interior há um espaço aberto com imagens e elementos multimédia que levarão os visitantes numa viagem à época em que viveu o soldado raso e ali estarão expostas fotografias e alguns objetivos, alguns originais e outros réplicas.

A casa foi cedida pela família de Aníbal Augusto Milhais, que há muitos anos reclamava a recuperação da habitação.

O autarca referiu que se pretende ainda criar um trilho pedestre de cerca de seis quilómetros pelos percursos percorridos antigamente entre a localidade e a praceta Herói Milhões, localizada no centro da vila de Murça.

Milhais, que morreu há 52 anos, acabou por ficar conhecido como o soldado Milhões, um epíteto que nasceu com o elogio do seu comandante, Ferreira do Amaral: “Tu és Milhais, mas vales milhões”.

Foi em abril de 1918, durante a batalha de La Lys, e os seus atos de bravura valeram-lhe a mais alta condecoração militar nacional, a Ordem de Torre e Espada.

Após a guerra e a condecoração, o soldado regressou à sua terra natal, tornou-se agricultor, casou e teve nove filhos, sete dos quais chegaram à idade adulta

Aníbal Augusto Milhais morreu aos 75 anos em Valongo, a aldeia do concelho de Murça que adotou o nome de Milhais em sua homenagem.

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LISBOA-SEIXAL: POLÍCIA DESMANTELA “ESQUEMA” DE TRÁFICO DE DROGA

A PSP anunciou hoje o desmantelamento de uma célula de tráfico de droga que abastecia os concelhos de Lisboa e do Seixal, no distrito de Setúbal, tendo sido detidas duas pessoas e apreendidas várias armas.

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A PSP anunciou hoje o desmantelamento de uma célula de tráfico de droga que abastecia os concelhos de Lisboa e do Seixal, no distrito de Setúbal, tendo sido detidas duas pessoas e apreendidas várias armas.

Em comunicado, o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP (Cometlis) refere que efetuou na quinta-feira buscas domiciliárias nas freguesias do Lumiar (Lisboa) e de Fernão Ferro (Seixal), tendo detido dois homens, de 37 e 51 anos, suspeitos de tráfico de droga.

Na sequência desta operação, as autoridades apreenderam 8.931 doses de cocaína, 82.204 de haxixe, assim como 366.280 euros, três armas de fogo, 37 munições, três automóveis e dois motociclos de alta cilindrada, entre outros objetos.

Os detidos foram presentes ao Tribunal Judicial de Lisboa para primeiro interrogatório, aguardando medida de coação.

“A PSP tem vindo, de forma incisiva, a combater o tráfico na capital e a quem a ele se dedica, estratégia que se materializa na prossecução de dezenas de operações de investigação criminal nesta área”, sublinha a nota do Cometlis.

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PORTO: DUAS FAMÍLIAS DESPEJADAS DE CASAS MUNICIPAIS DEVIDO AO TRÁFICO DE DROGA

A Câmara do Porto despejou, na quinta-feira, duas famílias de casas municipais nos bairros de Pinheiro Torres e de Lordelo, que utilizavam a habitação para o tráfico de droga, foi revelado esta sexta-feira.

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A Câmara do Porto despejou, na quinta-feira, duas famílias de casas municipais nos bairros de Pinheiro Torres e de Lordelo, que utilizavam a habitação para o tráfico de droga, foi revelado esta sexta-feira.

Fonte da autarquia esclareceu esta sexta-feira à Lusa que as duas famílias foram notificadas a 10 de maio pela empresa municipal responsável pela gestão do parque habitacional, Domus Social, de que teriam de sair das habitações.

A “ordem de despejo” foi acionada depois de um dos elementos das respetivas famílias ter sido condenado em tribunal.

“Num dos casos ficou ainda provado que a arguida pertencia a um grupo organizado, cabendo-lhe especificamente a função de armazenar a droga na habitação municipal e de fornecer outros traficantes com estupefacientes ali guardados”, refere.

Segundo o município, a família terá recorrido da ordem de despejo, mas o tribunal deu razão à Câmara do Porto.

“O município do Porto não permitirá a utilização das casas de habitação social para tráfico de droga e/ou quaisquer outros fins ilícitos”, salienta.

No final de março, a Câmara do Porto despejou outras quatro famílias, três no Agrupamento da Pasteleira e uma no bairro Dr. Pinheiro Torres, que também eram usadas para tráfico de droga.

“A resolução deste tipo de situações, para além de proteger e zelar pelo património municipal, visa, acima de tudo, garantir a segurança e qualidade de vida dos restantes moradores do parque de habitação pública e dos munícipes em geral”, acrescenta.

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