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ARTE & CULTURA

MUSEU DO CÔA ACOLHE A REDE NACIONAL DE ARTE PRÉ-HISTÓRICA

O Museu do Côa, em Foz Côa, vai acolher a sede da futura Rede Nacional de Arte Pré-Histórica, resultado da escolha de cerca de 30 entidades nacionais, disse hoje à agência Lusa o presidente da Fundação Côa Parque.

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O Museu do Côa, em Foz Côa, vai acolher a sede da futura Rede Nacional de Arte Pré-Histórica, resultado da escolha de cerca de 30 entidades nacionais, disse hoje à agência Lusa o presidente da Fundação Côa Parque.

O objetivo da Rede Nacional de Arte Pré-Histórica é criar um organismo intermunicipal, verdadeiramente nacional, que esteja comprometido com um conjunto de objetivos comuns e que passam pela partilha de recursos humanos e patrimoniais, a partilha de conhecimentos ou a partilha de experiências, tendo em vista a criação de produtos turísticos integrados”, explicou à Lusa, Bruno Navarro.

O ato formal de constituição da Rede Nacional de Arte Pré-Histórica está agendado para o próximo dia 9 de outubro, Dia Europeu da Arte Rupestre, no Museu do Côa, onde marcarão presença todos os representastes das entidades envolvidas, no processo de constituição da Rede.

“Esta nova entidade vai permitir criar uma nova rota turística, que vai englobar todo o interior do país, desde o Sul do Alentejo ao Norte de Portugal, sendo uma rede constituída, essencialmente, por municípios e organismos de ensino superior, com uma abrangência territorial considerável”, concretizou o responsável.

Bruno Navarro salientou à Lusa que se trata de um grande desafio para a Fundação Côa Parque (FCP), pela responsabilidade envolvida, já que se trata de um organismo que está sediado num território reconhecido pela organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), como Património Mundial da Humanidade.

“Pretendemos que a partir daqui [FCP] se crie um produto integrado, dentro de um espírito colaborativo, o que corresponde na verdade, àquilo que é desígnio dos novos mecanismos de financiamento, sejam eles nacionais ou internacionais. Uma entidade supramunicipal está melhor preparada, numa lógica competitiva, para poder candidatar-se a fundos que sirvam o espírito da Rede”, observou responsável pela FCP.

O Vale do Côa pretende, assim, servir de plataforma para a valorização de um conjunto mais vasto de recursos patrimoniais, sejam deste território ou do próprio país.

Entre objetivos, a Rede Nacional de Arte Pré-Histórica, associação sem fins lucrativos, terá por missão promover, valorizar e capacitar os recursos patrimoniais e humanos das entidades integradas na Rede, potenciar o impacto e a missão dos sítios detentores de arte pré-histórica, instituir mecanismos de partilha de recursos físicos e humanos, criar canais de comunicação apropriados ao desenvolvimento de projetos colaborativos, promover a cooperação com redes internacionais congéneres, entre outros.

Segundo os especialistas, mais do que um museu de arqueologia, o Museu do Côa é, em primeiro lugar, um museu de arte, com obras quer dos caçadores-artistas do “Gravettense”, quer dos últimos moleiros rupestres da Canada do Inferno.

“O Museu do Côa explana todo um catálogo de sensibilidades que se contêm na rudeza dos painéis de xisto que há milhões de anos moldam a geomorfologia regional”, indicaram os arqueólogos que trabalham no Vale do Côa.

A Rede Nacional de Arte Pré-Histórica envolve entidades como Fundação Côa Parque, as câmaras municipais de Alijó, Alandroal, Arcos de Valdevez, Arganil, Arronches, Figueira de Castelo Rodrigo, Fundão, Mação, Macedo de Cavaleiros, Meda, Mirandela, Torre de Moncorvo, Montemor-o-Novo, Oliveira de Frades, Pinhel, Ponte da Barca, Reguengos de Monsaraz, Torre de Moncorvo, Valença do Minho, Vila Nova de Foz Côa e Vila Velha de Ródão.

São também parte da Rede Nacional de Arte Pré-Histórica a Direção Regional de Cultura do Alentejo, as faculdades de Letras das universidades de Lisboa, do Porto e de Coimbra, o Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho e o Instituto Politécnico de Tomar.

LUSA

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FESTIVAL PORTO FEMME COMEÇA HOJE DEDICADO ÀS MULHERES E À REVOLUÇÃO

O festival internacional de cinema Porto Femme, que começa hoje no Porto, dedica parte da programação às mulheres e à revolução, porque para algumas delas “o 25 de Abril demorou a chegar”.

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O festival internacional de cinema Porto Femme, que começa hoje no Porto, dedica parte da programação às mulheres e à revolução, porque para algumas delas “o 25 de Abril demorou a chegar”.

“No ano em que celebramos o 50.º aniversário do 25 de Abril [de 1974], evocamos o dia em que a poesia saiu à rua, exibindo imagens capturadas por mulheres sobre as várias revoluções”, explica a organização deste festival.

Entre os filmes escolhidos estão ‘Revolução’ (1975), de Ana Hatherly, uma montagem “a partir do léxico dos grafites e cartazes do 25 de Abril”, e ‘O aborto não é um crime’ (1976), de Mónica Rutler e Fernando Matos Silva, que fez parte de uma série documental da RTP, de Maria Antónia Palla e Antónia Sousa, que acabou cancelada por via de um processo em tribunal.

“Somente 33 anos depois do 25 de Abril é que o aborto foi legalizado”, lembra a direção do festival Porto Femme.

Em competição vão estar também outros filmes de mulheres que abordam a temática da revolução, como ‘Beirute: Olho da tempestade’ (2021), de Mai Masri, sobre o papel das mulheres na “primavera árabe”, e ‘Sagargur’ (2024), de Natasa Nelevic, sobre um campo de prisioneiros na ilha de São Gregório, no mar Adriático, onde mais de 600 mulheres foram torturadas entre 1949 e 1952.

Nesta sétima edição, o festival Porto Femme vai ainda homenagear a realizadora portuguesa Margarida Cardoso.

Hoje, na abertura do festival, no Batalha — Centro de Cinema, são exibidas as curtas-metragens ‘Mia’ (2023), de Karina Minujin, ‘Oysters’ (2022), de Maaa Descamps, ‘Uli’, (2023), de Mariana Gil Rios.

A competição oficial conta com 122 filmes de 38 países.

O festival de cinema Porto Femme, dedicado ao “melhor cinema produzido por mulheres e pessoas não binárias”, termina no dia 21.

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CINEMAS PORTUGUESES COM O MELHOR MÊS DE MARÇO EM RECEITAS DESDE 2018

Os cinemas portugueses atingiram 6,2 milhões de euros em receitas em março, uma subida de 46,3% face ao homólogo de 2023 e o melhor valor desde março de 2018, anunciou hoje o Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA).

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Os cinemas portugueses atingiram 6,2 milhões de euros em receitas em março, uma subida de 46,3% face ao homólogo de 2023 e o melhor valor desde março de 2018, anunciou hoje o Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA).

No entanto, o número de espectadores necessário para chegar ao valor alcançado em março deste ano é menor do que o registado em março de 2018. Se em março de 2018 os cinemas nacionais registaram 6,3 milhões de euros em receitas com 1,2 milhões de entradas, em março deste ano os 6,2 milhões de euros foram conseguidos com 946 mil espectadores.

No acumulado de 2024, as salas de cinemas registaram 16,6 milhões de euros em receitas, 17,4% acima do valor arrecadado no primeiro trimestre de 2023, com 2,7 milhões de espectadores, mais 14,6% do que no ano passado.

A lista de mais vistos do mês de março é encabeçada pelo segundo capítulo da saga “Duna”, de Denis Villeneuve, com mais de 258 mil bilhetes vendidos desde a estreia, em 29 de fevereiro, seguindo-se “O Panda do Kung Fu 4”, de Mike Mitchell e Stephanie Stine, “Bob Marley: One Love”, de Reinaldo Marcus Green, o novo Godzilla contra King Kong, de Adam Wingard, e “Caça Fantasmas: O Império do Gelo”, de Gil Kenan.

O filme português mais visto do ano até março é “A Semente do Mal”, de Gabriel Abrantes, que foi visto por 16.827 pessoas e somou 102 mil euros de receita.

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