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PAREDES: INVESTIMENTO DE CINCO MILHÕES NOS SERVIÇOS DE ÁGUA E SANEAMENTO

Paredes aprovou o orçamento dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Paredes (SMAS), recentemente reativados pelo município, no âmbito do resgate da concessão da água, no valor de cinco milhões de euros, segundo a autarquia.

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Paredes aprovou o orçamento dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Paredes (SMAS), recentemente reativados pelo município, no âmbito do resgate da concessão da água, no valor de cinco milhões de euros, segundo a autarquia.

Opresidente da câmara socialista, Alexandre Almeida, citado num comunicado enviado à Lusa, refere que a aprovação do orçamento para 2023 do SMAS “é mais um passo no trabalho que a autarquia tem desenvolvido para colocar aqueles serviços em funcionamento, no mais curto tempo de espaço possível”.

Em dezembro, o Tribunal de Contas tinha autorizado Paredes, no distrito do Porto, a contratar um empréstimo de 21 milhões de euros “destinados ao resgate da concessão da água” à [empresa] Be Water — Águas de Paredes.

Previa-se, então, que no início deste ano arrancassem os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento, integrando, nos seus quadros de pessoal os funcionários da empresa concessionária.

O autarca explicou hoje que no orçamento do SMAS “são expressas as receitas aguardadas para 2023, as despesas que são estimadas para este ano e o diferencial entre as receitas e despesas será canalizado para investimentos na rede de saneamento e água, com maior enfoque no saneamento do que na água”.

Alexandre Almeida acentuou, por outro lado, que o município de Paredes “já está a realizar investimentos a este nível”, através do orçamento municipal, aguardando os avisos do Portugal 2030 para “a realização de investimentos na área do saneamento”.

A oposição PSD/CDS absteve-se na matéria.

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CARRAZEDA DE ANSIÃES: HOMEM CONSTITUÍDO ARGUIDO POR PROVOCAR INCÊNDIO

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

O caso remonta a 16 deste mês, no distrito de Bragança. A investigação conduzida pela GNR permitiu perceber que a ignição aconteceu durante a realização de atividades agrícolas com uma motorroçadora, de forma negligente, num terreno junto a uma mancha florestal.

A GNR conseguiu identificar o responsável pelos trabalhos que estavam em curso, onde não foram mantidos os cuidados necessários de vigilância. Os factos foram remetidos para o tribunal de Vila Flor.

A Guarda relembrou que a Linha SOS Ambiente e Território – 808 200 520 – funciona em permanência, para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.

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COIMBRA: RECLUSOS VÃO TRABALHAR PARA AJUDAR OS SERVIÇOS AUTÁRQUICOS

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

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A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

O protocolo de colaboração foi hoje aprovado por unanimidade na reunião do executivo camarário, perspetivando a integração laboral de reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra em várias unidades orgânicas da autarquia.

“A Câmara de Coimbra pretende contribuir, assim, para a ressocialização e para a promoção da reinserção social, familiar e profissional desses reclusos, com vista à sua autonomização progressiva”, salientou o município.

O protocolo prevê que os presos possam trabalhar em tarefas como limpeza de matas e caminhos florestais, jardinagem e manutenção de espaços verdes, limpeza urbana, recolha de resíduos urbanos e obras de reparação e manutenção de edifícios, entre outras.

“Poderão, ainda, ser acrescentadas outras áreas de intervenção, consideradas necessárias e oportunas pela autarquia e passíveis de resposta pelos reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra”, acrescentou a autarquia.

Os trabalhos irão ocorrer em locais definidos pelos serviços municipais e dentro de um horário estabelecido.

Segundo o município, os presos terão direito a receber da autarquia “uma bolsa de ocupação mensal de montante igual ao valor do Indexante dos Apoios Sociais [cerca de 500 euros] e um subsídio de alimentação referente a cada dia de atividade, de valor correspondente ao atribuído à generalidade dos trabalhadores que exerçam funções públicas”.

O protocolo prevê ainda que os participantes possam integrar ações de formação.

Os reclusos que poderão trabalhar na autarquia serão selecionados pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

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