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PORTO: ASAE DETEVE DOIS SUSPEITOS DE VENDA IRREGULAR DE BILHETES

Duas pessoas foram detidas por venda irregular de bilhetes para o jogo de futebol entre o FC Porto e o Benfica, hoje no Porto, revelou a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

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Duas pessoas foram detidas por venda irregular de bilhetes para o jogo de futebol entre o FC Porto e o Benfica, hoje no Porto, revelou a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

Em comunicado, a ASAE explicou que as duas pessoas foram detidas em flagrante delito, na zona metropolitana do Porto, a venderem bilhetes entre 35 euros e 70 euros, quando o valor dos ingressos era de 15 euros.

Na operação de fiscalização, a ASAE apreendeu ainda 20 bilhetes, sete dos quais falsos, que estavam à venda na Internet, sendo imputado ao arguido “o ilícito de falsificação de documentos e burla”.

Os dois detidos, aos quais foram instaurados processos-crime, terão de se apresentar na segunda-feira em tribunal “para eventual audiência de julgamento em processo sumário”.

A venda de bilhetes acima do valor oficial é considerada crime, punido com uma pena de prisão até três anos, alertou aquela autoridade.

O jogo entre o FC Porto e o SL Benfica, da 24.ª jornada da I Liga de futebol, está marcado para as 20h30 no Estádio do Dragão, no Porto.

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VILA REAL: AUTARQUIA QUEIXA-SE DE CARTA ANÓNIMA COM “DENÚNCIAS”

A Câmara de Vila Real vai apresentar queixa no Ministério Público (MP) contra desconhecidos por uma carta anónima que diz estar “recheada de acusações falsas e fantasiosas” e visa a organização do Circuito Internacional, foi hoje anunciado.

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A Câmara de Vila Real vai apresentar queixa no Ministério Público (MP) contra desconhecidos por uma carta anónima que diz estar “recheada de acusações falsas e fantasiosas” e visa a organização do Circuito Internacional, foi hoje anunciado.

A poucos dias da realização do Circuito Internacional de Vila Real, que decorre entre 28 e 30 de junho, foi colocada a circular pela cidade uma nova carta anónima que visa responsáveis políticos e administrativos do município, bem como outros cidadãos ligados à organização das corridas automóveis.

Em reação, o município liderado pelo socialista Rui Santos emitiu hoje um comunicado em que classifica a carta como “cobarde, recheada de acusações falsas e fantasiosas” e “destinada a denegrir o bom nome” dos agora visados nesta denúncia que é dirigida à Procuradora-Geral da República.

“Este [o circuito] é o tema da nova carta anónima, numa demonstração clara de que tudo serve para tentar ganhar vantagem política, mesmo o ataque a uma das mais importantes marcas do nosso concelho. Os do costume, num claro desrespeito por pessoas e famílias, a coberto do anonimato cobarde, inventam histórias e factos dignos de um enredo de telenovela”, referiu a autarquia.

A denúncia anónima fala em esquemas de corrupção e aponta para obras realizadas por ajustes diretos, algumas feitas “antes da adjudicação e sem qualquer fiscalização”, referindo-se ainda como “associação fantasma” à Associação Promotora do Circuito Internacional de Vila Real.

O município disse ainda que não responderá “às invenções fantasiosas, simplesmente porque elas não têm qualquer adesão à realidade” e lamentou “que alguns optem por esta forma de fazer política, porque acreditam que as eleições autárquicas do próximo ano podem ser ganhas mentindo aos cidadãos”.

“Não é coincidência que estas cartas anónimas surjam sempre com momentos políticos importantes. Aliás as cartas anónimas somam-se a campanhas nas redes sociais, a artigos de opinião em jornais e a outras intervenções mais ou menos públicas, mas sempre com os mesmos objetivos mesquinhos”, salientou ainda.

A câmara manifestou “um profundo repúdio por esta forma baixa de fazer política” e adiantou que, tal como fez anteriormente, fará chegar a questão às instituições apropriadas.

Contactada pela Lusa, fonte do município concretizou que vai ser apresentada uma queixa no MP contra desconhecidos.

Já em janeiro, após uma outra carta anónima que visava principalmente Rui Santos, foi também apresentada uma queixa no MP.

Na altura, a Procuradoria-Geral da República confirmou a receção da denúncia anónima que foi remetida ao Ministério Público de Vila Real, onde deu origem a um inquérito, desconhecendo-se desenvolvimentos sobre o caso.

“Percebemos todos que, se alguma das histórias inventadas fosse verdadeira, se houvesse alguma sustentação para aquilo que se escreve, seria muito fácil apresentar publicamente as evidências ou confrontar os responsáveis políticos nos órgãos próprios. Ora, isso nunca acontece nem poderia acontecer, dada a falsidade das acusações”, referiu o município no comunicado.

Depois de anos de interregno, o regresso das corridas automóveis ao circuito foi uma promessa eleitoral do socialista Rui Santos, aquando da primeira candidatura à Câmara de Vila Real, em 2013, que foi concretizada em 2014.

O circuito realiza-se nas ruas da cidade e, neste momento, ultimam-se os trabalhos de montagem das guardas metálicas de segurança.

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PORTO: CIRCULAÇÃO AUTOMÓVEL NA AVENIDA DA BOAVISTA “FINALMENTE” RESTITUÍDA

A circulação rodoviária da Avenida da Boavista foi restituída em ambos os sentidos, informou hoje a Metro do Porto, acrescentando que os trabalhos da empreitada do “metrobus” permanecem no corredor central e na Avenida do Marechal Gomes da Costa.

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A circulação rodoviária da Avenida da Boavista foi restituída em ambos os sentidos, informou hoje a Metro do Porto, acrescentando que os trabalhos da empreitada do “metrobus” permanecem no corredor central e na Avenida do Marechal Gomes da Costa.

Numa publicação no seu site, a Metro do Porto afirma que “a normalidade na Avenida da Boavista foi restituída, durante o dia de ontem [terça-feira], à população portuense na sua plenitude e antes das festas de São João, conforme havia sido prometido”. Segundo a Metro, a Avenida da Boavista “não só ficou desimpedida de constrangimentos de obra, como foi devolvida com uma série de melhorias”, como novos passeios, sistema de semaforização, sinalização e iluminação.

A circulação rodoviária entre a rotunda da Boavista e a intersecção com a Avenida Marechal Gomes da Costa foi restituída nas duas vias, em ambos os sentidos, continuando a Metro do Porto a trabalhar no corredor central da avenida e na Avenida Marechal Gomes da Costa, nomeadamente na construção das sete estações do “metrobus” (Casa da Música, Guerra Junqueiro, Bessa, Pinheiro Manso, Serralves, João de Barros e Império).

Durante os últimos 16 meses, a circulação sofreu diversos impedimentos e alterações de trânsito devido à obra do “metrobus”, que ligará a Casa da Música à Praça do Império. O prazo para a conclusão da obra de concepção e construção do “metrobus” do Porto tem como data limite 23 de Agosto e o primeiro veículo a hidrogénio deverá chegar entre o final de Setembro e início de Outubro, segunda a Metro do Porto. A partir desta quarta-feira, também o acesso à rotunda através da avenida foi retomado, avança a metro.

As condicionantes à circulação na rotunda (Praça Mouzinho de Albuquerque) permanecem até sábado, indicou à Lusa fonte da Metro, acrescentando que a própria rotunda fica desimpedida no dia 20 de Julho, no âmbito da empreitada da Linha Rosa, que ligará São Bento à Casa da Música.

Aquando da apresentação do programa das festividades do São João, o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, adiantou que o município estava a tentar distribuir os empresários das diversões que ficariam na Boavista por outras zonas da cidade e a estudar a possibilidade de instalar a roda gigante noutro local. “Temos pena do que se passa na rotunda da Boavista (…) Foi-nos anunciado que tudo aquilo iria estar desimpedido no início do mês, mas basta lá passar para perceber que não vai ser assim”, afirmou Rui Moreira.

Ao contrário de outros anos, a rotunda da Boavista não tem a habitual zona de diversões “devido a constrangimentos logísticos” das obras da Metro do Porto. “A Metro tem-nos surpreendido sempre com o facto de as previsões não baterem certo de qualquer maneira”, referiu então o autarca, defendendo, no entanto, que a cidade tem de viver com os constrangimentos das obras. “Não podemos fazer disso também um drama, a cidade do Porto vai festejar o São João condignamente”, referiu.

Questionado sobre o que aconteceria aos empresários de equipamentos de diversão da Boavista, Rui Moreira afirmou que o município está a tentar distribuí-los por outras zonas da cidade, assim como a estudar a possibilidade de instalar a roda gigante noutro local da cidade. “Estamos a pensar se a conseguimos instalar e onde, não é evidente. De resto, vamos conseguir certamente contentar os empresários, mas não é fácil a substituição de sítio, sobretudo para a roda gigante”, referiu, dizendo que os empresários estão “muito desapontados” por não se instalarem na Boavista.

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