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PORTO: NA ROTUNDA DA BOAVISTA VAI NASCER UM NOVO EL CORTE INGLÉS

O vereador do Economia, Turismo e Comércio da Câmara do Porto, Ricardo Valente revelou hoje que o projeto de construção El Corte Inglés na rotunda da Boavista vai “renascer”.

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O vereador do Economia, Turismo e Comércio da Câmara do Porto, Ricardo Valente revelou hoje que o projeto de construção El Corte Inglés na rotunda da Boavista vai “renascer”.

“O projeto do El Corte Inglês, de facto, vai renascer no Porto. (…) O que sabemos é que o El Corte Inglés já demonstrou a intenção de fazer nascer ali um projeto, que é um projeto multifuncional”, afirmou em declarações à Lusa.

Segundo aquele responsável, o grupo espanhol está “neste momento a tratar da questão do licenciamento”, facto que deixou a Câmara do Porto muito “satisfeita”.

“Para nós, é extremamente relevante o desenvolvimento de um projeto naquela zona da cidade”, declarou, sublinhando que “é fundamental que aquela área que é cratera” desapareça.

A ideia, revelou o vereador, é que projeto, que será algo mais segmentado, inclua para além da área comercial, outros equipamentos como ginásios e até uma zona hoteleira.

À Lusa, Ricardo Valente, mostrou-se ainda convicto de que a construção do espaço comercial que tinha sido chumbada pela Câmara do Porto à data liderada por Rui Rio, possa arrancar em 2020, se os projetos de arquitetura ficarem prontos até ao final deste ano.

Em outubro de 2003, a Lusa noticiava que a empresa espanhola negociou durante mais de dois anos com a Câmara do Porto a sua instalação na cidade, mas não foi possível chegar a acordo sobre a localização exacta.

A empresa pretendia construir a sua mega-loja num terreno junto à Rotunda da Boavista e à Casa da Música, enquanto a autarquia queria localizar o El Corte Inglés na Baixa.

Ante o impasse, que durava há meses, a empresa espanhola optou por escolher Vila Nova de Gaia, depois de “largos meses de negociações”.

LUSA

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CARRAZEDA DE ANSIÃES: HOMEM CONSTITUÍDO ARGUIDO POR PROVOCAR INCÊNDIO

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

O caso remonta a 16 deste mês, no distrito de Bragança. A investigação conduzida pela GNR permitiu perceber que a ignição aconteceu durante a realização de atividades agrícolas com uma motorroçadora, de forma negligente, num terreno junto a uma mancha florestal.

A GNR conseguiu identificar o responsável pelos trabalhos que estavam em curso, onde não foram mantidos os cuidados necessários de vigilância. Os factos foram remetidos para o tribunal de Vila Flor.

A Guarda relembrou que a Linha SOS Ambiente e Território – 808 200 520 – funciona em permanência, para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.

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COIMBRA: RECLUSOS VÃO TRABALHAR PARA AJUDAR OS SERVIÇOS AUTÁRQUICOS

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

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A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

O protocolo de colaboração foi hoje aprovado por unanimidade na reunião do executivo camarário, perspetivando a integração laboral de reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra em várias unidades orgânicas da autarquia.

“A Câmara de Coimbra pretende contribuir, assim, para a ressocialização e para a promoção da reinserção social, familiar e profissional desses reclusos, com vista à sua autonomização progressiva”, salientou o município.

O protocolo prevê que os presos possam trabalhar em tarefas como limpeza de matas e caminhos florestais, jardinagem e manutenção de espaços verdes, limpeza urbana, recolha de resíduos urbanos e obras de reparação e manutenção de edifícios, entre outras.

“Poderão, ainda, ser acrescentadas outras áreas de intervenção, consideradas necessárias e oportunas pela autarquia e passíveis de resposta pelos reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra”, acrescentou a autarquia.

Os trabalhos irão ocorrer em locais definidos pelos serviços municipais e dentro de um horário estabelecido.

Segundo o município, os presos terão direito a receber da autarquia “uma bolsa de ocupação mensal de montante igual ao valor do Indexante dos Apoios Sociais [cerca de 500 euros] e um subsídio de alimentação referente a cada dia de atividade, de valor correspondente ao atribuído à generalidade dos trabalhadores que exerçam funções públicas”.

O protocolo prevê ainda que os participantes possam integrar ações de formação.

Os reclusos que poderão trabalhar na autarquia serão selecionados pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

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