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PORTO: NUMA SEMANA A POLÍCIA DETEVE 51 PESSOAS PELA PRÁTICA DE VÁRIOS CRIMES

A PSP do Porto deteve entre o dia 15 de dezembro e hoje 51 pessoas suspeitas de tráfico de droga, condução sob efeito de álcool, sem carta, resistência e coação e venda de artigos contrafeitos, anunciou a Polícia.

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A PSP do Porto deteve entre o dia 15 de dezembro e hoje 51 pessoas suspeitas de tráfico de droga, condução sob efeito de álcool, sem carta, resistência e coação e venda de artigos contrafeitos, anunciou a Polícia.

Em comunicado, o Comando Metropolitano do Porto precisa que as detenções ocorreram entre as 07h00 do dia 15 e as 07h00 de hoje em operações de combate à criminalidade.

Na lista de crimes elencados lê-se que 19 foram por mandado, quatro por tráfico, 15 por condução sob efeito do álcool, nove por condução sem carta, um por resistência e coação, dois por venda de artigos contrafeitos e um por outros crimes.

A nota de imprensa da PSP informa ainda que das quatro operações de fiscalização rodoviária ocorridas em dezembro resultaram 282 infrações ao Código da Estrada e demais legislação rodoviária.

Discriminando o conjunto das infrações, a PSP destaca que 128 foram autos de notícia por contraordenação (ANCO) por incumprimento das regras de instalação e uso do tacógrafo, 27 ANCO por preenchimento incorreto de documentação adequada ao serviço, sete ANCO por falta de certificado de qualificação de motorista, havendo ainda registos de incumprimento dos tempos de condução e descanso.

Duas dessas operações contaram com inspetores do Instituto de Mobilidade e dos Transportes, assinala ainda o comunicado.

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CARRAZEDA DE ANSIÃES: HOMEM CONSTITUÍDO ARGUIDO POR PROVOCAR INCÊNDIO

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

O caso remonta a 16 deste mês, no distrito de Bragança. A investigação conduzida pela GNR permitiu perceber que a ignição aconteceu durante a realização de atividades agrícolas com uma motorroçadora, de forma negligente, num terreno junto a uma mancha florestal.

A GNR conseguiu identificar o responsável pelos trabalhos que estavam em curso, onde não foram mantidos os cuidados necessários de vigilância. Os factos foram remetidos para o tribunal de Vila Flor.

A Guarda relembrou que a Linha SOS Ambiente e Território – 808 200 520 – funciona em permanência, para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.

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COIMBRA: RECLUSOS VÃO TRABALHAR PARA AJUDAR OS SERVIÇOS AUTÁRQUICOS

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

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A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

O protocolo de colaboração foi hoje aprovado por unanimidade na reunião do executivo camarário, perspetivando a integração laboral de reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra em várias unidades orgânicas da autarquia.

“A Câmara de Coimbra pretende contribuir, assim, para a ressocialização e para a promoção da reinserção social, familiar e profissional desses reclusos, com vista à sua autonomização progressiva”, salientou o município.

O protocolo prevê que os presos possam trabalhar em tarefas como limpeza de matas e caminhos florestais, jardinagem e manutenção de espaços verdes, limpeza urbana, recolha de resíduos urbanos e obras de reparação e manutenção de edifícios, entre outras.

“Poderão, ainda, ser acrescentadas outras áreas de intervenção, consideradas necessárias e oportunas pela autarquia e passíveis de resposta pelos reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra”, acrescentou a autarquia.

Os trabalhos irão ocorrer em locais definidos pelos serviços municipais e dentro de um horário estabelecido.

Segundo o município, os presos terão direito a receber da autarquia “uma bolsa de ocupação mensal de montante igual ao valor do Indexante dos Apoios Sociais [cerca de 500 euros] e um subsídio de alimentação referente a cada dia de atividade, de valor correspondente ao atribuído à generalidade dos trabalhadores que exerçam funções públicas”.

O protocolo prevê ainda que os participantes possam integrar ações de formação.

Os reclusos que poderão trabalhar na autarquia serão selecionados pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

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