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NACIONAL

PROTEÇÃO CIVIL ALERTA: TEMPO QUENTE E SECO COM ELVADO RISCO DE INCÊNDIO

A Proteção Civil alertou hoje para o agravamento do estado do tempo nos próximos dias, devido à previsão de aumento da temperatura, mantendo o país em alerta amarelo para risco de incêndios rurais.

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A Proteção Civil alertou hoje para o agravamento do estado do tempo nos próximos dias, devido à previsão de aumento da temperatura, mantendo o país em alerta amarelo para risco de incêndios rurais.

“As condições meteorológicas que vamos ter nos próximos ditam-nos que qualquer pequena ocorrência poderá tornar-se numa grande ocorrência”, disse secretária de Estado da Proteção Civil, Patrícia Gaspar, num ‘briefing’, na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide, em Oeiras.

Patrícia Gaspar adiantou que haverá uma mudança no quadro meteorológico nos próximos dias com um aumento da temperatura e uma redução dos níveis de humidade.

De acordo com o comandante nacional de emergência e proteção civil da ANEPC, André Fernandes, será verificado “um vento mais seco em todo território”, a humidade vai estar nos 30% e “a temperatura máxima vai subir gradualmente, podendo atingir os 40º em várias zonas do país e 35º e 37º na região de Lisboa no sábado e no domingo, respetivamente”.

Devido ao aumento do risco de incêndios rurais nos próximos dias, André Fernandes explicou que foi decidido manter o estado especial de alerta no nível amarelo para os incêndios rurais e as medidas para operacionalização na região de Lisboa e Vale do Tejo, com reforço de dois corpos de bombeiros, tendo um acréscimo de 150 operacionais.

O comandante da ANEPC indicou que os operacionais estarão em pontos estratégicos, em Abrantes e Almeirim, no distrito de Santarém.

Segundo André Fernandes, haverá reforço do efetivo disponível da força especial da Proteção Civil da GNR, com aumento do estado de prontidão.

“Foi solicitado ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) para as suas equipas, de sapadores, brigadas ou as forças especiais de bombeiros, passarem a deixar de fazer ações de silvicultura e passarem a estar dedicadas às ações de vigilância”, acrescentou.

A ANEPC também irá preposicionar os bombeiros em todo país em pontos estratégicos já definidos.

André Fernandes adiantou ainda que o tempo quente e seco poderá estender-se até à próxima quarta-feira.

A secretária de Estado da Proteção Civil apelou a todos os portugueses para evitarem o uso de fogo nos espaços florestais e rurais e seguirem os conselhos de hidratação da Direção-Geral da Saúde.

NACIONAL

MONTENEGRO GARANTE QUE VAI GOVERNAR “COM OU SEM” CONVERGÊNCIA POLÍTICA

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse hoje que o seu executivo continuará a governar “mesmo sem convergência” e que os portugueses não querem saber se as “propostas do Governo são propostas de lei ou propostas de autorização legislativa”.

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O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse hoje que o seu executivo continuará a governar “mesmo sem convergência” e que os portugueses não querem saber se as “propostas do Governo são propostas de lei ou propostas de autorização legislativa”.

“Mesmo que não haja convergência nós vamos governar, é para isso que nós estamos hoje no Governo. Nós fomos escolhidos para isso”, disse Luís Montenegro, numa visita à Feira Nacional da Agricultura (FNA), em Santarém, acompanhado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

O primeiro-ministro considerou que os portugueses não estão “interessados se as propostas do Governo são propostas de lei ou de autorização legislativa”, e acrescentou que a sua prioridade é resolver os problemas da população.

“Perante estas políticas concretas, acha mesmo que os portugueses querem saber se as propostas do Governo são propostas de lei ou propostas de autorização legislativa? Eu pergunto se é nisto que se concentram os agentes políticos. Se é, eu desejo-lhes boa sorte para essa tarefa, porque a minha é diferente. A minha é a vida concreta das pessoas, é a resolução dos problemas das pessoas”, explicou.

O social-democrata falava um dia depois de a líder parlamentar do PS, Alexandra Leitão, ter questionado no plenário da Assembleia da República se a intenção do Governo é “continuar a apresentar autorizações legislativas” em vez de ir ao parlamento “apresentar propostas de lei”.

Sobre a articulação com as diferentes forças políticas, Luís Montenegro afirmou que o executivo (PSD/CDS-PP) tem estado aberto ao diálogo, mas não pode forçar a oposição a convergir politicamente.

“O Governo tem dialogado sempre com as oposições. O Governo não pode obrigar as oposições que não têm vontade política de materializar esse diálogo em convergência, não tem essa capacidade”, admitiu.

Montenegro afirmou ainda que, na campanha eleitoral para as legislativas de março, apenas um candidato “assumiu que só governaria se ganhasse eleições – e esse candidato é hoje primeiro-ministro”.

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NACIONAL

OPERAÇÃO “VIAJAR SEM PRESSA” REGISTOU 2510 ACIDENTES COM DOIS MORTOS

Duas pessoas morreram e 42 sofreram ferimentos graves em 2.510 acidentes registados pelas autoridades durante a campanha “Viajar sem pressa”, que permitiu detetar mais de 17 mil veículos em excesso de velocidade, numa semana.

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Duas pessoas morreram e 42 sofreram ferimentos graves em 2.510 acidentes registados pelas autoridades durante a campanha “Viajar sem pressa”, que permitiu detetar mais de 17 mil veículos em excesso de velocidade, numa semana.

Num balanço da campanha, que decorreu entre 05 e 11 de junho e envolveu a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP), as autoridades indicam também que 749 pessoas sofreram ferimentos ligeiros nos 2.510 acidentes registados.

Relativamente ao período homólogo de 2023, verificaram-se menos 186 acidentes, menos 12 vítimas mortais, menos sete feridos graves e menos 64 feridos ligeiros.

De acordo com as autoridades, durante a campanha foram fiscalizados por radar 4,9 milhões de veículos, 4,7 milhões dos quais pelo SINCRO — Sistema Nacional de Controlo de Velocidade, da responsabilidade da ANSR.

Dos veículos fiscalizados, 14,6 mil circulavam com excesso de velocidade, dos quais 7,2 mil foram detetados pelos radares das forças de segurança e 7,4 mil pelos da ANSR.

A campanha teve por objetivo alertar os condutores para os riscos da condução em excesso de velocidade, dado que esta é uma das principais causas dos acidentes nas estradas.

No âmbito da campanha, foram sensibilizados 442 condutores e passageiros, a quem foram transmitidas mensagens como “A velocidade é a principal causa de um terço de todos os acidentes mortais” e “Numa viagem de 10 quilómetros (km), viajar a 45 Km/hora ou a 50 km/hora permite ganhar apenas 1 minuto e 20 segundos. Viaje sem pressa”.

Esta foi a sexta das 12 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas no âmbito do Plano Nacional de Fiscalização (PNF). Até ao final do ano serão realizadas mais seis campanhas, uma por mês, com ações de sensibilização e de fiscalização.

As campanhas inseridas nos planos nacionais de fiscalização são realizadas anualmente pela ANSR, GNR e PSP, desde 2020, com temáticas definidas com base nas recomendações europeias estabelecidas para cada um dos anos.

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