RÁDIO REGIONAL
REGIÕES

RIBEIRA DE PENA: FOGO QUE COMEÇOU EM CANEDO EM RESOLUÇÃO

nbsp| RÁDIO REGIONAL

O incêndio que deflagrou domingo em Canedo, Ribeira de Pena, se estendeu ao concelho de Boticas e atingiu floresta de pinheiro-bravo, está em fase de resolução, segundo fonte da Proteção Civil.

O alerta para o fogo foi dado às 15:15, em Canedo, concelho de Ribeira de Pena, mas as chamas acabaram por lavrar em direção ao concelho vizinho de Boticas, ambos no distrito de Vila Real.

O comandante distrital de operações de socorro de Vila Real (CODIS), Miguel Fonseca, disse esta manhã à agência Lusa que o incêndio está a “ceder aos meios” e que os “trabalhos estão a correr favoravelmente”.

As grandes preocupações são, apontou, as condições meteorológicas desfavoráveis, de calor e vento.

No terreno há operacionais que estão a proceder ao combate, enquanto outros estão já em ações de consolidação e rescaldo e outros em ações de vigilância.

No local estavam, pelas 09:30, 154 operacionais com 44 viaturas, bem como uma máquina de rasto.

O presidente da Câmara de Boticas, Fernando Queiroga, disse que o dia vai ser de muito trabalho de rescaldo e vigilância devido aos possíveis reacendimentos.

O autarca lamentou a destruição de floresta de pinheiro-bravo e apontou para uma área ardida, numa primeira previsão, de cerca” de 200 hectares”.

Esta área insere-se na maior mancha contínua de pinheiro-bravo da Península Ibérica que tem sido alvo de vários projetos de limpeza e de reflorestação por parte dos municípios do vale do Tâmega, conselhos diretivos de baldios e Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF).

No domingo, ao final do dia, o incêndio esteve “quase sanado”, no entanto, segundo Fernando Queiroga, a mudança do sentido do vento que se fez sentir complicou a situação.

O fogo teve início numa zona onde se verificaram várias ignições nos últimos tempos e, segundo o autarca, as autoridades vão, agora, investigar as causas.

Durante a noite registaram-se, segundo o CODIS, várias ignições no distrito, como nos concelhos de Vila Real e Valpaços, que foram resolvidas com “alguma facilidade” pelos meios ainda disponíveis no território.

VEJA AINDA:

ALTO MINHO: FALTA DE CHUVA ATÉ FINAL DE AGOSTO AMEAÇA ABASTECIMENTO DE ÁGUA

Lusa

VIMIOSO: AUTARQUIA INDIGNADA COM A E-REDES DEVIDO AOS CORTES DE ENERGIA

Lusa

SECRETÁRIA DE ESTADO DIZ QUE UNIDADES MÓVEIS DE ATENDIMENTO DA PSP SÃO PARA MANTER

Lusa

PORTO: PSP CONFIRMA AUMENTO DA CRIMINALIDADE GRAVE EM 2021

Lusa

AVEIRO: ASAE APREENDEU 3.665 CAPACETES POR FALTA DE SEGURANÇA

Lusa

COIMBRA: CIENTISTAS ESTUDAM FORMAS SEGURAS DE RESGATE EM RISCO DE INCÊNDIOS

Lusa