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SINES: CARNAVAL 2022 CANCELADO DEVIDO À PANDEMIA COVID-19

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Os desfiles do Carnaval de Sines, no distrito de Setúbal, foram cancelados devido à atual situação epidemiológica, anunciou hoje a organização, que vai assinalar “a festa popular” com “um conjunto de iniciativas” no concelho.

“O Carnaval é a grande festa popular de Sines, caracterizada por um ambiente de festa, partilha e liberdade que, infelizmente, ainda não é possível recuperar em segurança em 2022”, referem, em comunicado, a Associação de Carnaval de Sines, a Câmara Municipal de Sines e a Junta de Freguesia de Sines.

A decisão de não realizar os tradicionais desfiles carnavalescos foi tomada em conjunto pelas três entidades, depois de considerarem que “a atual situação epidemiológica não permite preparar o evento com a certeza de que o mesmo possa ocorrer no final de fevereiro, início de março” deste ano.

No entanto, admitem que o Carnaval 2022 vai ser assinalado “com um conjunto de iniciativas” que serão divulgadas “oportunamente”.

“A Associação de Carnaval de Sines, a Câmara Municipal de Sines e a Junta de Freguesia de Sines agradecem a todos os obreiros e amantes do Carnaval pelo que, ao longo de tantos anos, têm feito para que este acontecimento tão querido da população de Sines se realize”, lê-se no comunicado.

Este é o segundo ano em que o Carnaval de Sines é cancelado devido à pandemia de covid-19.

O Carnaval celebra-se este ano no dia 01 de março.

A covid-19 provocou pelo menos 5,58 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 19.569 pessoas e foram contabilizados 2.221.825 casos de infeção, segundo a última atualização da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral e, desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta em novembro, tornou-se dominante em vários países, incluindo em Portugal.

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