A Autoridade da Mobilidade e dos Transportes está disponível para “favorecer inovações tecnológicas que se traduzem em mercados com maior concorrência”, segundo o parecer entregue ao Governo, a pedido do secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, a propósito do quadro de atuação da plataforma tecnológica Uber, a que o Jornal de Negócios teve acesso.
A AMT acrescenta que “está aberto espaço para uma política que induza o aparecimento de novos mercados relevantes da mobilidade, que dêem acolhimento a novos modelos de negócio”. E não só novas empresas, “mas também empresas tradicionais de táxis” que “inspiradas nas potencialidades que a tecnologia proporciona, criem modelos de negócio competitivos”. Será porém necessário enquadrar-se as novas formas de mobilidade.

