O Campeonato do Mundo de 2026 tem início esta quinta-feira, assinalando a maior edição de sempre da prova. Com 48 seleções distribuídas por 104 jogos em três países – México, Estados Unidos e Canadá –, o torneio introduz um formato alargado que culmina na final de 19 de julho em New Jersey.
O Estádio Azteca, na Cidade do México, recebe o encontro inaugural entre a seleção anfitriã e a África do Sul, num recinto histórico que já acolheu as finais de 1970 e 1986. Esta edição marca uma rutura com o modelo anterior de 32 equipas, expandindo a competição para permitir uma maior representatividade global.
O novo calendário implica desafios logísticos acrescidos, com 16 cidades anfitriãs e uma fase a eliminar que agora integra 32 equipas logo após a fase de grupos. A Argentina, detentora do título, lidera o lote de favoritos, onde figuram também potências como França, Brasil e Inglaterra.
Portugal apresenta-se com uma convocatória que conjuga a experiência de Cristiano Ronaldo, na sua sexta participação, com a afirmação de nomes como Diogo Costa, Rúben Dias e Bernardo Silva. Sob a orientação de Roberto Martínez, a equipa portuguesa procura atingir as fases finais num torneio marcado por longas deslocações e variações climáticas significativas entre as sedes na América do Norte.
A segurança e a organização logística constituem pilares centrais desta operação, dada a escala transcontinental do evento. O MetLife Stadium, designado New York New Jersey Stadium durante o torneio, será o palco da final, encerrando um ciclo de mais de um mês de competição que promete redefinir os padrões de gestão de grandes eventos desportivos internacionais.
