A Guarda Nacional Republicana (GNR) alertou para a imperatividade de uma condução defensiva, após o registo de 52 vítimas mortais em acidentes com veículos de duas rodas durante o primeiro semestre de 2026. Neste período, foram contabilizados 3.673 sinistros que resultaram em 3.044 vítimas, incluindo 342 feridos graves e 2.650 feridos ligeiros.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) emitiu um alerta sobre a sinistralidade envolvendo veículos de duas rodas nas estradas nacionais, revelando dados preocupantes referentes ao primeiro semestre de 2026. Durante este período, foram contabilizados 3.673 acidentes com motociclos e ciclomotores, que resultaram num total de 3.044 vítimas. Destes sinistros, 2.871 foram classificados como acidentes com vítimas, dos quais se registaram 2.650 feridos ligeiros, 342 feridos graves e, lamentavelmente, 52 vítimas mortais.
A gravidade da situação traduz-se na perda de 52 vidas humanas, um custo social que a GNR classifica como inaceitável e que reforça a urgência de comportamentos mais prudentes na via pública. A distribuição geográfica destas fatalidades mostra uma concentração particular em certos distritos: Santarém liderou com 8 vítimas mortais, seguido por Faro (7), Aveiro (6), Setúbal (6) e Porto (5). Estes cinco distritos concentram uma parte significativa dos desfechos fatais, evidenciando áreas de maior risco.
A análise do perfil da sinistralidade aponta para padrões de risco específicos. As camadas jovens continuam a ser as mais afetadas, com os condutores até aos 29 anos a concentrarem o maior número de vítimas. Esta realidade sublinha a necessidade de consolidar hábitos de condução defensiva desde cedo na vida rodoviária dos jovens.

