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A DISTRAÇÃO E O TELEMÓVEL SÃO A CAUSA DE UM QUINTO DOS ACIDENTES DE VIAÇÃO

Pelo menos um em cada cinco acidentes de viação ocorridos no primeiro semestre do ano deveram-se a distração dos condutores e em 38 casos foi o uso do telemóvel a provocar o desastre, segundo a PSP.

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Pelo menos um em cada cinco acidentes de viação ocorridos no primeiro semestre do ano deveram-se a distração dos condutores e em 38 casos foi o uso do telemóvel a provocar o desastre, segundo a PSP.

Os dados da PSP, que iniciou na segunda-feira uma operação direcionada para a fiscalização da utilização do telemóvel durante a condução, indicam que em 2.280 inquéritos abertos para analisar as causas dos acidentes ficou provado que em 508 casos foi a distração, associada ou não ao uso do telemóvel.

Ficou ainda provado que em 38 casos o acidente foi provocado pelo uso do telemóvel durante a condução, uma situação que aumenta quatro vezes o risco de ocorrência de desastres.

Segundo a PSP, usar o telemóvel durante a condução “possui efeitos tão nocivos como conduzir sob efeitos de álcool”.

A Polícia de segurança Pública lembra ainda que a principal consequência de se utilizar o telemóvel durante a condução é a distração física (mão ocupada), visual (ao tirar os olhos da estrada), auditiva (pois “deixa de ouvir” o meio envolvente) e cognitiva.

Dos 2.280 inquéritos realizados, a PSP concluiu ainda que em 41 casos a fadiga foi a causa dos acidentes e que em 41 casos os condutores violavam os tempos de condução, pausas e períodos de repouso.

A operação PHONE OFF, que arrancou na segunda-feira, vai estar na estrada até domingo, no continente e regiões autónomas.

No passado mês de maio, numa operação idêntica, a PSP detetou uma média de 52 infrações por dia (367 no total) por uso indevido do telemóvel durante a condução.

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O QUE O MUNDO DIGITAL TROUXE A DIVERSOS SETORES

A expansão do mundo digital transformou significativamente diversos setores. Essas mudanças trouxeram inovações que alteraram como consumimos e interagimos com produtos e serviços. Dentre os setores beneficiados, é importante mencionar o entretenimento, como os diferentes formatos de jogos disponíveis em plataformas digitais, consolas ou entretenimento direcionado à visualização de conteúdo.

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A expansão do mundo digital transformou significativamente diversos setores. Essas mudanças trouxeram inovações que alteraram como consumimos e interagimos com produtos e serviços. Dentre os setores beneficiados, é importante mencionar o entretenimento, como os diferentes formatos de jogos disponíveis em plataformas digitais, consolas ou entretenimento direcionado à visualização de conteúdo.

Transformação no Entretenimento: O Cinema à Distância de Um Clique

No passado, o cinema era uma experiência exclusiva das salas de cinema, onde a deslocação para assistir aos últimos lançamentos era obrigatória. A digitalização revolucionou este setor, tornando o cinema acessível em qualquer lugar e a qualquer momento através das plataformas de streaming.

Plataformas como Netflix, Amazon Prime Video e Disney+ oferecem um grande catálogo de filmes e séries, além de investirem em produções próprias, criando conteúdo exclusivo que atrai milhões de subscritores. Essa mudança possibilitou que mais pessoas, independentemente da localização, pudessem desfrutar de uma grande variedade de opções. Além disso, o progresso tecnológico permite a personalização destas plataformas através de algoritmos, que, dessa forma, conseguem recomendar conteúdo conforme os gostos individuais dos utilizadores, melhorando a sua experiência.

Jogos Online: Uma Nova Era de Entretenimento Interativo

Outro exemplo de aplicação prática do mundo digital é o setor de jogos. Anteriormente limitados a consolas e PCs físicos, os jogos atuais estão disponíveis online, proporcionando uma experiência mais conveniente.

As plataformas Stream, PlayStation Network ou Xbox Live oferecem uma grande variedade de jogos que podem ser adquiridos e descarregados de forma instantânea. Os RPGs são uma das modalidades mais populares, ao permitirem que os jogadores participem de ambientes virtuais complexos, colaborando com outros jogadores em tempo real.

Os MMORPGs — Massively Multiplayer Online Role-Playing Games — são um exemplo disso ao criar comunidades globais de jogadores que se ligam e interagem diariamente. A possibilidade de atualizações contínuas e expansões mantêm os jogos interessantes e envolventes, prolongando a sua vida útil e mantendo o interesse dos jogadores.

Outros setores que se beneficiaram da digitalização foram os casinos online. Ao contrário dos casinos físicos, as plataformas online oferecem uma facilidade incomparável, permitindo que os apostadores acedam a uma grande variedade de jogos da sua casa.

Uma das principais vantagens dos casinos online além da diversidade de jogos disponíveis, é a possibilidade de oferecer bónus, nos chamados casinos online com bónus de registo para os primeiros registos, ou outras promoções para cativar e manter os apostadores já registados fidelizados.

As ofertas estimulam novos jogadores a experimentar jogos sem risco, aumentando a base de clientes das plataformas.

Benefícios Transversais da Digitalização

Além das vantagens específicas de cada setor, a digitalização trouxe benefícios transversais que melhoraram a experiência do consumidor em geral. O acesso ao conteúdo em qualquer lugar ou a personalização oferecem um benefício significativo, que antes não era possível.

Tudo isto melhora a experiência do consumidor aumentando a fidelização à marca.

Outra vantagem é a possibilidade de se interagir socialmente e criar comunidades, especialmente em jogos online e plataformas de streaming, onde fóruns e redes sociais permitem que os utilizadores participem de experiências e formem grupos de interesse em comum.

Desde a democratização do acesso ao cinema através de plataformas de streaming até à conveniência e diversidade de jogos online e casinos digitais, a digitalização proporcionou uma nova era de oportunidades e experiências para os consumidores. A habilidade de adaptação e inovação permanecerá crucial para que esses setores possam continuar a tirar proveito máximo das vantagens do mundo digital.

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CIDADES DE ELEVADA DENSIDADE POPULACIONAL TÊM MORTALIDADE MAIS ALTA

As cidades compactas com elevada densidade populacional têm taxas de mortalidade mais elevadas, concluiu um estudo do Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGLobal), publicado quarta-feira no The Lancet Planteray Health, que analisou 919 exemplos europeus.

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As cidades compactas com elevada densidade populacional têm taxas de mortalidade mais elevadas, concluiu um estudo do Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGLobal), publicado quarta-feira no The Lancet Planteray Health, que analisou 919 exemplos europeus.

A tipologia apresenta ainda menos espaços verdes, pior qualidade do ar e maior efeito de ilha de calor urbano, embora menos emissões de gases com efeito de estufa ‘per capita’.

A pesquisa identificou quatro configurações urbanas básicas no continente europeu, que classificou como cidades compactas de alta densidade, cidades abertas de baixa altura e média densidade, cidades abertas de baixa altura e baixa densidade e cidades verdes de baixa densidade.

Os resultados mostram que as cidades mais verdes e com menor densidade populacional apresentam taxas de mortalidade mais baixas, níveis de poluição mais baixos e um menor efeito de ilha de calor urbano, mas uma maior pegada de carbono ‘per capita’.

Em contraste, as cidades compactas de alta densidade apresentam taxas de mortalidade mais elevadas, menos espaços verdes, pior qualidade do ar e um maior efeito de ilha de calor urbano, mas menores emissões de gases de efeito de estufa (CO2) ‘per capita’.

As cidades compactas são tipologia urbana com maior número de habitantes na Europa, com mais de 68 milhões de pessoas, sendo que os exemplos desta categoria mencionados no estudo são Barcelona, Milão, Paris e Basileia.

As cidades de baixa e média densidade têm superfícies pequenas e densidades populacionais médias, sendo apontados como exemplos desta tipologia Bruxelas, Dublin e Leipzig, segundo o estudo do ISGlobal, apoiado pela fundação La Caixa.

Pisa, Oviedo ou Toulouse estão entre as cidades abertas de baixa densidade estudadas.

O estudo analisou 919 cidades europeias incluídas na base de dados Urban Audit 2028 e a área de cada cidade foi dividida em cinco anéis concêntricos para uma análise detalhada de cada uma das variáveis.

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