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ALMEIRIM INVESTE 1 MILHÃO DE EUROS EM ILUMINAÇÃO LED

Almeirim assinala hoje a conclusão do processo de cobertura total do território concelhio com iluminação baseada em tecnologia LED, um investimento global de 1,2 ME que vai permitir uma poupança anual na ordem dos 250 mil euros.

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Almeirim assinala hoje a conclusão do processo de cobertura total do território concelhio com iluminação baseada em tecnologia LED, um investimento global de 1,2 ME que vai permitir uma poupança anual na ordem dos 250 mil euros.

“Hoje à noite [quarta-feira] vai ser retirada a última lâmpada de vapor de sódio, material considerado nocivo para o ambiente, num momento em que vai também ser ligada a iluminação pública na Rua Dionísio Saraiva, a última rua que faltava para que o concelho de Almeirim ficasse totalmente equipado com esta nova tecnologia, sendo o primeiro município da Lezíria do Tejo com cobertura a 100%”, disse à Lusa o presidente da Câmara de Almeirim, no distrito de Santarém.

A cerimónia, “simbólica”, vai decorrer no Dia Mundial do Ambiente, um momento que “posiciona, moderniza e alinha Almeirim com as estratégias tidas como necessárias perante as necessidades ambientais e as alterações climáticas”, notou Pedro Ribeiro (PS), autarca que lembrou as mais valias de um processo que começou em 2015.

O investimento efetuado “vai permitir uma poupança anual de 250 mil euros, o que representa uma diminuição na ordem dos 60% de uma fatura total anual na casa dos 450 mil euros, além de uma redução de cerca de 383 toneladas por ano nas emissões de dióxido de carbono”, destacou Pedro Ribeiro.

“As quatro freguesias e os 23 mil habitantes do município de Almeirim passam agora a utilizar apenas tecnologia LED, com mais de 7.500 novas luminárias, 6.300 das quais substituídas desde julho de 2018, num processo que começou em 2015 num investimento global na ordem do 1,2 ME, comparticipado a 95% por fundos comunitários a título reembolsável a sete anos”, observou o autarca.

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A próxima fase de investimento no âmbito da estratégia municipal para uma maior eficiência energética “já está definida”, adiantou o eleito, tendo afirmado que o mesmo “vai ser direcionado para os edifícios e equipamentos públicos municipais”, como piscinas, bibliotecas, edifício dos Paços do Concelho e as duas escolas EB 2,3, representando um investimento na ordem dos 2 ME.

“Vamos continuar a desenvolver e a implementar medidas em Almeirim para que se possam continuar a criar condições para reduzir a pegada ecológica e a fatura energética”, assegurou.

Na fotografia, edifício da Autarquia de Almeirim.

LUSA

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AÇORES: JOVENS QUE COMPREM CASA EM PONTA DELGADA FICAM ISENTOS DE IMT

A Câmara de Ponta Delgada, nos Açores, vai isentar do pagamento do Imposto sobre Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) as pessoas até aos 34 anos que venham a adquirir uma habitação no concelho, anunciou hoje a autarquia.

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A Câmara de Ponta Delgada, nos Açores, vai isentar do pagamento do Imposto sobre Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) as pessoas até aos 34 anos que venham a adquirir uma habitação no concelho, anunciou hoje a autarquia.

“Uma das medidas relevantes que implementámos foi o alargamento dos benefícios fiscais, através da isenção de pagamento de IMT aos jovens na compra de aquisição própria e permanente no concelho de Ponta Delgada”, disse Pedro Nascimento Cabral (PSD), citado numa nota de imprensa.

O autarca falava à saída da reunião ordinária da Câmara Municipal de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, onde, pela primeira vez, foi aprovado um pedido de isenção de IMT, ao abrigo do Regulamento de Benefícios Fiscais no Âmbito de Impostos Municipais.

A isenção do IMT abrange pessoas até aos 34 anos que comprem uma habitação própria e permanente até ao valor de 217.589 euros, lê-se na nota.

Segundo o presidente da Câmara de Ponta Delgada, esta medida insere-se na decisão do município de definir como “prioridade máxima as pessoas e a implementação de políticas que permitam às famílias, empresas e instituições do concelho enfrentar a situação de instabilidade económica e financeira”.

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De acordo com o autarca, o objetivo é apoiar os jovens na aquisição de habitação e contribuir para a fixação de novas gerações nas 24 freguesias do concelho de Ponta Delgada.

Pedro Nascimento Cabral referiu que a Câmara Municipal de Ponta Delgada está entretanto a “desenvolver projetos para a construção de mais de 180 habitações, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência, através do programa Primeiro Direito”.

O autarca afirmou que “a autarquia está absolutamente empenhada em estar ao lado das pessoas, famílias e instituições do concelho de Ponta Delgada para garantir os apoios necessários e adequados num momento particularmente complexo e desafiante”.

O Orçamento de 2024 da Câmara Municipal de Ponta Delgada contempla 4 milhões de euros para a área social, um aumento de 1 milhão de euros em comparação com o investimento realizado em 2023.

Segundo a autarquia, as associações sem fins lucrativos do concelho de Ponta Delgada que desenvolvam atividades recreativas, culturais, desportivas e de solidariedade social também estão abrangidas por este regime de isenção de IMT.

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As aquisições onerosas que se destinem diretamente à realização dos fins estatutários, previstos para cada uma das instituições, também beneficiam da isenção de IMT.

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MATOSINHOS: AUTARQUIA LANÇA CONCURSOS PARA CONSTRUÇÃO DE HABITAÇÃO SOCIAL

A câmara de Matosinhos aprovou hoje a abertura de um concurso público para construir 64 fogos de habitação social, uma empreitada de 8,4 milhões de euros que tem financiamento previsto no Plano de Resiliência e Recuperação, anunciou a autarquia.

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A câmara de Matosinhos aprovou hoje a abertura de um concurso público para construir 64 fogos de habitação social, uma empreitada de 8,4 milhões de euros que tem financiamento previsto no Plano de Resiliência e Recuperação, anunciou a autarquia.

Em comunicado, aquela autarquia do distrito do Porto refere que o novo conjunto habitacional, que será construído na zona de Cruz de Pau, perto do Estádio do Mar, vai ser constituído por dois edifícios de quatro pisos (rés-do-chão mais três) e que terá 38 apartamentos tipologia 1 (T1), 18 de tipologia 2 (T2) e 8 de tipologia 3 (T3).

Segundo a Câmara Municipal de Matosinhos, que aprovou aquele concurso público por unanimidade em reunião descentralizada do executivo, e Guifões, o prazo previsível para a construção daqueles 64 novos fogos habitacionais, totalizando uma área de construção de 6590 metros quadrados, é de 14 meses.

No texto, a autarquia refere que “algumas habitações de T1 situadas no piso térreo estão majoradas, pelo facto de serem T2 que passaram a T1, para contemplar a casa dos lixos no próprio edifício e para se fazerem as entradas comuns, num total de 6 habitações”.

Serão igualmente construídos passeios, escadas e rampas de acesso aos edifícios, zonas de estacionamento, percursos pedonais, arruamento partilhado de atravessamento e áreas verdes contíguas aos edifícios, totalizando uma área de 3148 metros quadrados

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“Em termos construtivos procurou-se acima de tudo responder com qualidade, privilegiando a utilização de materiais e tecnologias que garantam um menor custo para manutenção das construções, não só nas fachadas e coberturas mas também no interior das habitações”, salienta a autarquia.

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