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INTERNACIONAL

ANGOLA: EUA NO COMBATE À MALÁRIA E HIV/SIDA

O Governo dos Estados Unidos disponibilizou 63 milhões de dólares americanos para programas de combate à malária, VIH/SIDA e saúde sexual durante os próximos cinco anos. A primeira fase da parceria, através da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), para o fortalecimento da saúde foi apresentada na terça-feira, 16, em Malanje.

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O Governo dos Estados Unidos disponibilizou 63 milhões de dólares americanos para programas de combate à malária, VIH/SIDA e saúde sexual durante os próximos cinco anos. A primeira fase da parceria, através da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), para o fortalecimento da saúde foi apresentada na terça-feira, 16, em Malanje.

A primeira acção é a campanha nacional de distribuição de 10 milhões de redes mosquiteiras tratadas com insecticida de longa duração a mais de 18 milhões de habitantes de 15 províncias do país.

O director da Agencia dos Estados Unidos o Desenvolvimento Internacional em Angola (USAID), Derrick Brown, disse que os mosquiteiros entregues às famílias vão reduzir o impacto do paludismo nas comunidades.

“Este novo programa de saúde orçado em 63 milhões de dólares, também se concentra no VIH/SIDA e no planeamento familiar. Os principais objectivos desta colaboração com o Ministério da Saúde inclui conseguir atingir 90 por cento das pessoas que recebem a terapia de VIH/SIDA em Luanda, registando mais de sete mil pacientes adicionais por ano e fazer aumentar o uso de contraceptivos nas populações de 30 por cento para 53 por cento nas províncias de Luanda e Huambo”, garantiu Brown.

O governador de Malanje, Norberto Fernandes dos Santo, revelou estarem disponíveis todos os meios possíveis para levar os serviços a todos os municípios da circunscrição, similar ao registo eleitoral.

“Esta mesma experiência pode ser aplicada agora nessa actividade, há locais de difícil acesso e se for necessário nós vamos utilizar os helicópteros para que se atinja essa população, também as estradas estão a ser intervencionadas e tudo isso vai concorrer para que cheguem à todos os cantos”, precisou.

O programa será gerido, nos próximos cinco anos, através de parceiros nacionais e estrangeiros da USAID.

INTERNACIONAL

INVESTIGAÇÃO SUECA DESCARTA SABOTAGEM AOS CABOS SUBMARINOS

O procurador sueco que investiga a rutura de um cabo submarino de fibra ótica entre a Letónia e a Suécia, ocorrida a 26 de janeiro, descartou esta segunda-feira tratar-se de um ato de sabotagem, pelo que levantou a apreensão do navio suspeito.

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O procurador sueco que investiga a rutura de um cabo submarino de fibra ótica entre a Letónia e a Suécia, ocorrida a 26 de janeiro, descartou esta segunda-feira tratar-se de um ato de sabotagem, pelo que levantou a apreensão do navio suspeito.

“Foi estabelecido que uma combinação de condições climatéricas, falhas de equipamento e erros de navegação contribuíram” para os danos, afirmou Mats Ljungqvist em comunicado.

A Suécia tinha abordado um navio búlgaro, o “Vezhen”, no âmbito da investigação de “sabotagem agravada”.

O diretor executivo da empresa de navegação búlgara NaviBulgar negou qualquer irregularidade.

“A investigação mostra agora claramente que não se tratou de sabotagem”, graças ‘aos interrogatórios, às apreensões efetuadas e analisadas e aos exames do local do incidente’, acrescentou Ljungqvist.

O navio apreendido foi, no entanto, a causa dos danos no cabo, segundo o procurador. A investigação prossegue para determinar se foram cometidas outras infrações relacionadas com este incidente.

Na madrugada de 26 de janeiro, foi danificado um cabo de fibra ótica pertencente ao Centro Nacional de Rádio e Televisão da Letónia (LVRTC), que liga a ilha sueca de Gotland à cidade letã de Ventspils.

O LVRTC afirmou que as avaliações preliminares sugeriam “fatores externos”.

Num contexto de vigilância reforçada face às ameaças de “guerra híbrida”, a Noruega abordou brevemente, entre quinta e sexta-feira, um navio norueguês com tripulação russa por suspeita de envolvimento nos danos, antes de o deixar regressar ao mar por falta de provas.

Vários cabos submarinos foram danificados ou quebrados nos últimos meses no Mar Báltico.

Em resposta à natureza repetida destes acontecimentos, a organização do Tratyado do Atlântico Norte (NATO) anunciou em janeiro o lançamento de uma missão de patrulha para proteger esta infraestrutura submarina sensível.

Aeronaves, navios e ‘drones’ estão agora a ser destacados de forma mais frequente e regular para o Mar Báltico, no âmbito de uma nova operação designada “Baltic Sentinel” (“Sentinela do Báltico”).

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INTERNACIONAL

WHATSAPP DENUNCIA CIBERESPIONAGEM A JORNALISTAS COM “SOFTWARE” ISRAELITA

A rede social WhatsApp denunciou uma operação de ciberespionagem contra cerca de 90 utilizadores, incluindo jornalistas, utilizando ‘software’ de uma empresa israelita, segundo meios de comunicação especializados.

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Imagem ilustrativa gerada por AI.

A rede social WhatsApp denunciou uma operação de ciberespionagem contra cerca de 90 utilizadores, incluindo jornalistas, utilizando ‘software’ de uma empresa israelita, segundo meios de comunicação especializados.

O WhatsApp (que pertence à empresa norte-americana Meta) disse que a campanha usou ‘spyware’ da empresa israelita Paragon Solutions e teve como alvo cerca de 90 jornalistas e ativistas de 20 países, a maioria da Europa.

Os alvos foram notificados e a operação foi interrompida em dezembro de 2024, segundo noticiou a NBC News.

O WhatsApp disse que a Paragon usou um ‘vetor’ — um método de acesso ilegal a uma rede, possivelmente através de grupos de conversação e do envio de um ficheiro malicioso — mas não sabe quem perpetrou o ataque.

O WhatsApp, que não respondeu às perguntas da agência de notícias EFE sobre o ataque e a nacionalidade dos afetados, enviou uma carta à Paragon a pedir que cesse as suas atividades e não descartou ações legais, segundo a edição norte-americana do The Guardian.

O jornalista italiano Francesco Cancellato, que conduz o jornal ‘online’ de investigação Fanpage, disse na sexta-feira que foi notificado pelo WhatsApp como uma das vítimas da campanha de ciberespionagem.

“As nossas investigações indicam que pode ter recebido um ficheiro malicioso via WhatsApp e que o ‘spyware’ pode ter levado a que acedessem aos seus dados, incluindo mensagens guardadas no dispositivo”, refere a notificação da rede social.

A Paragon é a criadora do programa de espionagem Graphite, tem como clientes agências governamentais e foi recentemente adquirida pelo grupo de investimento norte-americano AE Industrial Partners.

Segundo o seu ‘site’, a Paragon define-se como uma empresa de ciberdefesa e oferece soluções “baseadas na ética” para “localizar e analisar dados digitais”, formar trabalhadores digitais ou “mitigar ameaças”.

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