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ANTEVISÃO: SHAKHTAR VISITA O DRAGÃO DE OLHOS POSTOS NOS ‘OITAVOS’

O Shakhtar Donetsk visitará o FC Porto, na quarta-feira, com esperanças de aceder pela quinta vez, e primeira desde 2017/18, aos oitavos de final da Liga dos Campeões de futebol, sublinhou hoje o treinador dos ucranianos, Marino Pusic.

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O Shakhtar Donetsk visitará o FC Porto, na quarta-feira, com esperanças de aceder pela quinta vez, e primeira desde 2017/18, aos oitavos de final da Liga dos Campeões de futebol, sublinhou hoje o treinador dos ucranianos, Marino Pusic.

“Já alcançámos o objetivo principal. Permanecer nas competições europeias é fantástico, mas, ao mesmo tempo, somos ambiciosos e queremos mais. O FC Porto é uma equipa muito boa, está há vários anos a este nível e é estável, difícil de bater e bem organizada. Será um jogo difícil para cada equipa, mas viemos cá para competir e não nos interessa onde e contra quem vamos jogar”, vincou o técnico bósnio, em conferência de imprensa.

O FC Porto defronta o Shakhtar Donetsk na quarta-feira, às 20:00, no Estádio do Dragão, no Porto, na sexta e última ronda do Grupo H da Liga dos Campeões, sob arbitragem do romeno István Kovács, em simultâneo com a deslocação do FC Barcelona ao Antuérpia.

Vencedores da prova em 1986/87 e 2003/04, os vice-campeões portugueses repartem a segundo posição com os ‘mineiros’, ambos com nove pontos, mas apresentam vantagem no confronto direto e precisam apenas de um empate para rumarem aos oitavos de final.

A ‘poule’ é liderada pelos espanhóis do FC Barcelona, que acumulam 12 pontos e já têm vaga na próxima fase, enquanto os belgas do Antuérpia estão no último lugar e de saída das provas europeias, sendo o único finalista da ‘Champions’ ainda sem qualquer ponto.

“Alterámos uma série de aspetos nos últimos dois meses. A equipa reagiu bastante bem, estou satisfeito por isso e espero que amanhã [quarta-feira] os meus jogadores mostrem orgulho e coragem e joguem para vencer. Ganhamos, atacamos, defendemos e lutamos juntos uns pelos outros. Essa é a nossa maior força”, reiterou Marino Pusic, sucessor do neerlandês Patrick van Leeuwen, que tinha comandado o desaire face ao FC Porto (3-1), na ronda inaugural, em Hamburgo, na Alemanha, devido à invasão da Rússia à Ucrânia.

Nessa partida ficou de fora o defesa central Valeriy Bondar, de 24 anos, convicto de que “toda a Ucrânia, incluindo o exército que combate nas trincheiras, vai estar a torcer” por um triunfo do Shakhtar Donetsk no Porto, que evite a ‘queda’ no play-off da Liga Europa.

“Com a vinda de um novo técnico, mudámos um pouco a nossa filosofia e a forma como jogamos na ‘Champions’. O FC Porto tem uma equipa forte, com qualidade e ambição, e reparte o primeiro lugar da I Liga portuguesa com o Sporting. Queria que tomássemos a iniciativa e mostrássemos aquilo de que somos capazes. Vamos fazer os possíveis e os impossíveis para que isso suceda. Talvez seja um dos encontros mais relevantes para a nossa equipa esta época”, antecipou o internacional ucraniano, ao lado de Marino Pusic.

O defesa direito Yukhym Konoplia continua no boletim clínico e é o principal ausente nos 28 convocados do campeão ucraniano, que ocupa o quarto lugar na sua Liga doméstica, com 31 pontos, a três dos líderes Kryvbas e Dnipro-1, mas menos dois jogos realizados.

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EURO 2024: ESPANHA VENCE INGLATERRA (2-1) E CONQUISTA O “TETRA”

A Espanha tornou-se hoje a primeira seleção a chegar aos quatro títulos de campeã da Europa de futebol, ao bater a Inglaterra, que continua em ‘branco’, por 2-1, na final da 17.ª edição, no Estádio Olímpico de Berlim.

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A Espanha tornou-se hoje a primeira seleção a chegar aos quatro títulos de campeã da Europa de futebol, ao bater a Inglaterra, que continua em ‘branco’, por 2-1, na final da 17.ª edição, no Estádio Olímpico de Berlim.

Nico Williams, aos 47 minutos, e Mikel Oyarzabal aos 86, marcaram os golos da ‘Roja’, que repetiu os cetros de 1964, 2008 e 2012, enquanto Cole Palmer apontou, aos 73, o tento dos ingleses.

A formação espanhola, que também conta no seu palmarés o Mundial de 2010, isolou-se na liderança do ranking, deixando para trás a tricampeã Alemanha (1972, 1980 e 1996), enquanto a Inglaterra perdeu a segunda final consecutiva, três anos depois.

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EURO 2024: ESPANHA E INGLATERRA NA GRANDE FINAL DE DOMINGO

A Espanha vai tentar provar, uma última vez, que é a melhor equipa do Euro20024 de futebol, frente a um conjunto de craques apostados em evitar que a Inglaterra perca uma segunda final consecutiva, no domingo, em Berlim.

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A Espanha vai tentar provar, uma última vez, que é a melhor equipa do Euro20024 de futebol, frente a um conjunto de craques apostados em evitar que a Inglaterra perca uma segunda final consecutiva, no domingo, em Berlim.

Vencedora já de um recorde de seis jogos, a “Roja” chega à capital alemã como a equipa que transporta o futebol bonito, a estética, e tem provado, jogo a jogo, que é possível ganhar pela positiva, sendo considerada favorita a inédito quarto título, apesar de do outro lado estarem Bellingham, Kane, Foden ou Saka.

Precisamente na casa da outra tricampeã continental, a Espanha pode fazer história e tornar-se a primeira a chegar ao “tetra”, repetindo 1964, 2008 e 2012, sendo Jesús Navas, agora como então suplente, o único sobrevivente de há 12 anos.

Se triunfar, ganhará a equipa que, desde o dia 1, encantou, pela qualidade do seu futebol, manifestada em todos os jogos, mesmo quando Luis de la Fuente mudou toda a equipa no fecho da fase de grupos (1-0 à Albânia, após 3-0 à Croácia e 1-0 à Itália).

A Espanha não teve, porém, vida fácil, sobretudo a eliminar, sendo que esteve a perder com a Geórgia (4-1), nos “oitavos”, só se desembaraçou da Alemanha (2-1) aos 119 minutos, nos “quartos”, e, nas “meias”, voltou a estar em desvantagem, com a França (2-1).

Mas, nos seis jogos, os espanhóis nunca perderam a compostura, nunca duvidaram, nunca abdicaram de uma certa maneira de jogar que apaixonou, culpa também dos “miúdos” Lamine Yamal, que cumpre no sábado 17 anos, e Nico Williams, de 21.

Depois, há também Rodri, Fabián Ruiz, Dani Olmo, que, na peugada de Busquets, Xavi e Iniesta, não deixam a Espanha jogar mal, numa equipa que, na máxima força, também poderia ter na final Rodri e Gavi, ambos lesionados, o primeiro nos ‘quartos’.

Atrás, o guarda-redes Unai Simón, mesmo não escapando a alguns lapsos, também dá garantias, enquanto Carvajal, Le Normand, Nacho, Laporte e Cucurella conferem experiência.

O capitão é Álvaro Morata, um ponta de lança que é sempre um perigo e ainda há Merino, o do grande golo à Alemanha, Oyarzabal, Grimaldo ou Ferran Torres, todos sempre prontos a conferir qualidade ao jogo espanhol.

Ainda falta, porém, uma última batalha, frente a uma Inglaterra que terá sido uma das equipas mais criticadas durante a competição, face a um futebol que adormeceu mais do que encantou em muitos momentos.

Ingleses de duas faces

Os ingleses começaram com um triunfo (1-0 à Sérvia) e prosseguiram com duas igualdades (1-1 com a Dinamarca e 0-0 com a Eslovénia), que fizeram “disparar os alarmes”.

A formação dos “três leões” entrou para o “mata mata” repleta de pontos de interrogação e confirmou-os nos “oitavos”, em que, perante a Eslováquia, esteve em desvantagem desde os 25 minutos e até quase ao final dos descontos.

Quando o adeus parecia certo, uma “bicicleta” de Jude Bellingham, aos 90+5 minutos, num dos momentos mais belos do Euro2024, a par do golo de Yamal à França, salvou o conjunto de Gareth Southgate, depois apurado com um tento de Harry Kane (91).

Também num jogo em que esteve a perder, a Inglaterra precisou dos penáltis para afastar a Suíça (5-3, após 1-1), na redenção de Saka, nos “quartos”, e, nas “meias”, bateu os Países Baixos (2-1) com nova reviravolta, concretizada nos descontos, pelo suplente Ollie Watkins.

Foi complicado, sofrido, o futebol chegou a ser “sonolento”, mas a Inglaterra está de novo a um triunfo do segundo grande título, para juntar ao Mundial de 1966, arrebatado em casa.

Três anos depois, Pickford, Walker, Stones, Trippier, Shaw, Rice, Saka, e Kane podem repetir a presença na final, sendo que, para o capitão Kane, é mais uma oportunidade para, aos 30 anos, conquistar, finalmente, o primeiro título coletivo da carreira.

Espanha e Inglaterra disputam no domingo, pelas 20h00 em Lisboa, a final Euro2024, em Berlim, com arbitragem do francês François Letexier, de 35 anos, o mais jovem árbitro a ajuizar o jogo decisivo da prova.

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