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AZORES AIRLINES AUMENTA OFERTA ENTRE A MADEIRA E A AMÉRICA DO NORTE

A companhia aérea Azores Airlines anunciou hoje duas novas ligações diretas entre a Madeira (Funchal) e a América do Norte (Boston e Toronto), entre junho e setembro do próximo ano, cujos voos “estão já disponíveis em sistema”.

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A companhia aérea Azores Airlines anunciou hoje duas novas ligações diretas entre a Madeira (Funchal) e a América do Norte (Boston e Toronto), entre junho e setembro do próximo ano, cujos voos “estão já disponíveis em sistema”.

A transportadora aérea referiu em comunicado enviado à agência Lusa que as duas novas ligações diretas são entre Funchal e Boston (Estados Unidos da América) e entre Funchal e Toronto (Canadá).

As novas ligações aéreas “juntam-se à ligação entre o Funchal e Nova Iorque, uma aposta com excelentes resultados”, lê-se.

A Azores Airlines adianta que “manterá a atual oferta de voos diretos entre o Funchal e Nova Iorque, bem como os voos para o Canadá (Toronto) com escala em Ponta Delgada [Açores]”.

“Os voos diretos entre o Funchal e Boston e Funchal e Toronto iniciam-se em junho e decorrem até setembro”, vincou.

Segundo a Azores Airlines, “os voos já se encontram disponíveis em sistema e os bilhetes podem ser adquiridos nos pontos de venda da companhia aérea (físicos e ‘online’) e em agências de viagens”.

A presidente do Grupo SATA, Teresa Gonçalves, que recentemente visitou o arquipélago da Madeira, salientou no comunicado que “o reforço da operação aérea entre a América do Norte e a Madeira surge no seguimento do sucesso da ligação já existente para Nova Iorque”.

Teresa Gonçalves apontou também o sucesso da operação aérea entre os dois arquipélagos portugueses, ao referir que, este ano, a operação da Azores Airlines entre a Madeira e os Açores “está a ser extremamente positiva”.

“A aposta nos voos diretos entre a Madeira e a América do Norte resulta do sucesso da operação entre Nova Iorque e o Funchal”, referiu Teresa Gonçalves.

A Azores Airlines é uma companhia aérea que pertence ao grupo SATA e cuja atividade consiste em transporte aéreo regular de e para o arquipélago dos Açores.

A companhia faz parte da SATA Holding, que integra também a SATA Air Açores, fundada em 1941 e que assegura as ligações entre as ilhas açorianas, e a SATA Aeródromos, que gere quatro dos cinco aeroportos dos Açores.

“A Azores Airlines opera uma rede regular de destinos entre os Açores e a América do Norte, a Europa e os arquipélagos dos Açores, Madeira e Cabo Verde”, de acordo com a empresa.

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LISBOA: ESTUDANTES OCUPAM NOVA MEDICAL SCHOOL PELO AMBIENTE E FAIXA DE GAZA

Estudantes da NOVA Medical School ocuparam hoje o edifício da faculdade, em Lisboa, exigindo o “cessar-fogo imediato e incondicional” na Faixa de Gaza e o fim da utilização de combustíveis fósseis em Portugal até 2030.

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Estudantes da NOVA Medical School ocuparam hoje o edifício da faculdade, em Lisboa, exigindo o “cessar-fogo imediato e incondicional” na Faixa de Gaza e o fim da utilização de combustíveis fósseis em Portugal até 2030.

O protesto, associado ao movimento `Fim ao Genocídio, Fim ao Fóssil`, que já ocupou três outras faculdades em Portugal, conta com estudantes da NOVA Medical School e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH), também da Universidade Nova de Lisboa, alvo de uma ocupação nas últimas duas semanas.

“Durante todo o dia, polícias impediram a entrada aos manifestantes nas entradas da faculdade. Alguns dos estudantes conseguiram entrar e barricaram-se numa sala, enquanto vários apoiam no exterior”, explicou este movimento, em comunicado.

Questionado pela agência Lusa, o Comando Metropolitano da PSP de Lisboa (Comtelis) confirmou esta ocorrência, referindo apenas que se encontram agentes no local, sem detalhar mais informações.

Imagens divulgadas num canal na rede social Telegram deste movimento mostram manifestantes barricados numa sala e a mostrar bandeiras da Palestina e tarjas numa varanda.

Os manifestantes reivindicam à faculdade, em relação à guerra na Faixa de Gaza, a “divulgação e transparência sobre todos os acordos entre esta instituição e instituições do “Estado de Israel, assim como a interrupção de todas as parcerias em curso”, salientam no comunicado.

Para Joana Fraga, estudante de Medicina e porta-voz desta ação, os alunos desta faculdade aprendem o dever de “agir perante o sofrimento humano”.

“É isso que estamos aqui fazer, e não há sítio onde isso faça mais sentido do que numa escola médica. É esta instituição que nos incute esses valores. É isso que nos exigem neste espaço, é isso que estamos a exigir neste espaço: o fim de todo o massacre e de todas as mortes a que temos assistido às mãos de um sistema de exploração”, sublinhou, citada na nota.

Já Teresa Núncio, estudante da NOVA Medical School, alertou para um “genocídio em direto” com “hospitais dizimados, centenas de profissionais de saúde assassinados, escassez de medicamentos e de equipamento médico, falta de acesso a comida e a água potável”.

“Como futuros profissionais de saúde é nosso dever tomar uma posição e resistir contra as instituições que estão a permitir este genocídio”, sublinhou.

Os manifestantes alertam também para “os avisos dos médicos e cientistas, para o aumento da frequência e gravidade de desastres climáticos e para o seu impacto que terão na saúde pública”.

“Estamos a falar de uma crise humanitária. Cada vez mais nos confrontaremos com níveis inimagináveis de vulnerabilidade. É assustador pensar que não vamos estar preparadas para isso, que nenhum Serviço Nacional de Saúde está preparado para dar resposta àquilo que será o colapso civilizacional decorrente da crise climática e nenhum curso de medicina é capaz de me preparar para a doença que teremos em mãos”, acrescentou Teresa Núncio.

Este movimento apelou ainda, no comunicado, para a participação, em 08 de junho, numa manifestação com início no Príncipe Real, que, no “contexto das eleições europeias em curso nesse momento, procurará também reivindicar o fim do genocídio na Palestina e o Fim ao Fóssil em Portugal até 2030”.

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PORTO: ANA ANUNCIA INVESTIMENTO DE 50 MILHÕES NO AEROPORTO SÁ CARNEIRO

O reforço da pista do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, na Maia, começa a 31 de julho, vai demorar 19 meses, de segunda-feira a sábado, entre meia-noite e 06h00, num investimento de 50 milhões de euros, foi hoje anunciado.

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O reforço da pista do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, na Maia, começa a 31 de julho, vai demorar 19 meses, de segunda-feira a sábado, entre meia-noite e 06h00, num investimento de 50 milhões de euros, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a ANA Aeroportos explicou que a opção pelo trabalho em horário noturno visa “minimizar o impacto nas operações aeroportuárias”.

O contrato de empreitada foi hoje assinado com a Acciona e representa “um investimento de qualidade, segurança e desempenho ambiental, permitindo acomodar o crescimento do tráfego aéreo”, relata a nota de imprensa.

Com esta operação, continua o comunicado, a ANA vai “reforçar as condições operacionais do aeroporto, sendo esta a maior intervenção realizada na pista desta infraestrutura”.

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