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DESPORTO

BALANÇO 2018-2019: GRUPO DESPORTIVO DE CHAVES (DESPROMOVIDO)

O Desportivo de Chaves desceu à II Liga portuguesa de futebol após três temporadas consecutivas no principal escalão, numa época em que falhou os objetivos propostos e viu confirmada a despromoção na última jornada.

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O Desportivo de Chaves desceu à II Liga portuguesa de futebol após três temporadas consecutivas no principal escalão, numa época em que falhou os objetivos propostos e viu confirmada a despromoção na última jornada.

Na derradeira jornada, no domingo, frente ao também ‘aflito’ Tondela, e a precisar de um empate, perdeu por 5-2 no terreno dos ‘beirões’, depois de ter estado a perder por 4-0 à meia hora, e viu confirmada a descida.

No arranque da época 2018/19, a ambição dos flavienses passava por garantir rapidamente a permanência e lutar pela primeira metade da tabela, mas a equipa caiu à nona jornada nos lugares de descida, que já não deixou até final – à exceção da ronda 32.

Para atacar a terceira temporada consecutiva no principal escalão, desde o regresso após 17 anos de ausência, os transmontanos apostaram no técnico Daniel Ramos, ex-Marítimo.

Nas taças, a época parecia prometedora, com a presença inédita na fase de grupos da Taça da Liga e o avançar até aos oitavos de final na Taça de Portugal, mas no campeonato, uma série de sete jogos sem vencer, com seis derrotas (série que duraria até oito derrotas consecutivas) motivou a saída de Daniel Ramos ao final da 12.ª jornada, em 09 de dezembro de 2018.

Com o sucessor Tiago Fernandes, treinador ex-sub-23 do Sporting, o conjunto de Chaves caiu nas duas taças e em 12 partidas no campeonato, somou três vitórias e cinco empates, o que motivou nova ‘chicotada psicológica’ e a chegada de José Mota ao comando técnico.

O experiente treinador, que ao serviço do Desportivo de Chaves atingiu os 400 jogos na I Liga, a 12 de abril, frente ao Belenenses (2-2), fez com que os flavienses ainda recuperassem na classificação, fruto de três vitórias e dois empates em nove jogos, mas a ‘salvação’ já não foi possível.

O emblema de Trás-os-Montes sofreu também grandes mexidas no plantel, com destaque para as transferências do defesa brasileiro Marcão, para o Galatasaray, da Turquia, e do médio internacional sub-21 português, Eustáquio, para o Cruz Azul, do México, no mercado de transferências de ‘inverno’.

A intermitência de rendimento de jogadores já ‘consagrados’ como os defesas Lionn e Djavan, os médios Bressan e Costinha ou os avançados William ou Ghazaryan, ‘ajudam’ a explicar a época abaixo do esperado e nem mesmo a maior regularidade do defesa sérvio Nikola Maras, com três golos na I Liga, ou do médio brasileiro Bruno Gallo, também com três golos, ‘empurrou’ a equipa para os lugares de ‘salvação’.

LUSA

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