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DESPORTO

BALANÇO 2018-2019: VITÓRIA SPORT CLUBE (GUIMARÃES)

O Vitória de Guimarães apurou-se para a Liga Europa de futebol e alcançou o quinto lugar na I Liga portuguesa, graças ao triunfo sobre o Moreirense (3-1), na 34.ª jornada, tendo cumprido os objetivos traçados para a época.

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O Vitória de Guimarães apurou-se para a Liga Europa de futebol e alcançou o quinto lugar na I Liga portuguesa, graças ao triunfo sobre o Moreirense (3-1), na 34.ª jornada, tendo cumprido os objetivos traçados para a época.

Nono classificado no campeonato anterior, com 43 pontos, o clube minhoto assumiu, para 2018/19, a meta de regressar à ‘Europa’ e de obter um lugar entre os cinco primeiros. A equipa conseguiu-o na última ronda, com os mesmos 52 pontos do vizinho de Moreira de Cónegos, depois de ter cumprido quase toda a segunda volta na sexta posição.

Em 2019/20, os vimaranenses vão iniciar a participação na Liga Europa na segunda pré-eliminatória, cuja primeira mão está agendada para 25 de julho e a segunda para 01 de agosto.

Mesmo com os objetivos alcançados, o Vitória protagonizou um campeonato intermitente, consoante o ‘palco’ onde jogava: no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, venceu 10 jogos, empatou quatro e perdeu três, mas fora de casa só ganhou cinco, tendo empatado três e perdido nove.

Depois de ter contratado ao Desportivo de Chaves o treinador Luís Castro para a nova época, o clube minhoto perdeu os três primeiros jogos oficiais, com o Tondela, para a Taça da Liga (2-0), o Benfica (3-2) e o Feirense (1-0), para a I Liga, antes de somar o primeiro triunfo, ante o FC Porto (3-2), no Dragão, para a terceira jornada – numa das duas reviravoltas que conseguiu em 2018/19.

O sistema de jogo vitoriano – um ‘4-3-3’ assente em passes curtos e triangulações – ganhou estabilidade, e a equipa chegou ao quinto lugar, após cinco triunfos e quatro empates entre a sexta e a 14.ª jornadas – essa fase, a melhor da época, acabou com um triunfo caseiro ante o Sporting (1-0).

A partir daí, o Vitória tornou-se numa equipa de ‘duas caras’, tendo vencido seis dos 10 encontros que realizou como anfitrião, com muita solidez defensiva – foi a segunda melhor defesa em casa, com 12 golos, mais três do que o FC Porto – e perdido sete dos outros 10 que disputou como visitante.

Ao longo do campeonato, o médio Tozé, com nove golos, e o extremo Davidson, com oito, foram os melhores marcadores da equipa de Luís Castro, com o central Pedro Henrique a distinguir-se como o jogador mais utilizado, com 2.868 minutos em 32 jogos.

Contratado no início da época ao FC Porto para dar criatividade ao meio-campo, João Carlos Teixeira contribuiu de forma mais modesta para o quinto lugar, com apenas cinco jogos a titular num total de 20 na I Liga.

LUSA