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BARCELOS: PJ DETEVE DOIS ASTRÓLOGOS CONHECIDOS COMO ‘BURLÕES DO EUROMILHÕES’

A Polícia Judiciária (PJ) deteve, em Barcelos, dois alegados astrólogos pela presumível autoria de vários crimes de burla qualificada, com o ‘esquema do bilhete do Euromilhões premiado’, disse fonte daquela força.

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A Polícia Judiciária (PJ) deteve, em Barcelos, dois alegados astrólogos pela presumível autoria de “vários crimes” de burla qualificada, com o “esquema do bilhete do Euromilhões premiado”, disse fonte daquela força.

Segundo a fonte, com o esquema, os arguidos já terão conseguido cerca de meio milhão de euros.

A fonte explicou que os suspeitos criavam um “ambiente de misticismo” e escolhiam as vítimas “a dedo”.

“Eram sempre pessoas com posses e psicologicamente mais vulneráveis“, referiu.

Alegavam que tinham um bilhete do Euromilhões premiado e propunham às vítimas que o “comprassem”, em trocas de elevadas quantidades de dinheiro.

“Houve quem lhes entregasse 160 mil euros”, referiu a fonte da PJ.

Os factos ocorrerem desde 2018, na zona de Barcelos, no distrito de Braga.

Os suspeitos foram detidos na segunda-feira, quando se preparavam para uma nova burla.

Têm 51 e 32 anos de idade e vão ser levados a tribunal, para primeiro interrogatório e aplicação de medidas de coação.

Entretanto, a Polícia Judiciária prossegue com a investigação no sentido de identificar outras situações e vítimas, “uma vez que se presume que os suspeitos se dedicavam à prática deste tipo de crimes de forma reiterada”.

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CARRAZEDA DE ANSIÃES: HOMEM CONSTITUÍDO ARGUIDO POR PROVOCAR INCÊNDIO

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

O caso remonta a 16 deste mês, no distrito de Bragança. A investigação conduzida pela GNR permitiu perceber que a ignição aconteceu durante a realização de atividades agrícolas com uma motorroçadora, de forma negligente, num terreno junto a uma mancha florestal.

A GNR conseguiu identificar o responsável pelos trabalhos que estavam em curso, onde não foram mantidos os cuidados necessários de vigilância. Os factos foram remetidos para o tribunal de Vila Flor.

A Guarda relembrou que a Linha SOS Ambiente e Território – 808 200 520 – funciona em permanência, para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.

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COIMBRA: RECLUSOS VÃO TRABALHAR PARA AJUDAR OS SERVIÇOS AUTÁRQUICOS

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

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A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

O protocolo de colaboração foi hoje aprovado por unanimidade na reunião do executivo camarário, perspetivando a integração laboral de reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra em várias unidades orgânicas da autarquia.

“A Câmara de Coimbra pretende contribuir, assim, para a ressocialização e para a promoção da reinserção social, familiar e profissional desses reclusos, com vista à sua autonomização progressiva”, salientou o município.

O protocolo prevê que os presos possam trabalhar em tarefas como limpeza de matas e caminhos florestais, jardinagem e manutenção de espaços verdes, limpeza urbana, recolha de resíduos urbanos e obras de reparação e manutenção de edifícios, entre outras.

“Poderão, ainda, ser acrescentadas outras áreas de intervenção, consideradas necessárias e oportunas pela autarquia e passíveis de resposta pelos reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra”, acrescentou a autarquia.

Os trabalhos irão ocorrer em locais definidos pelos serviços municipais e dentro de um horário estabelecido.

Segundo o município, os presos terão direito a receber da autarquia “uma bolsa de ocupação mensal de montante igual ao valor do Indexante dos Apoios Sociais [cerca de 500 euros] e um subsídio de alimentação referente a cada dia de atividade, de valor correspondente ao atribuído à generalidade dos trabalhadores que exerçam funções públicas”.

O protocolo prevê ainda que os participantes possam integrar ações de formação.

Os reclusos que poderão trabalhar na autarquia serão selecionados pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

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