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BELMONTE: EMPRESA CRIA CABINE QUE DESINFECTA EM 25 SEGUNDOS – COVID-19

A Starmodular, uma empresa com sede em Belmonte, distrito de Castelo Branco, criou um sistema destinado a espaços abertos ao público que permite a desinfeção total em 25 segundos para evitar a propagação da covid-19, foi anunciado.

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A Starmodular, uma empresa com sede em Belmonte, distrito de Castelo Branco, criou um sistema destinado a espaços abertos ao público que permite a desinfeção total em 25 segundos para evitar a propagação da covid-19, foi anunciado.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a empresa explica que esta solução tem a denominação de “SafePlace” e que se apresenta como uma espécie de cabine que pode ser colocada à entrada de qualquer espaço ou edifício, tornando-se um ponto de passagem obrigatório para quem nele quer entrar”.

A empresa garante que o procedimento de desinfeção é realizado “garantindo a distância de segurança e organizado por uma luz de tráfego que assegura a aproximação individual da pessoa ao sistema”.

Segundo a informação, após a entrada no sistema inicia-se o processo de controlo e desinfeção, que inclui desinfeção inteligente das mãos, a medição inteligente da temperatura corporal e nebulização e limpeza do calçado, demorando, apenas, 25 segundos por pessoa.

“Caso a temperatura corporal do utilizador se revele elevada, o sensor sonoro avisa que não é permitida a entrada”, detalha.

O espaço apresenta-se como uma cabine que tem dois metros de comprimento, 2,13 de altura e um metro de largura e cuja estética “convida” as pessoas a utilizarem o sistema.

A empresa, que tem como ramo de atividade a construção de casas modulares, explica que a ideia de desenvolver esta solução surge pela necessidade imposta pela pandemia, como um contributo para “ajudar da melhor forma que podia”.

O sistema é transportável e destina-se a empresas e serviços, como repartições públicas, restaurantes e cafés, escolas e museus, entre outros.

Os primeiros modelos já foram expedidos e devem entrar em funcionamento nos próximos dias.

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CARRAZEDA DE ANSIÃES: HOMEM CONSTITUÍDO ARGUIDO POR PROVOCAR INCÊNDIO

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

O caso remonta a 16 deste mês, no distrito de Bragança. A investigação conduzida pela GNR permitiu perceber que a ignição aconteceu durante a realização de atividades agrícolas com uma motorroçadora, de forma negligente, num terreno junto a uma mancha florestal.

A GNR conseguiu identificar o responsável pelos trabalhos que estavam em curso, onde não foram mantidos os cuidados necessários de vigilância. Os factos foram remetidos para o tribunal de Vila Flor.

A Guarda relembrou que a Linha SOS Ambiente e Território – 808 200 520 – funciona em permanência, para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.

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COIMBRA: RECLUSOS VÃO TRABALHAR PARA AJUDAR OS SERVIÇOS AUTÁRQUICOS

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

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A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

O protocolo de colaboração foi hoje aprovado por unanimidade na reunião do executivo camarário, perspetivando a integração laboral de reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra em várias unidades orgânicas da autarquia.

“A Câmara de Coimbra pretende contribuir, assim, para a ressocialização e para a promoção da reinserção social, familiar e profissional desses reclusos, com vista à sua autonomização progressiva”, salientou o município.

O protocolo prevê que os presos possam trabalhar em tarefas como limpeza de matas e caminhos florestais, jardinagem e manutenção de espaços verdes, limpeza urbana, recolha de resíduos urbanos e obras de reparação e manutenção de edifícios, entre outras.

“Poderão, ainda, ser acrescentadas outras áreas de intervenção, consideradas necessárias e oportunas pela autarquia e passíveis de resposta pelos reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra”, acrescentou a autarquia.

Os trabalhos irão ocorrer em locais definidos pelos serviços municipais e dentro de um horário estabelecido.

Segundo o município, os presos terão direito a receber da autarquia “uma bolsa de ocupação mensal de montante igual ao valor do Indexante dos Apoios Sociais [cerca de 500 euros] e um subsídio de alimentação referente a cada dia de atividade, de valor correspondente ao atribuído à generalidade dos trabalhadores que exerçam funções públicas”.

O protocolo prevê ainda que os participantes possam integrar ações de formação.

Os reclusos que poderão trabalhar na autarquia serão selecionados pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

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