O Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) denunciou hoje um défice de “dezenas” de médicos na Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste, alertando para a dependência de prestadores de serviços em especialidades críticas como a Ginecologia/Obstetrícia e Ortopedia. Após uma reunião no Hospital de Bragança, a estrutura sindical expôs ainda o bloqueio na progressão das carreiras.
Joana Bordalo e Sá, presidente do SMN, criticou a falta de médicos do quadro, sublinhando que serviços inteiros, incluindo internamento e consultas, dependem de tarefeiros. Outro ponto crítico é a formação: das 46 vagas para internato médico em 2026, apenas 11 foram preenchidas, deixando 35 lugares vazios.
O sindicato exige ainda a reabertura da urgência cirúrgica de Mirandela, encerrada há mais de dois anos. Contactada sobre estas críticas, a administração da ULS do Nordeste não prestou declarações.

