O militar, afeto ao Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) no distrito de Bragança, encontra-se sob observação clínica, mas não corre perigo de vida, aguardando a alta hospitalar.
Fonte oficial da GNR confirmou que este é o único caso registado na corporação naquela zona, sublinhando que as análises preliminares não permitem ainda identificar o foco da bactéria.
No posto de Mogadouro, os restantes operacionais não apresentaram sintomas, mas as autoridades mantêm uma vigilância preventiva devido ao período de incubação da doença.
O vice-presidente da Câmara Municipal de Mogadouro, Daniel Ribeiro, esclareceu que as análises periódicas à rede de águas da aldeia de residência do militar não revelaram a presença da bactéria Legionella pneumophila. De igual modo, as colheitas técnicas realizadas nas instalações do posto da GNR onde o guarda presta serviço não indicaram qualquer desconformidade ou presença de agentes contaminantes.
A doença do legionário, que se transmite pela inalação de aerossóis contaminados, afeta essencialmente o sistema respiratório, provocando sintomas semelhantes aos da gripe ou pneumonia.
O caso continuará a ser acompanhado de forma rigorosa pelas autoridades de Saúde Pública e pelo Comando da Guarda, enquanto se aguardam os resultados definitivos dos exames laboratoriais em curso para encerrar o processo de investigação epidemiológica.


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