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ARTE & CULTURA

CANTORA PORTUGUESA LINDA DE SUZA MORRE AOS 74 ANOS

A cantora portuguesa Linda de Suza morreu hoje aos 74 anos em Gisors, em França, revelou o agente da artista, Fabien Lecoeuvre, à agência France-Presse.

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A cantora portuguesa Linda de Suza morreu hoje aos 74 anos em Gisors, em França, revelou o agente da artista, Fabien Lecoeuvre, à agência France-Presse.

De acordo com a AFP, Linda de Suza estava hospitalizada em Gisors, tendo morrido devido a “insuficiência respiratória” e diagnosticada com covid-19.

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ÓSCARES: ‘TOP GUN’ E ‘AVATAR’ SURPREENDEM NA CORRIDA PELO ‘MELHOR FILME’

O filme ‘Tudo em todo o lado ao mesmo tempo’, de Daniel Kwan e Daniel Scheinert, lidera a corrida aos Óscares, com 11 nomeações, numa edição em que, pela primeira vez, há um filme português nomeado.

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O filme ‘Tudo em todo o lado ao mesmo tempo’, de Daniel Kwan e Daniel Scheinert, lidera a corrida aos Óscares, com 11 nomeações, numa edição em que, pela primeira vez, há um filme português nomeado.

AAcademia de Cinema dos Estados Unidos revelou a lista dos nomeados para a 95.ª edição e nela figura o filme ‘Ice Merchants’, do realizador português João Gonzalez, candidato a Melhor Curta-Metragem de Animação, um feito inédito no cinema português.

‘Tudo ao mesmo tempo em todo o lado’, uma produção independente de ficção científica sobre universos paralelos, está indicada para os Óscares de Melhor Filme ou Realização e também nas categorias de representação, nomeadamente para Michelle Yeoh, Jamie Lee Curtis, Stephanie Hsu e Ke Huy Quan, o ator que em criança entrou em ‘Indiana Jones e o Templo Perdido’ (1984).

Para o Óscar de Melhor Filme, estão também nomeados ‘Os espíritos de Inisherin’ (Martin McDonagh), ‘Os Fablemans’ (Steven Spielberg), ‘Tár’ (Todd Field), ‘A oeste nada de novo’ (Edward Berger), ‘Top Gun: Maverick’ (Joseph Kosinski), ‘Elvis’ (Baz Luhrmann), ‘Avatar: O caminho da água’ (James Cameron), ‘A voz das mulheres’ (Sarah Polley) e ‘Triângulo da Tristeza’ (Ruben Ostlund).

A Associated Press lembra que este ano, ao contrário de 2022, grande parte dos filmes nomeados estreou-se nas salas de cinema e obteve substanciais resultados de bilheteira, nomeadamente as sequelas de ‘Top Gun’ e ‘Avatar’. Juntos, estes dois filmes fizeram 3,2 mil milhões de euros de receitas globais.

Para o Óscar de Melhor Realização competem Martin McDonagh, Daniel Kwan e Daniel Scheinert, Steven Spielberg, Todd Field e Ruben Ostlund.

O ‘biopic’ de Baz Luhrmann sobre Elvis Presley soma oito nomeações, nomeadamente para Austin Butler como Melhor Ator, e ‘Os Fablemans’, o filme semibiográfico de Steven Spielberg segue com sete nomeações, entre as quais para Melhor Banda Sonora, de John Williams.

Este compositor foi nomeado pela 53.ª vez e mantém o recorde de personalidade viva mais nomeada na história dos Óscares.

Ana de Armas (‘Blonde’), Cate Blanchett (‘Tár’), Andrea Riseborough (‘To Leslie’), Michelle Williams (‘Os Fabelmans’) e Michelle Yeoh estão nomeadas para o Óscar de Melhor Atriz.

Entre os homens estão indicados Brendan Fraser (‘A Baleia’), Colin Farrell (‘Os espíritos de Inisherin’), Austin Butler (‘Elvis’), Bill Nighy (‘Living’) e Paul Mescal (‘Aftersun’).

Para o Óscar de Melhor Filme Internacional surgem ‘A oeste nada de novo’ (Alemanha), ‘Argentina, 1985’ (Argentina), ‘Close’ (Bélgica), ‘EO’ (Polónia) e ‘The Quiet Girl’ (Irlanda).

‘Pinóquio’, ‘Marcel the Shell With Shoes On’, ‘Gato das Botas: O último desejo’, ‘The Sea Beast’ e ‘Turning Red – Estranhamente Vermelho’ estão na categoria de Melhor Longa-Metragem de Animação.

Destaque ainda para aquela que foi a primeira nomeação de Rihanna para um Óscar, a par de Tems, Ryan Coogler e Ludwig Goransson, na categoria de Melhor Canção Original, com ‘Lift me up’, associada ao filme ‘Black Panther: Wakanda Forever’. Concorre, assim, com nomes como Lady Gaga e Diane Warren.

A cerimónia dos Óscares está marcada para 12 de março, com apresentação de Jimmy Kimmel.

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CURTA METRAGEM PORTUGUESA ‘ICE MERCHANTS’ ESTÁ NOMEADA PARA OS ÓSCARES

A curta-metragem de animação “Ice Merchants”, de João Gonzalez, está nomeada para os Óscares, o que é inédito para o cinema português, segundo a lista de nomeados hoje anunciada.

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A curta-metragem de animação “Ice Merchants”, de João Gonzalez, está nomeada para os Óscares, o que é inédito para o cinema português, segundo a lista de nomeados hoje anunciada.

Pela primeira vez, há um filme de produção portuguesa a integrar os nomeados para os Óscares, com “Ice Merchants”, realizado por João Gonzalez, candidato ao prémio de melhor curta-metragem de animação.

Além de “Ice Merchants”, na corrida a uma nomeação estavam também “O homem do lixo”, de Laura Gonçalves, na categoria de melhor curta de animação, e “O lobo solitário”, de Filipe Melo, para o Óscar de melhor curta-metragem, em imagem real.

“Ice Merchants” é o terceiro filme de João Gonzalez, tem produção portuguesa de Bruno Caetano, pela Cola Animation, e coprodução com França e Reino Unido.

O filme, sem diálogos, tem como ponto de partida a imagem de uma casa numa montanha, debruçada num precipício. A partir daí, o realizador desenvolveu a história de um pai e um filho, que produzem gelo na casa inóspita onde vivem, e de onde saltam todos os dias de paraquedas para o vender na aldeia, no sopé da montanha.

João Gonzalez assina a realização e a banda sonora do filme e divide a animação, em 2D, com a polaca Ala Nunu.

Antes de chegar às nomeações dos Óscares, “Ice Merchants” teve uma estreia premiada em 2022 na Semana da Crítica no Festival de Cinema de Cannes, em França.

De acordo com a Agência da Curta-Metragem, o filme de João Gonzalez já passou por mais de uma centena de festivais de cinema, obteve 44 prémios e foi visto por 8.425 espectadores.

A cerimónia da 95.ª edição dos Óscares está marcada para 12 de março.

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FANTASPORTO REGRESSA A 24 DE FEVEREIRO COM 86 FILMES NO CINEMA BATALHA – PORTO

O Fantasporto — Festival Internacional de Cinema do Porto regressa a 24 de fevereiro, abre com o filme britânico “Shepherd”, de Russel Owen, e promete durante nove dias 86 filmes, a maioria em antestreia portuguesa.

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O Fantasporto — Festival Internacional de Cinema do Porto regressa a 24 de fevereiro, abre com o filme britânico “Shepherd”, de Russel Owen, e promete durante nove dias 86 filmes, a maioria em antestreia portuguesa.

“Estamos com o ‘line up’ final”, anunciou hoje o diretor do Fantasporto, Mário Dorminsky, em conferência de imprensa para revelar a programação da 43.ª edição do festival, que este ano acontece entre dia 24 de fevereiro e 4 de março, no histórico Cinema Batalha, agora denominado Batalha — Centro de Cinema, localizado na baixa do Porto, junto ao Teatro Nacional São João.

A abertura do certame acontece às 21:15, na sala do Batalha com 299 lugares, e a exibição de “Shepherd” dá também mote para o arranque da Competição Internacional do Cinema Fantástico.

“Shepherd”, um filme de 2021, aborda “os traumas de um homem que se isola do mundo” e foi considerado pela imprensa especializada, como a Variety Screen International Empire e Film Total, um dos “mais importantes filmes do ano cinéfilo”.

O Fantasporto termina no dia 04 de março com a estreia internacional do filme turco “Once Upon a Time in The Future: 2121”, da realizadora Serpil Altin.

O filme inspira-se na película “1984”, de George Orwell, e revela um olhar sobre “os perigos das ditaduras”, filmado pela primeira mulher turca a realizar um filme de ficção científica, lê-se no dossiê de imprensa do Fantasporto.

Entre a abertura com “Shepherd” e o encerramento com “Once Upon a Time in The Future: 2121”, pelo Fantasporto vão passar 86 filmes, de 30 países diferentes, como Japão, Myanmar, Malásia, Singapura, Ucrânia, Rússia, Indonésia, Macedónia do Norte e Cazaquistão.

“Immersion”, do japonês Takashi Shimizu — que venceu o Grande Prémio do Fantasporto 2021 com “Suicide Forrest Village” -, que relaciona ficção científica com lendas nipónicas, é exibido dia 2 de março. Este é um dos principais destaques da organização na categoria de Cinema Fantástico da competição.

O filme português “S.Ó.S”, de Tiago Santos, vai competir na mesma categoria.

“Exhibit #8”, filme holandês do realizador Ruben Broekhuis, que aborda a atualidade do tráfico de crianças, é outro dos destaques na categoria de Cinema Fantástico.

“Demigod: The Legend Begins” (Taiwan), de Chris Huang Wen, um filme de animação com artes marciais, e “Stone Turtle” (Malásia), de Woo Ming Jin, também de animação, inspirado em lendas, são outros dois “imperdíveis”, segundo Mário Dorminsky, e estão na secção das Curtas Metragens Cinema Fantástico.

Na categoria das Curtas Metragens, o filme mais “assustador” é “El Umbral” (Espanha), de Javier Carneros Lorenzo, considerou Beatriz Pacheco Pereira, cofundadora do Fantasporto com o marido Mário Dorminsky, também presente na conferência de imprensa.

Os filmes portugueses que concorrem na competição das Curtas-Metragens são “Horário em Branco”, de Manuel Bernardo Cabral, “Quatro Estações”, de Carlos Coelho Costa, “O Caso Coutinho”, de Luís Alves, “Skull 3: A Film for a Death Metal Song”, de Luís Miranda, “Regresso à Casa de Partida antes que a Partida Seja Definitiva”, de André Almeida Rodrigues, “Incubus”, de Tito Fernandes, “Sequioso de Vida: Victor de Sá”, “Irritación”, de Diogo Oliveira, e “Fissura”, de Pedra Sena Nunes.

O certame vai também exibir a trilogia “Melchior”, três longas-metragens da Estónia, “com ótimas interpretações”, destacou Beatriz Pereira. “Melchior the Apothecary”, “Melchior the Apothecary: The Ghost” e “Melchior the Apothecary: The Executioner´s Daughter”.

Haverá também uma retrospetiva de cinema filipino, com dez produções, e outra dedicada à Freak Agency, com nove filmes, agência espanhola dedicada à produção independente.

No total, tendo em conta o ‘dossier de imprensa’, o Fantasporto contará com 95 filmes, entre competição internacional e portuguesa (curtas e escolas de cinema), retrospetivas, semana dos realizadores, cinema fantástico fora da competição e a trilogia “Melchior”.

A guerra, as ditaduras e suas consequências, o tráfico de migrantes, a exploração e o abuso de crianças, o abuso de idosos e a desumanização da sociedade, o direito à diferença, a condição da mulher, as mudanças climáticas e a poluição dos oceanos são alguns dos temas abordados nos 86 filmes que vão ser exibidos na 43.ª edição do Fantasporto e cujos ingressos são cinco euros (sujeito a desconto).

A programação integral desta edição do Fantasporto está disponível no ‘site’ do festival.

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XUTOS & PONTAPÉS CELEBRAM ‘CIRCO DE FERAS’ COM CONCERTOS PELO PAÍS

Os Xutos & Pontapés vão fazer vários concertos pelo país, entre março e abril, para celebrar os 35 anos do álbum ‘Circo de Feras’, contando com a participação do guitarrista Tó Trips, anunciou hoje a promotora.

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Os Xutos & Pontapés vão fazer vários concertos pelo país, entre março e abril, para celebrar os 35 anos do álbum ‘Circo de Feras’, contando com a participação do guitarrista Tó Trips, anunciou hoje a promotora.

Os concertos estão marcados para 04 de março no Coliseu do Porto, 11 de março no Coliseu de Elvas, 24 e 25 de março no Tivoli, em Lisboa, 06 de abril no Convento São Francisco, em Coimbra, e 08 de abril no Teatro das Figuras, em Faro.

Para estes concertos de celebração, os Xutos & Pontapés convidaram o guitarrista Tó Trips, que interpretará todos os temas do álbum “Circo de Feras”, ao lado de Tim, João Cabeleira, Kalú e Gui, numa “cenografia desenhada em exclusivo”.

Não é a primeira vez que os Xutos & Pontapés celebram este disco, tendo a última acontecido em novembro do ano passado, também no âmbito dos 35 anos do álbum, com um conjunto de cinco concertos em Lisboa, que já contou com a participação de Tó Trips.

Também em 2007, então pelos 20 anos de “O Circo de Feras”, a banda subiu ao palco do Campo Pequeno, em Lisboa, com três espetáculos.

Em comunicado, a promotora explica que “numa discografia tão extensa como a dos Xutos & Pontapés, todos os discos têm o seu contexto e contribuem para a história de uma das maiores marcas da música elétrica produzida em Portugal”, mas o “Circo de Feras” “foi decisivo” para a dimensão que a banda alcançou.

“Circo de Feras” saiu em fevereiro de 1987 com produção de Carlos Maria Trindade e inclui êxitos como “Vida Malvada”, “Não Sou O Único”, “Na América”, “Circo de Feras” ou “Contentores”.

Foi com este álbum que os Xutos & Pontapés conquistaram o primeiro disco de prata e gravaram o primeiro teledisco (“Sai p´ra rua”).

Os Xutos & Pontapés surgiram há 43 anos, contando a partir do primeiro concerto, a 13 de janeiro de 1979, nos Alunos de Apolo, em Lisboa.

Mesmo depois da morte do guitarrista Zé Pedro, em 2017, a banda manteve-se ativa, em palco e em estúdio, com Tim (vocalista e baixista), João Cabeleira (guitarrista), Gui (saxofonista) e Kalú (baterista).

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