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COIMBRA: SERVIÇOS MÉDICOS DO CHUC COM DESEMPENHO DE ‘EXCELÊNCIA’

A qualidade dos cuidados de enfermagem hospitalares no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) atingiram um desempenho excelente, superior a 90%, em 19 serviços prestados aos doentes, foi hoje anunciado.

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A qualidade dos cuidados de enfermagem hospitalares no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) atingiram um desempenho excelente, superior a 90%, em 19 serviços prestados aos doentes, foi hoje anunciado.

Os dados da ‘Avaliação da Qualidade de Cuidados de Enfermagem Hospitalares’ correspondem ao período em avaliação decorrido entre março e julho, adiantou aquela estrutura hospitalar em nota enviada à agência Lusa.

A avaliação contabilizou um “total de 245 processos de auditoria em 49 serviços, com doentes elegíveis para a aplicação do instrumento de avaliação adotado, ‘doentes dependentes'”.

O CHUC salienta que a “meta preconizada para o ano de 2019 foi atingida pela maioria dos serviços”.

“Salientamos também que 19 destes serviços atingiram um desempenho excelente, superior a 90%, e que há uma franja elevada de serviços que tende a aproximar-se deste valor. O Índice de Qualidade Institucional foi de 88,22%”.

A reflexão incidiu sobre o índice de qualidade parcial por necessidade, desempenho por necessidade e fase do Processo de Enfermagem (PE), índice de qualidade parcial por fase do PE, e, por fim, o índice de qualidade global por serviço e institucional.

Na análise do índice de qualidade parcial por necessidade, a avaliação constatou que o índice de qualidade com desempenho excelente surge nas necessidades de respiração, alívio do sofrimento, e integridade física, exercício e mobilidade (com 97,23%, 96,26% e 91,32% respetivamente).

Com menor nível de concretização, surgem as necessidades de alimentação e eliminação (75,85% e 84,76%).

“Com um desvio padrão elevado, importa acrescentar o facto de que houve serviços que atingiram níveis de concretização ótimos (100%) e outros que necessitam de grande incremento”, lê-se no documento.

Em relação ao índice de qualidade por fases do PE, os dados revelam que se obteve um nível de concretização mais elevado na execução (97,44%) e planeamento (95,63%).

“Embora haja desempenhos excelentes de 100% em todas as fases, os dados revelam que é a fase de avaliação que apresenta um índice de qualidade mais baixo (73,86%)”, refere a nota.

Para a enfermeira diretora do CHUC, Áurea Andrade, “os indicadores explanados evidenciam a forma como os enfermeiros concebem, agem e avaliam a sua prática de cuidados, decorrente da sua tomada de decisão autónoma”.

A responsável considera que “as oportunidades de melhoria da qualidade só podem ser identificadas pela monitorização e avaliação da performance, e esta supõe, por sua vez, a existência de indicadores cientificamente validados e o envolvimento de todos, nos processos”.

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LISBOA: JUDICIÁRIA DETÉM TRÊS HOMENS COM 140 MIL DOSES DE COCAÍNA

Três homens foram detidos no sábado no Aeroporto de Lisboa por transportarem desde um país africano cocaína que daria para 140 mil doses individuais, informou hoje a Polícia Judiciária (PJ).

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Três homens foram detidos no sábado no Aeroporto de Lisboa por transportarem desde um país africano cocaína que daria para 140 mil doses individuais, informou hoje a Polícia Judiciária (PJ).

Fonte ligada ao processo disse à Lusa que a droga seria proveniente da Guiné-Bissau.

A PJ refere, em comunicado, que esta foi mais uma investigação desenvolvida pela Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes, em conjunto com a Autoridades Tributária e Aduaneira, que se insere num conjunto de investigações visando o combate ao tráfico de estupefacientes por via aérea.

Estas operações têm por objetivo “o desmantelamento de grupos criminosos que se dedicam à introdução de significativas quantidades de produtos estupefacientes em território nacional”.

Os arguidos, 44, 46 e 61 anos, estão “fortemente indiciados pelo crime de tráfico internacional de estupefacientes” e estão hoje a ser ouvidos em primeiro interrogatório judicial, não sendo ainda conhecidas as medidas de coação.

A Judiciária adianta que as investigações prosseguem para apurar os contornos da operação.

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ÉVORA: HOSPITAL EM “SITUAÇÃO CRÍTICA” DE RESERVAS DE SANGUE APELA À DÁDIVA

O hospital de Évora lançou um apelo à dádiva de sangue para fazer face aos baixos níveis das reservas, mas a situação considerada “crítica” ainda não está a limitar a realização de tratamentos ou cirurgias.

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O hospital de Évora lançou um apelo à dádiva de sangue para fazer face aos baixos níveis das reservas, mas a situação considerada “crítica” ainda não está a limitar a realização de tratamentos ou cirurgias.

“É uma situação crítica, mas não estamos a suspender tratamentos ou cirurgias”, afirmou hoje à agência Lusa a diretora do serviço de Imunohemoterapia do Hospital Espírito Santo de Évora (HESE), Madalina Guz.

Nas últimas semanas, a Unidade Local de Saúde do Alentejo Central (ULSAC), à qual pertence o HESE, tem divulgado um apelo à dádiva, salientando que o Banco de Sangue do hospital “atingiu o limite crítico de reservas de sangue”.

Questionada pela Lusa sobre para quantos dias se estima que deem as atuais reservas de sangue e quais os grupos sanguíneos mais necessitados, a responsável escusou-se a dar pormenores acerca destas necessidades.

O hospital “precisa de todos os grupos de sangue e todos são necessários”, frisou.

Madalina Guz, que é assistente hospitalar de Imunohemoterapia no HESE, salientou que “o ‘stock’ de componentes sanguíneos tem vindo a baixar [uma vez que] os doentes estão a necessitar mais deste tipo de tratamento”, ou seja, que implica transfusões.

“O Banco de Sangue do nosso serviço tem tido alguns altos e baixos” em termos de reservas, “mas agora está a surgir esta necessidade” de recolha de mais sangue, sublinhou.

Assinalando que a população até tem respondido aos recentes apelos à dádiva, a diretora do serviço insistiu que, “mesmo assim, há muita necessidade” de sangue na imunohemoterapia.

“Nunca sabemos quando aparecem na urgência doentes graves ou politraumatizados que podem necessitar de suporte transfusional e estamos a ver que o nosso ‘stock’ precisava de mais alguma ajuda”, referiu.

Apesar de as reservas de sangue estarem mais baixas do que o normal, assinalou, o hospital de Évora está a “conseguir tratar todos os doentes”.

As colheitas de sangue no HESE funcionam de segunda a sexta-feira, das 09:00 às 13:00 e das 14:00 às 16:00, havendo ainda, sobretudo aos fins de semana, brigadas nos concelhos do distrito de Évora.

As próximas estão previstas para sábado, na Biblioteca Municipal de Reguengos de Monsaraz, e para domingo, no quartel dos Bombeiros de Borba, ambas a funcionar entre as 09:00 e as 13:00.

Podem dar sangue pessoas saudáveis com idade entre os 18 e os 65 anos (primeira dádiva até aos 60 anos) e que tenham mais de 50 quilos de peso.

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